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sábado, 31 de julho de 2010

Carlos Neder assume no lugar de Pedro Bigardi

Carlos Neder (PT) tomou posse como deputado estadual na manhã de ontem perante a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. Por força de decisão judicial, ele entra no lugar de Pedro Bigardi (PCdoB). Acompanhado dos outros integrantes da Mesa, deputados Carlinhos Almeida e Aldo Demarchi, o presidente da Assembleia, deputado Barros Munhoz, declarou que a Mesa entendeu, por unanimidade, que nesse caso não caberia discussão e que a decisão deveria ser cumprida de imediato.

Neder declarou que retoma os trabalhos com ânimo renovado. Ele lembrou que há 60 projetos de lei de sua autoria em trâmite na Assembleia e espera vê-los discutidos em breve pelo Plenário do Parlamento. As prioridades de seu mandato, complementa, continuam sendo a retomada do Fórum Suprapartidário em Defesa do SUS e da Seguridade Social, o debate sobre a Reforma do Estado e as alternativas de gestão de políticas públicas, o controle da execução orçamentária e o apoio a projetos de desenvolvimento e inclusão social.

Presente à solenidade, o líder do PT na Assembleia, deputado Antônio Mentor, afirmou que não se tratava de disputa pessoal, mas sim em defesa do já consagrado instituto da fidelidade partidária. Carlinhos Almeida, lembrando o bom trabalho exercido por Bigardi, reafirmou que não era uma questão entre parlamentares, mas sim de fortalecimento da democracia representativa, através da consolidação da tese de que o mandato parlamentar pertence à legenda. Pedro Bigardi entrou com recurso em São Paulo, no TRE, e em Brasília, no TSE.

"A lei foi cumprida, mas achei a questão da posse equivocada, cria um incômodo, pelo fato de estarmos aguardando uma liminar, a qual acredito que será concedida. Estou recorrendo em Brasília e também em São Paulo. A demora pode estar relacionada ao recesso no TSE, lembrando que a Assembleia tinha um prazo de dez dias para dar posse ao Neder", afirmou Bigardi ao JJ Regional.

Entenda o caso - O princípio da fidelidade partidária, pelo qual há o entendimento de que o mandato pertence ao partido e não ao parlamentar, foi o fundamento da decisão judicial do Tribunal Regional Eleitoral. Pedro Bigardi e Carlos Neder ficaram, respectivamente, como quarto e quinto suplentes do PT nas eleições de 2006. Com a vaga aberta em razão de outro parlamentar ter assumido prefeitura no interior do Estado nas eleições de 2008, aliado ao fato de Bigardi ter se filiado ao PC do B após o pleito, o PT disputou essa vaga na justiça eleitoral, que decidiu no último dia 15 de julho a favor do partido. A justificativa de Bigardi para a sua saída do PT seriam as ´perseguições´ que sofria dentro do próprio partido.

ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE JORNAIS

fonte: JJ. publicado em: 30/7/10

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Frente de Logística quer avanços

Estudar a legislação que trata de logística, avaliar os avanços na área e descobrir oportunidades são os objetivos da Frente Parlamentar de Logística, que será lançada, oficialmente, hoje, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). A coordenação da frente será do deputado e idealizador da iniciativa, Pedro Bigardi (PCdoB). Ontem, também começou a funcionar a Frente Parlamentar de Logística na Câmara de Jundiaí, criada e presidida pelo vereador Marcelo Gastaldo (PTB).

Ambas as ações são apoiadas pela Associação Brasileira de Empresas e Profissionais de Logística (Abepl), com sede em Jundiaí. Segundo o deputado, a frente já foi instituída pelo presidente da Assembleia, o tucano Barros Munhoz. Mais cinco deputados vão integrar o movimento. "Convidamos bastante gente para o lançamento, hoje. O secretário executivo da Frente Parlamentar de Logística no Congresso Nacional, Hélcio Botelho, e representantes da Abepl estarão presentes." Para Bigardi, a Frente de Logística deverá ser uma das mais disputadas da Assembleia.

"É um assunto que vai movimentar muito debate. Acredito que a estrutura será construída ao longo do tempo." O presidente da Abepl, Luciano Rocha, que esteve ontem na Câmara, afirmou que o setor logístico "vive um paradoxo". "É um setor que cresce 18% ao ano e ainda precisa de reconhecimento do poder público." Para ele, a logística sofre com a falta de estrutura. "Não temos, por exemplo, modais adequados de transporte. As ferrovias estão velhas e os caminhões são antigos, o que compromete o crescimento do setor." Segundo ele, as frentes parlamentares vão ajudar a fortalecer a área. Em Jundiaí, uma feira internacional sobre logística deverá ocorrer em junho, no Parque da Uva.

ROBERTA BORGES

fonte: JJ, acessado em 28/04

sábado, 3 de abril de 2010

Deputado e vice-prefeito divergem sobre a serra

01/04/10
Bigardi e Luiz Fernando participam de debate e têm propostas distintas

José Arnaldo de Oliveira
Agência BOM DIA

O vice-prefeito Luiz Fernando Machado (PSDB) e o deputado estadual Pedro Bigardi (PC do B) divergiram nesta quarta sobre a Serra do Japi, em debate promovido pela rádio Cidade.

O tucano acusou o projeto de criação do Parque Estadual da Serra do Japi de “impor formato sobre área preservada pelo município.

O deputado, autor da proposta, rebateu e disse ter o apoio de outros municípios da serra como Cabreúva, Pirapora e Cajamar e os alertas do plano de manejo da Reserva Biológica, feito em 2008. “Está no site da própria prefeitura.”

Apesar das divergências políticas, o debate, mediado por Reinaldo Basile, foi civilizado.

Mas, claro, houve as cutucadas políticas de Luiz Fernando em Bigardi. “Nosso Grupamento florestal, dedicado à serra, nunca recebeu emendas de qualquer deputado.” E as de Bigardi. “Aprovei R$ 500 mil para a região do Varjão (Novo Horizonte) mas a prefeitura não encaminhou os documentos.”

