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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Plano Plurianual terá revisão a cada 12 meses

>CÂMARA DE JUNDIAÍ

24/11/2009

MATEUS VIEIRA PPA foi tema no dia 14 de outubro de audiência pública na Câmara. Plano define metas para os próximos quatro anos

PPA foi tema no dia 14 de outubro de audiência pública na Câmara. Plano define metas para os próximos quatro anos

Revisão anual, prestação de contas e relatórios de acompanhamento vão caminhar juntamente com o Plano Plurianual até 2013. O projeto, que fixa as metas e diretrizes da administração por quatro anos (começando em 2010), será votado hoje em sessão exclusiva a partir das 9 horas. Nenhuma emenda foi aprovada - todas foram apresentadas pela oposição, que critica a falta de participação do Legislativo no plano. Segundo o secretário de Finanças, José Antônio Parimoschi, as ações previstas no PPA estão detalhadas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA) e cabe a cada secretaria fazer o ajuste do que é planejado com as receitas, "mantendo, desta forma, o equilíbrio do que se arrecada com o que se gasta".

"O PPA é um referencial para os próximos anos e foi organizado a partir das competências de cada secretaria. Finanças coordena e faz a compatibilização econômica do plano. O PPA passará por revisões periódicas anuais com relatórios de acompanhamento", disse. Segundo Parimoschi, 60% dos recursos estão direcionados para a área social. "Saúde e Educação são fundamentais para garantir desenvolvimento social, enquanto Obras e Serviços Públicos melhoram a qualidade da infraestrutura da cidade. A união destas áreas provoca o círculo virtuoso da economia: uma cidade mais competitiva atrai novas empresas, que geram renda, empregos e promovem consequentemente o desenvolvimento econômico."

Polêmica - Marilena Negro e Durval Orlato, ambos do PT, mais a bancada da legenda na Câmara, propuseram 11 emendas. Todas foram barradas pela Comissão Mista (formada por Economia, Finanças e Orçamento e Justiça e Redação). Os parlamentares que compõem a comissão - com exceção de Marilena - usaram como base os pareceres emitidos pelas diretorias jurídica e financeira. Esta última apontou que todas estavam prejudicadas, enquanto o Jurídico afirmou que duas delas eram ilegais, mas que, seguindo o parecer financeiro, também acreditava que as 11 não deveriam prosperar. "Acreditamos que algumas análises ultrapassaram o limite técnico. Como sou da Comissão Mista, fiz um parecer separado do restante dos vereadores.

A comissão acaba tendo um papel mais político", disse. Para que ambos os petistas conseguissem levar as emendas para análise em plenário, precisariam do apoio da maioria absoluta, ou seja, nove vereadores. "Não conseguiríamos. Apenas na Comissão Mista, já são nove vereadores contra." Durval Orlato aponta que o PPA foi alvo de uma única audiência pública e que faltou espaço para mais discussões. Ele também crítica a inexistência de emendas. "Não conseguimos cumprir o papel como vereadores de fiscalizar a Prefeitura e melhorar o que é enviado para nossa análise. Algumas emendas atendem apelos populares. Além do que, falta transparência para algumas ações."

ROBERTA BORGES
Notícias relacionadas: fonte: JJ

Onze emendas foram apresentadas ao orçamento

>OPOSIÇÃO

24/11/2009

O projeto do orçamento de 2010 recebeu 11 emendas, todas apresentadas pelo PT: cinco de Durval Orlato, cinco de Marilena Negro e uma da bancada. A Câmara informou ontem que ainda não há uma data para a votação da peça orçamentária. A sessão para a apreciação do orçamento também será única, como no caso do PPA. Como o Legislativo entra em recesso no dia 22 de dezembro, a data será marcada em breve. De acordo com a assessoria da Câmara, as emendas ao orçamento seguem agora para avaliação das diretorias jurídica e financeira. Depois, ainda passarão pela Comissão Mista do Legislativo. O orçamento chegou para os vereadores em setembro e o prazo para a apresentação de emendas terminou no dia 13.

Investimentos - O orçamento do município de Jundiaí para 2010 é de R$ 1.009.536.023,00. A maior parte da receita, de acordo com o secretário José Antônio Parimoschi, deve vir da quota-parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS (cuja previsão é de R$ 278 milhões). Em audiência realizada no último 12, na Câmara, foi anunciado que serão abertos concursos públicos para a Guarda Municipal, TV Educativa e Fumas. Para a GM, serão contratados mais 120 homens até o final de 2012. Na TVE (que conta atualmente com 42 funcionários, dos quais cinco efetivos e 37 em comissão), o concurso público vai criar 11 cargos operacionais. Já no Serviço Funerário, serão criados 52 cargos de motoristas e atendentes.

ROBERTA BORGES

fonte: JJ

terça-feira, 19 de maio de 2009

Prefeitura blinda encontro de Miguel e Pedro Bigardi

Terça-feira, 19 de maio de 2009 05:23
Visita de ontem aconteceu a portas fechadas, no gabinete do prefeito

Agência BOM DIA

A prefeitura tentou blindar o encontro entre o prefeito Miguel Haddad (PSDB) e o deputado Pedro Bigardi (PC do B), que tem ações na Justiça para realização de novas eleições em Jundiaí.

O encontro, ontem à tarde, foi informado à imprensa, por meio da assessoria do deputado, mas os jornalistas não puderam acompanhar nem fotografar a reunião, de 30 minutos.

“Temos que pensar