Pré-candidatos, ambos concordaram sobre oportunistas eleitorais de outros lugares. “É importante termos representantes políticos”, disse Bigardi. “A atuação do prefeito junto aos governos pode ser fortalecida”, afirmou Luiz Fernando.

Eles não citaram recentes estudos de preservação anunciados pelo secretário estadual Francisco Graziano e as críticas que fez ao projeto do deputado.

Bigardi disse que a Assembleia Legislativa considera o projeto constitucional e Luiz Fernando afirmou que a prefeitura já desapropriou “um milhão de metros quadrados”, fração dos 192 milhões de metros quadrados tombados.

Ambos concordaram que a serra não deve ser mera disputa partidária. “Eu já disse que com proposta adequada dos governos estadual e municipais posso até retirar meu projeto”, afirmou Bigardi.


fonte: BOM DIA

quinta-feira, 4 de março de 2010

Proposto por Bigardi, parque não agrada entidades

> 4/03/10

As críticas partem de todos os lados e incluem erros na tramitação do projeto de criação do Parque Estadual da Serra do Japi e até mesmo a pertinente colocação da Fundação SOS Mata Atlântica de que o Estado não é o melhor agente para a preservação da Serra. As discussões se acirram a partir de hoje, quando o deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB) apresenta seu projeto de criação do parque estadual em Bom Jesus de Pirapora.

No sábado, a discussão acontece na Câmara de Jundiaí e, na próxima quarta-feira, no Comdema (Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente). Para o presidente do Comdema, Fábio Storari, o projeto possui um vício de origem. "O Legislativo não pode propor projetos que tragam gastos ao Executivo", afirma. Mas, além deste aspecto formal, Storari ressalta que os parques estaduais acabam abandonados pelo Estado.

"Há uma situação sui generis na Serra do Japi, pois 80% de sua área é composta de grandes e pequenos proprietários. E estes não querem deixar de viver na Serra. O Comdema quer levantar todos estes questionamentos para uma posterior posição oficial", afirmou. Storari afirma que pessoalmente acredita que tornar mais eficiente o Sistema da Serra do Japi, através da lei 417, já aprovada, é a melhor forma de preservação da serra. "Tirar da gaveta o Plano de Manejo da Serra é mais eficiente do que qualquer outro projeto."

A coordenadora de projetos da Fundação SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, vai propor na reunião de sábado uma nova forma de preservação. "Sabemos que o poder público (Estado) é ineficiente na gestão dos parques públicos. Temos uma proposta mais moderna que é da reserva legal privada, em uma parceria público-privada. As empresas compram as terras (nos acordos que incluem compensações ambientais) e, posteriormente, as doam à APA (Área de Proteção Ambiental), custeando ainda sua manutenção.

Projeto paralelo - Enquanto se discute o projeto de lei do deputado Pedro Bigardi, o Instituto Serra do Japi, do secretário de Obras Sinésio Scarabello Filho, iniciou o trâmite na Secretaria Estadual do Meio Ambiente para transformar a Serra do Japi em unidade de conservação integral. Agora, a secretaria solicitou que o instituto indicasse uma área de estudo. Mais uma reunião deverá ser feita com o secretário Xico Graziano no próximo mês.

Para Sinésio, estudos preliminares são necessários. "A Prefeitura de Jundiaí apoia os estudos, debates e audiências públicas. O que houve no projeto do Parque da Serra do Japi foi um atropelamento muito grande. Qualquer mudança tem de ser feita com sensatez, sem o uso partidário da Serra." O deputado Pedro Bigardi afirmou que, até agora, nos três debates que fez, não recebeu críticas.

Para ele, o grande passo para a preservação é a transformação da Serra em Parque Estadual. "A CCJ (Comissão de Constituição de Justiça) já aprovou o projeto. É importante que haja esta lei para evitar que novos zoneamentos ocorram. Precisamos ter garantias futuras, evitando a especulação imobiliária."

ARIADNE GATTOLINI

fonte: JJ

sábado, 1 de agosto de 2009

Bigardi: o foco foi nas homenagens

ALEXANDRE MARTINS Bigardi utilizou 62% da verba a que tem direito

Bigardi utilizou 62% da verba a que tem direito

Os primeiros meses de mandato do deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB), que assumiu o cargo no dia 23 de março deste ano, foram marcados por diversas homenagens feitas pelo parlamentar. De 24 propostas apresentadas por Bigardi, oito são referentes a requerimentos de congratulações. Entre eles, foi realizada uma homenagem, em maio, ao centenário do Paulista Futebol Clube. O deputado é integrante da Comissão de Esportes e Turismo da Assembleia.

Neste período, além dos requerimentos, Bigardi apresentou um projeto de lei, quatro projetos de decreto legislativo, um projeto de resolução, cinco indicações ao governo estadual e duas moções. "Aproveitei estes primeiros meses para entender o funcionamento da Assembleia e visitar os prefeitos e Câmaras da Região", disse o deputado jundiaiense. "Acredito que consegui cumprir esse objetivo e consolidar a minha atuação."

Entre as propostas apresentadas pelo único representante da Região de Jundiaí na Assembleia Legislativa, duas estão diretamente ligadas ao município. O projeto de lei 363, em trâmite, prevê a concessão de título estadual de utilidade pública para a Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região. O projeto foi encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça e devolvido ao deputado porque faltou um documento necessário para a tramitação da proposta. "Conseguimos aprovar uma emenda que vai resultar em um caminhão de bombeiros para Jundiaí no próximo ano", diz Bigardi.

O deputado é integrante de cinco frentes parlamentares e disse que também já teve aprovadas duas emendas para destinação de verbas para construir duas quadras poliesportivas nas cidades de Jarinu e Itupeva. De acordo com ele, as duas obras já tiveram o valor empenhado pelo Ministério dos Esportes para 2010, que tem como responsável Orlando Silva, do mesmo partido do deputado. "Isso facilitou um pouco", reconhece Bigardi.


ELTON FERNANDES

Fonte: JJ

domingo, 24 de maio de 2009

Pedro Bigardi, à vontade na Assembléia

ENTREVISTA

24/5/2009

FABIANO MAIA Primeiro projeto apresentado por político jundiaiense, em SP, quer declarar de utilidade pública a Associação dos Aposentados.

Primeiro projeto apresentado por político jundiaiense, em SP, quer declarar de utilidade pública a Associação dos Aposentados.

Cobrar políticas de planejamento urbano, estabelecendo critérios, é o foco de um projeto de lei que será apresentado, em junho, pelo deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB). Como único representante do partido na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), Bigardi conseguiu, em 60 dias no cargo, se inserir nas discussões e traçar os planos para sua atuação. Na última semana, protocolou o primeiro projeto no Legislativo: a estreia do jundiaiense teve como objetivo declarar de utilidade pública a Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região, item que deve entrar em votação nos próximos dias. "São 30 anos de trabalho, por isso, acho este reconhecimento necessário, além do que deve ajudar a formatar benefícios", acredita.

O político decidiu dedicar os primeiros dias na Assembleia a sua adaptação. Ele imaginava que fosse demorar mais tempo até se adequar à realidade da Casa, mas se surpreendeu. "Tem sido um trabalho intenso e interessante. Esperava um período de adaptação maior, mas consegui muitas coisas em pouco tempo."

Para dar mais fôlego ao trabalho na Capital, Bigardi montou um escritório em Jundiaí, na rua Zuferey. Ali, trabalha, planeja os projetos e atende a população, bem como políticos de Jundiaí e Região. Desde que assumiu, também se preocupou em ter conversas pessoalmente - ele foi recebido por Executivo e Legislativo de Jundiaí, Campo Limpo, Várzea Paulista, Louveira, Jarinu, Itupeva, Cabreúva e Bragança Paulista, além de visitar entidades. Caieiras, Franco da Rocha e Francisco Morato também integram a Região de atuação.

A partir de junho, ele deve apresentar outros dois projetos, entre os quais o de planejamento e meio ambiente e outro relacionado à segurança. "O primeiro (de planejamento) se refere a todo o Estado, mas vai atender a nossa Região", explica. Bigardi também vai buscar verbas para a Região, por meio de emendas parlamentares destinadas durante a análise da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Estado. Estas emendas trarão recursos em 2010 e 2011. O valor, segundo ele, gira em torno de R$ 2 milhões ou R$ 3 milhões, anual e por deputado. "Não é um valor fixo. Quando vir o orçamento, poderei apontar projetos, de acordo com os recursos", detalha. O comunista também tenta aproveitar recursos que sobraram na Assembleia no ano passado. "Isso é mais complicado, mas estamos tentando." Formado em engenharia, Bigardi pretende ser um deputado voltado para as áreas de saúde e assistência social. Suas ações ainda vão englobar questões relacionadas ao meio ambiente.

Ao longo destes dois meses, ele apresentou moções e requerimentos. A pedido do Sindicato dos Metalúrgicos, o deputado elaborou uma moção, de apelo ao Governo Federal, que solicita a redução do IPI para máquinas agrícolas e ônibus. "As metalúrgicas, que atendem o mercado interno e sofrem com a crise, poderão ser fortalecidas." Houve outras solicitações ao Governo do Estado: para instalação de iluminação pública na estrada velha de São Paulo, no trecho entre o Castanho e a avenida Brasil, e por melhorias no acesso ao câmpus da USP Leste, que precisa de pavimento e iluminação. O pedido partiu de estudantes. "Cobramos as secretarias para que sejam atendidos."

ROBERTA BORGES

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fonte: JJ

Na Assembleia, um líder independente

ATUAÇÃO

24/5/2009


Pedro Bigardi assumiu o cargo de deputado em um novo momento da Assembleia. "O novo presidente, Barros Munhoz, trouxe mais agilidade à Assembleia. Ele tem capacidade de fazer acontecer", acredita. No Legislativo, Bigardi ganha espaço pela independência política. Ele participa do colégio de líderes, que reúne deputados dos outros 14 partidos com representantes na Alesp e faz reuniões semanais. "Sou procurado para discutir projetos por políticos de situação e oposição", conta.

Ele lembra que ganhou visibilidade quando participou de uma audiência pública que pretendia reestruturar a Cetesb. "Estávamos eu e mais dois deputados, apenas. Achava equivocado concentrar tudo na Cetesb. Não havia lógica. Votei contra e acabei mudando o voto do PSOL. O PT também mudou a postura: votou a favor, mas com restrições." A partir disso, passou a ser procurado, principalmente, pelos líderes.

Nestes dois meses, o jundiaiense esteve em importantes votações. A primeira delas foi a de criação da lei antifumo, à qual foi favorável. Depois, também marcou presença na votação da lei que institui o Bolsa Talento Esportivo, uma política de proteção ao cerrado do Estado e de autorização de financiamentos para a Sabesp promover a despoluição da represa Billings e do rio Tietê. Ele ainda solicitou a análise de um projeto de lei que implanta a prática de capoeira nas escolas, item apresentado, inicialmente, em 2003, pelo então deputado Nivaldo Santana. "Foi uma conquista", avalia.

Com acesso livre ao Ministério dos Esportes, o político decidiu integrar a Comissão de Esporte e Turismo. "É uma área que consegue uma agenda positiva de trabalho. E o esporte está relacionado à saúde e à inclusão social." Ele também está em quatro frentes parlamentares: para criação da Aglomeração Urbana de Jundiaí, de Habitação e Reforma Urbana, de Solidariedade a Cuba e da Igualdade Social. "Vou estudar a criação de uma Frente Parlamentar de Logística", acrescenta.

Bigardi também participa, ativamente, das audiências públicas, usa a tribuna frequentemente e tem buscado levar Jundiaí para a TV Assembleia. Neste percurso, fez amigos - Raul Marcelo, do PSOL de Sorocaba; Vanessa Damo, do PV de Mauá, e Major Olímpio, do PV de São Paulo.

fonte: JJ

Deputado quer mostrar trabalho

RUMO A 2010

24/5/2009


O PCdoB vai disputar as eleições de 2010 com chapa própria, segundo o deputado Pedro Bigardi. Sendo assim, a suposta dobradinha com o PT, notícia que chegou a ser ventilada nos bastidores políticos, está mais do que descartada. "Teremos uma chapa forte", aposta o candidato à reeleição. Para continuar o trabalho na Assembleia, Bigardi acredita que serão necessários entre 60 mil e 70 mil votos, que deverão ser conquistados com ações além dos limites desta Região.

O foco da campanha, já adianta, terá como base o trabalho realizado em São Paulo. "O mandato facilita o trabalho, porque dá condições de realizar propostas e de promover uma maior interlocução. A questão eleitoral é consequência disso", analisa. A meta da sigla é alcançar cinco cadeiras na Assembleia em 2010. Segundo Bigardi, o PCdoB também vai lançar nomes para o Congresso Nacional - Aldo Rebelo e o ministro dos Esportes, Orlando Silva, são cotados. "Temos um projeto de crescer em todo o País."
Já em Brasília, a tendência é apoiar a candidata de Lula, a ministra Dilma Rousseff. Mas, tal como no Estado, não há nada definido. "Ter um deputado ajudou a dar visibilidade ao PCdoB. Cria uma referência e contribui para a construção partidária."

Após 22 anos no PT, o atual comunista não pretende deixar o partido, ao qual se filiou em 2007, pouco depois de chegar a pensar em se distanciar da política. "Ficarei aqui para sempre." A mudança o fez correr o risco de não ficar com o cargo de deputado, processo movido pelo PT que ainda tramita na Justiça, mas que ele encara com tranquilidade. "Não entro nesta discussão. Acho a fidelidade importante, mas também acho que o partido precisa ter postura, não desviar dos objetivos. Defendo meu partido".

fonte: JJ

terça-feira, 19 de maio de 2009

Prefeitura blinda encontro de Miguel e Pedro Bigardi

Terça-feira, 19 de maio de 2009 05:23
Visita de ontem aconteceu a portas fechadas, no gabinete do prefeito

Agência BOM DIA

A prefeitura tentou blindar o encontro entre o prefeito Miguel Haddad (PSDB) e o deputado Pedro Bigardi (PC do B), que tem ações na Justiça para realização de novas eleições em Jundiaí.

O encontro, ontem à tarde, foi informado à imprensa, por meio da assessoria do deputado, mas os jornalistas não puderam acompanhar nem fotografar a reunião, de 30 minutos.

“Temos que pensar na população”, disse Miguel, negando que houvesse algum tipo de constrangimento em receber seu rival político.

Miguel ainda ressaltou que a visita de cortesia faz parte do protocolo de pessoas públicas, independente de partidos.
“Não podemos nos ater a estas questões pequenas”, resumiu Miguel, sobre os recursos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), movidos por Bigardi contra sua posse.

“Não misturo o pessoal com minha posição política”, enfatizou Bigardi.

Segundo o prefeito, não foi solicitado qualquer apoio direto a Bigardi, apenas um encaminhamento feito, a pedido do secretário de Esportes, Alaércio Borelli.

“O Alaércio pediu apoio do ministro dos Esportes, Orlando Silva, [que também é do PC do B] para uma questão do Paulista,”, observou, sem fornecer detalhes.

O secretário da Casa Civil, Juca Rodrigues, acompanhou o encontro, já o vice-prefeito, Luiz Fernando Machado, chegou de um compromisso na saída do deputado.

Saúde será foco de emendas
O deputado estadual Pedro Bigardi afirmou que deverá analisar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) estadual nos próximos dias.

“Pretendo propor emendas no Orçamento estadual para conseguir recursos, sobretudo nas áreas de saúde e assistência social”, exemplificou Bigardi.

Para ele, a primeira visita a Miguel serviu para demonstrar que haverá, de fato, uma separação entre o deputado e o ex-candidato a prefeito.

“Nunca tive problemas em encontrar políticos de outros partidos.”

O encontro com Miguel, segundo Bigardi, foi marcado pessoalmente sem nenhuma demora.

Conforme a agenda de Bigardi, os próximos municípios a serem visitados serão Cabreúva e os integrantes da região de Atibaia.

fonte: BOMDIA

Miguel recebe Bigardi no Paço

AGENDA POLÍTICA

19/5/2009

DIVULGAÇÃO Prefeito Miguel Haddad recebeu, em reunião fechada, o deputado estadual Pedro Bigardi, que apoia a cassação do tucano

Prefeito Miguel Haddad recebeu, em reunião fechada, o deputado estadual Pedro Bigardi, que apoia a cassação do tucano

O que poderia gerar uma saia justa, ontem à tarde no oitavo andar do Paço, terminou aparentemente em clima de confraternização. A visita do deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB) ao prefeito Miguel Haddad (PSDB), rivais políticos, transcorreu com cordialidade. Para o tucano, a visita mostrou que a oposição "mudou". Para Bigardi, o encontro propôs a abertura de um canal entre o município e a Assembleia Legislativa de São Paulo.

A imprensa não teve acesso ao encontro e conversou em separado com os dois políticos. Bigardi afirmou que a reunião faz parte de sua agenda política de visitar todos os municípios da Região. "Na medida do possível, vou atender às demandas, já que sou o único deputado da Região." Bigardi lembrou também que fará emendas parlamentares no final do ano e que irá priorizar as áreas sociais e de saúde do município.

Bigardi afirmou que não houve dificuldade em manter diálogo com o prefeito. "Temos que garantir uma relação e precisamos construir esta relação político-institucional", afirmou. Candidato à reeleição na Assembleia, Bigardi acredita que precisará de 60 mil a 70 mil votos na Região e lembrou que neste ano completaria 30 anos de trabalho na Prefeitura de Jundiaí (ele pediu demissão em 2000). O deputado afirmou também que não precisou de um quebra-gelo para falar com o prefeito. "Não podemos misturar nossa relação política com a pessoal."

Bigardi confirmou que haverá três recursos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra os processos de cassação revertidos no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e favoráveis ao prefeito tucano.

Mudança - Para o prefeito, a oposição mudou. "Esta visita mostra que a oposição amadureceu. Não é mais uma oposição sistêmica e automática. Bigardi está disposto a buscar os melhores caminhos para a população." Miguel afirmou que não teve dificuldades em atender o rival político, que trabalhou nos pedidos de cassação do tucano. "Estamos aqui à frente da administração para buscar o interesse da cidade", salientou o prefeito.

A conversa, que durou 40 minutos, foi acompanhada pelo secretário da Casa Civil, Juca Chaves Rodrigues, que se mostrou satisfeito com o resultado da reunião. Miguel afirmou ainda que levou até Bigardi um pedido do secretário-adjunto de Esportes, Alaércio Borelli, para que o Ministério dos Esportes apoie o Paulista F.C. "Temos os nossos próprios canais de comunicação com o Governo do Estado, mas fiz o pedido que o Borelli me passou", afirmou o prefeito.

ARIADNE GATTOLINI

fonte: JJ

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Bigardi inaugura escritório político

VIANELO

1/5/2009

CRISTINA HAUTZ Escritório estará aberto para toda a Região, informou Bigardi, ao lado da filha

Escritório estará aberto para toda a Região, informou Bigardi, ao lado da filha

Ao lado de sua filha Patrícia, o deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB-SP) inaugurou, ontem à noite, o que pode se chamar de 'extensão da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo' em Jundiaí.

O escritório político fica na rua Zuferey, 103, no Vianelo, e servirá, de acordo com o deputado, para atendimento à população e discussão política de projetos para toda a Região. Entre os convidados do evento de ontem, estavam políticos da região, presidentes de entidades e sindicatos, além de dirigentes, militantes partidários e eleitores.

Segundo Bigardi, o novo escritório estará à disposição da Região, independente de partidos políticos. "O mandato de deputado tem um compromisso partidário, porém está aberto ao diálogo com todas as forças políticas na busca por projetos em comum e a favor da Região", afirma.

Desde que assumiu cargo na Assembléia, há pouco mais de um mês, Bigardi iniciou visitas a políticos e autoridades da Região. Já passou por Câmaras e Prefeituras de Várzea, Campo Limpo Paulista e Louveira, além de associações e sindicatos. Agora, a expectativa é pelo agendamento de encontro entre ele e o prefeito de Jundiaí, Miguel Haddad (PSDB). Ambos são rivais políticos e enfrentam batalhas jurídicas desde as eleições de 2008.

THIAGO GODINHO

fonte: JJ

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Pedro Bigardi planeja discutir segurança com vereador

Quinta-feira, 02 de abril de 2009 00:55
Deputado quer desengavetar projeto feito em conjunto com Bardi

Gustavo Beraldi

O deputado estadual Pedro Bigardi (PC do B) disse ontem que irá agendar uma reunião com o vereador e delegado de polícia Fernando Bardi (PDT) para discutir um projeto de segurança para Jundiaí.


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O projeto fez parte da campanha dos dois na última eleição – Bigardi concorreu a prefeito.

A integração rápida das informações entre as polícias e o Corpo de Bombeiros é uma das propostas.

Projetos

Em visita ao BOM DIA, Bigardi disse que voltou a classificar a criação de uma região intitulada de aglomeração urbana como um de seus principais desafios.

Ao contrário de alguns prefeitos da região, como Eduardo Pereira (PT), de Várzea Paulista, que diz não ter certeza da eficiência da aglomeração, Bigardi acha que o projeto ajudará, sobretudo no repasse de verbas federais.

Ele aponta como uma das áreas prioritárias de atenção da aglomeração a saúde, com a construção de um hospital regional.

“Do jeito que está, os prefeitos da região de Jundiaí não se encontram.”

fonte: BOMDIA

'Vou exercer meu mandato' / Assembléia e PT na briga

PEDRO BIGARDI

1/4/2009


"Vou exercer meu mandato de dois anos", afirmou, na tarde de ontem, o deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB) sobre as declarações de Rui Falcão, líder do PT na Assembléia Legislativa. "Estou sossegado. Não há perigo de perder o cargo", salientou o político.

De acordo com Bigardi, o novo processo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é apenas uma resposta à decisão do ministro presidente do órgão, Arnaldo Versiani, que determinou que o político jundiaiense assumisse a cadeira. Na análise do juiz, a Assembléia não é competente para julgar perda de mandato de supostos infiéis.

Ele contou que, na última sexta-feira, Edinho Silva participou de um encontro com a Executiva Estadual do PCdoB, no qual propôs um possível acordo com os comunistas. Mas, no mesmo dia, já teria entrado com o processo no Tribunal. "Ele falou uma coisa e fez outra. O PCdoB está chateado com isso. O PT não tem respeito pelo PCdoB."

Bigardi ainda observou que "tem suas razões" para ter mudado de partido. "Vou esclarecer os motivos da saída." Único deputado do PCdoB na Assembléia e, portanto, líder da bancada, ele está seguro. Ontem, o comunista visitou a Câmara de Jundiaí e foi recebido pelo tucano José Galvão Braga Campos, o Tico. À tarde, na Assembléia, participou da discussão sobre o projeto 577/08, batizado de Lei Antifumo.

ROBERTA BORGES

fonte: JJ
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RECURSOS

2/4/2009


Em entrevista exclusiva ao JJ Regional publicada ontem, o deputado estadual líder do PT na Assembléia Legislativa, Rui Falcão, afirmou que a Executiva Estadual e Carlos Neder devem entrar com processo no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pedindo a vaga para o partido.

Além disso, a Mesa da Assembléia vai recorrer, por meio de agravo regimental, ao TSE, exigindo a validação da posse de Neder, no início do ano. "Há uma solidariedade da bancada para que a vaga seja do PT. Não podemos abrir mão disso", comentou. Edinho Silva, presidente da Executiva Estadual do PT, afirmou ao JJ, na semana passada, que avaliaria a possibilidade de um acordo com o PCdoB. Anteontem, contudo, ele reforçou que o partido não abriria mão da cadeira.

fonte: JJ

sábado, 21 de março de 2009

Pedro Bigardi assume na 2ª feira

AGORA VAI

21/3/2009

ARQUIVO JJ Segunda, 14h30, Bigardi será deputado

Segunda, 14h30, Bigardi será deputado

Após decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o engenheiro Pedro Bigardi (PCdoB) toma posse na próxima segunda-feira, às 14h30, à cadeira de deputado estadual. O político de Jundiaí esteve ontem no gabinete do novo presidente da Assembléia Legislativa, Barros Munhoz (PSDB), onde recebeu a garantia da vaga e o início imediato dos trabalhos parlamentares. "O comunicado do TSE chegou ontem à tarde ao gabinete do presidente. Falei com ele ao telefone e ele garantiu a minha posse", salientou Bigardi.

Após assinar o termo e fazer o juramento, o engenheiro já participa da primeira sessão plenária da Assembléia. Desde o início do ano, o político de Jundiaí trava batalha jurídica para ocupar a vaga. No início do ano, o ex-presidente da Assembléia, Vaz de Lima (PSDB), empossou quatro dos sete políticos que substituíram os deputados eleitos prefeitos em 5 de outubro de 2008. Porém, Bigardi - quarto suplente - foi ignorado para que Carlos Neder (PT) - quinto suplente - ficasse com a vaga.

A polêmica refere-se à migração partidária do político de Jundiaí em 2007, quando Bigardi trocou o PT pelo PCdoB. Ele não teria justificado a troca, o que configuraria infidelidade partidária. Anteontem, porém, o ministro presidente do TSE, Arnaldo Versiani, determinou que Bigardi (PCdoB), assuma a cadeira. Para o juiz, a Assembléia não é competente para julgar perda de mandato de supostos infiéis.


Novela - Na época da decisão de Vaz de Lima, Bigardi recorreu então ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE), que não se considerou competente para decidir a questão, alegando que se trataria de discussão para a Justiça Comum. O suplente apresentou então recurso ao TSE, alegando que não teve qualquer oportunidade de manifestar as razões pelas quais deixou o PT mas, mesmo assim, foi impedido de assumir o cargo. O ministro lembrou que a perda do mandato não é automática e deve ser precedida de ampla defesa.

fonte: JJ

sexta-feira, 20 de março de 2009

Cautelar do TSE garante a Bigardi vaga na Assembléia

Sexta-feira, 20 de março de 2009 00:37
Sentença foi proferida pelo ministro Arnaldo Versiani e é comemorada

Gustavo Beraldi

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) concedeu, na noite de ontem, medida cautelar que garante ao engenheiro Pedro Bigardi (PC do B) o direito a uma vaga de deputado estadual.

Segundo a sentença, proferida pelo ministro Arnaldo Versiani, a questão de infidelidade partidária, alegada pelo presidente da Assembléia Legislativa, Vaz de Lima (PSDB), para a não convocação de Bigardi é de decisão exclusiva da Justiça Eleitoral.

“A autoridade impetrada usurpou competência exclusiva do TRE/SP, ao considerar, sem nem ao menos ouvi-lo, que o recorrente teria praticado ato de infidelidade partidária, ao ter-se desfiliado do PT sem justa causa”, considerou Versiani.

Em sua sentença, o ministro defere o pedido de cautelar interposto por Bigardi, na última terça-feira e manda que sejam suspensos os efeitos do Ato nº 3, expedido pelo presidente da assembléia.

Segundo Bigardi sua posse deverá ocorrer imediatamente após a publicação da sentença, ou seja, daqui a dois dias. “É uma grande vitória. O que o Vaz de Lima [presidente da Casa] fez foi um absurdo”, diz Bigardi.

Drama vem desde janeiro
Pedro Bigardi disputou as eleições de 2006, para o cargo de deputado estadual, filiado pelo PT, que na época era coligado ao PCdoB.

Com 51.741 votos, Pedro Bigardi se tornou o quarto suplente da coligação.

Com as eleições de 2008 e a eleição de três suplentes para prefeito, Bigardi deveria ser convocado a assumir a cadeira na Assembléia.

Em janeiro, porém, o presidente da Alesp, deputado Vaz de Lima (PSDB), convocou o quinto suplente, Carlos Neder (PT).

O argumento utilizado por Vaz de Lima foi de que Pedro Bigardi havia sido infiel para com a sua antiga legenda, o PT.

De acordo com Bigardi, em nenhum momento houve a chance de se defender da acusação de infidelidade partidária.

Com a decisão de ontem, qualquer reivindicação da vaga de Bigardi deve ser feita pelo PT na Justiça Eleitoral.

fonte: BOMDIA

TSE dá cadeira a Bigardi

DEPUTADO ESTADUAL

20/3/2009

O ministro presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Arnaldo Versiani, decidiu, ontem, que o engenheiro de Jundiaí, Pedro Bigardi (PCdoB), assuma cadeira de deputado estadual na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Desde o início do ano, o político de Jundiaí trava batalha jurídica para ocupar a vaga.

No início do ano, o presidente da Assembléia, Vaz de Lima (PSDB), empossou quatro dos sete políticos que substituíram deputados eleitos prefeitos em 5 de outubro de 2008. Porém, Bigardi - quarto suplente - foi ignorado para que Carlos Neder (PT) - quinto suplente - ficasse com a vaga.

A polêmica refere-se à migração partidária do político de Jundiaí em 2007 - Bigardi trocou o PT pelo PCdoB. Ele não teria justificado a troca, o que configuraria infidelidade partidária.

Versiani, no entanto, citou o ato de Vaz de Lima como um erro. "Lamentavelmente, a autoridade (Vaz de Lima) editou o Ato, convocando para tomarem posse como deputados estaduais a 3º Suplente Beth Sahao, e o 5º Suplente Carlos Neder, desrespeitando a ordem de suplência, a soberania popular", analisou.

"A eventual perda de mandato não se traduz em conseqüência automática, derivada do ato de desfiliação partidária", afirmou em sentença. "Sempre poderá ser invocada pelo parlamentar a ocorrência de qualquer uma das situações definidas como 'justa causa' , capazes de justificar e conferir legitimidade ao ato de migração."

O mesmo ministro já havia determinado remessa ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) de pedido feito por Bigardi para dar ao político o direito de assumir até que fosse analisada a troca de partido em âmbito judicial. A orientação, no entanto, não foi seguida pela Assembléia Legislativa. "Foi um alívio. Estou há dois meses e meio brigando por algo que é básico", disse Bigardi ontem, por telefone.

O engenheiro aguarda publicação do seu nome no Diário Oficial do Estado para assumir. Agora, o PT deve entrar com outro processo para pleitear a vaga a Néder.

fonte: JJ

sábado, 24 de janeiro de 2009

Futuro de Jundiaí está ‘nas mãos’ do TRE

Sábado, 24 de janeiro de 2009 7:01:00
Juízes retornaram ao trabalho, mas casos de Miguel e Bigardi continuam sem data para sair

Roberta de Sá

O futuro político de Jundiaí começa definido com a volta das sessões de julgamento no TRE (Tribunal Regional Eleitoral).


Além dos seis processos de cassação do prefeito Miguel Haddad (PSDB), está na dependência do órgão a convocação de Pedro Bigardi (PC do B) para assumir a cadeira de deputado estadual. Os juízes retornaram aos trabalhos no último dia 20. No entanto, os casos da cidade não têm data definida para serem julgados.

As sessões ocorrem todas as terças e quintas-feiras e a qualquer momento, depois que os relatores dos processos entregarem as ações para a coordenadoria da corte de julgamento, eles podem receber as sentenças.

“Estamos na espera. Até agora só a primeira cassação sabemos que foi analisada pelo relator dia 19. Mas não temos a informação se o processo já foi para a coordenadoria”, diz a advogada do PSDB, Priscila Bartolo.

Diferente do período eleitoral, ela não faz mais plantão no Tribunal para esperar decisões.

“Agora somos comunicados pelo ‘Diário Oficial’. Não há mais nada o que fazer, além de conter a ansiedade e aguardar, embora as expectativas sejam boas.”

O candidato derrotado a prefeitura Gerson Sartori (PT), que aguarda os casos de Miguel na esperança de que haja novas eleições, também não se arrisca a prever um tempo para os julgamentos.

Já Bigardi acha que ainda neste semestre tudo será sentenciado.

Quanto ao seu processo para tomar posse na Assembléia Legislativa, a expectativa é que na próxima semana ele seja convocado para assumir o cargo. “O TSE [Tribunal Superior Eleitoral] determinou decisão imediata.”

fonte: BOMDIA

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A cadeira de Pedro Bigardi está nas mãos do TRE

ASSEMBLÉIA

23/1/2009

DIVULGAÇÃO VAZ DE LIMA Tucano é presidente do Poder Legislativo de SP: espera decisão do TRE

VAZ DE LIMA Tucano é presidente do Poder Legislativo de SP: espera decisão do TRE

O presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo, Vaz de Lima (PSDB), não vai empossar o engenheiro Pedro Bigardi (PCdoB) como deputado estadual até que tenha um posicionamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) sobre o caso de infidelidade partidária que envolve o político de Jundiaí.

Anteontem, o ministro Arnaldo Versiani, do TSE, determinou a remessa ao TRE-SP de pedido feito por Bigardi, eleito quarto suplente de deputado estadual pela coligação PT-PCdoB, em 2006, para suspender decisão da Assembléia, que concluiu pela cassação do direito à suplência, por infidelidade partidária. "Recebi ofício do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) via fax apenas para eu tomar ciência do fato. Mas, só dou posse se houver ordem direta do TRE", afirmou o tucano, presidente da Assembléia.

A decisão da Assembléia, segundo o próprio presidente da Casa, foi tomada pelo fato de Bigardi ter trocado o PT pelo PCdoB, em 2007, sem apresentar justa causa. Quatro dos sete políticos que substituíram deputados eleitos prefeitos em 2008 foram empossados. Porém, Bigardi foi ignorado para que Carlos Neder (PT) ficasse com a vaga.

O engenheiro acusa a Assembléia Legislativa de ter ultrapassado a competência da Justiça Eleitoral para decidir sobre o caso. A determinação do ministro torna "definitiva a posse do reclamante (Bigardi) até decisão da Justiça Eleitoral, a ser proferida em eventual processo judicial de apuração de desfiliação imotivada".

Vaz de Lima, por sua vez, avalia que o TSE se diz "incompetente para analisar o caso" e determinou que o "TRE julgue o processo". "Estão tentando dar um caráter de liminar sobre a decisão do TSE que não existe. Se o TRE mandar a decisão, aí sim, dou posse na hora. Mas, vamos lembrar que no começo do mês nenhum dos tribunais emitiu a liminar pedida pelo PCdoB", afirmou.


Os dois lados - Apesar da postura do presidente da Assembléia, Bigardi disse ontem estar confiante que possa ter uma decisão a seu favor em São Paulo. "Tudo deve se resolver nos próximos três ou quatro dias."Outro lado interessado no vaivém das cadeiras da Assembléia, o petista Carlos Neder não foi encontrado ontem para comentar o assunto até o fechamento desta edição. Recados foram deixados no seu gabinete e telefone celular, sem retorno, contudo. Em seu blog na internet há fotos do dia da posse como deputado estadual, realizada em 9 de janeiro, e nenhuma referência à possível perda da cadeira para o político jundiaiense.


THIAGO GODINHO

fonte: JJ

Vaz de Lima aguarda TRE para dar vaga a Pedro Bigardi

Sexta-feira, 23 de janeiro de 2009 1:20:00
Presidente da Assembléia só entrega cargo a jundiaiense se for notificado

Roberta de Sá


O presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo, Vaz de Lima (PSDB), aguarda determinação do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) para dar posse a Pedro Bigardi (PC do B) como deputado estadual.

O TRE, no entanto, ainda espera a chegada do pedido feito anteontem pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que manda o órgão estadual – por não ser de sua competência – determinar que a Assembléia chame Bigardi para assumir imediatamente a cadeira.

Até a tarde de ontem, o pedido não havia chegado.

Bigardi (quarto suplente) foi impedido de tomar posse porque Vaz convocou o quinto suplente, Carlos Neder (PT), sob alegação de infidelidade partidária. O jundiaiense, em 2007, trocou o PT pelo PC do B.

“Enquanto não vier um documento do TRE, quem vai continuar com o cargo é Neder”, diz.

“Estou esperando. Se errei, vou cumprir a decisão judicial”, afirma.

Vaz voltou a justificar que sua ação foi jurídica e não política. “Fui notificado pelo PT que Bigardi deixou o partido sem justa causa e chamei Neder.”


‘Daqui a dois ou três dias assumo’
Ontem, junto com advogados, ele protocolou na Casa uma petição para que seja cumprida a determinação do TSE e revogado o ato que chamou o petista Carlos Neder. “A decisão é clara. Agora é só uma questão burocrática”, afirma.

“No entanto, é claro que o Vaz de Lima [presidente da Alesp] pode esperar o encaminhamento do TRE. Mas o quanto antes corrigir esse erro, mais evitará prejuízos”.

Carlos Neder foi procurado para comentar o caso, mas não foi encontrado pelo telefone.

O diretório estadual do PT informou, via assessoria de imprensa, que o partido tem convicção de que é o dono do mandato e, por isso, vai utilizar todos os recursos jurídicos possíveis para ficar com a cadeira.

“Já é previsto que entrem com processo de infidelidade partidária no TRE. Isso é um direito deles. O que foi um erro foi o Vaz de Lima ter me julgado, o que não cabe a ele”, diz Bigardi.

fonte: BOMDIA

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

TSE dá cadeira a Bigardi

ASSEMBLÉIA

22/1/2009

MARCELO LANGUE PEDRO BIGARDI Ontem, um dia só de boas notícias

PEDRO BIGARDI Ontem, um dia só de boas notícias

O ministro Arnaldo Versiani, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu, ontem, liminar ao engenheiro de Jundiaí, Pedro Bigardi (PCdoB), para que o político assuma imediatamente cadeira como deputado estadual em São Paulo. A sentença suspende decisão da Assembléia Legislativa do Estado que concluiu pela cassação do direito à suplência, por questão de infidelidade partidária.

Bigardi foi quarto suplente de deputado estadual pela coligação PT-PCdoB, em 2006. A decisão da Assembléia, segundo o presidente da Casa, deputado Vaz de Lima (PSDB), foi tomada pelo fato de Bigardi ter trocado o PT pelo PCdoB, em 2007, sem apresentar justa causa. Quatro dos sete políticos que substituíram deputados eleitos prefeitos em 2008 foram empossados na Assembléia. Porém, Bigardi foi ignorado para que Carlos Neder (PT) ficasse com a vaga.

O engenheiro acusa a Assembléia Legislativa de ter ultrapassado a competência da Justiça Eleitoral para decidir sobre o caso. A determinação do ministro torna "definitiva a posse do reclamante (Bigardi) até decisão da Justiça Eleitoral, a ser proferida em eventual processo judicial de apuração de desfiliação imotivada", informa Versiani, em trecho da decisão monocrática. A defesa de Bigardi citou no pedido a Resolução 22.610 do TSE, que trata da infidelidade partidária.

De acordo com a decisão do ministro Versiani, a eventual perda de mandato "não se traduz em conseqüência automática, como parte de desfiliação partidária, pois sempre poderá ser invocada pelo parlamentar a ocorrência de qualquer uma das situações definidas como justa causa". O ministro salienta que compete exclusivamente à Justiça Eleitoral apreciar se existe a situação de justa causa, "assegurando-se ao parlamentar o pleno exercício das garantias constitucionais do contraditório e da ampla defesa".

Ainda de acordo com o ministro, a decisão questionada viola a competência da Justiça Eleitoral ao condenar um parlamentar por eventual prática de infidelidade partidária. O ministro enviou ofício imediato ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que deve acatar a decisão, mesmo antes de publicação no Diário Oficial do Estado. "Foi uma sentença muito profunda e direta. O material está muito bem embasado", comemorou Bigardi.

Ele viaja hoje a São Paulo para obter informações precisas no TRE e Assembléia, de como será o procedimento da posse. "Não sou contra o julgamento sobre a fidelidade partidária. Sou contra a forma como ela foi feita, antes de qualquer ação na Justiça Eleitoral", desabafou. O petista Carlos Neder, que teria sido beneficiado com a vaga antes da decisão do TSE, não foi encontrado para comentar sobre a perda da cadeira até o fechamento desta edição.

THIAGO GODINHO

fonte: JJ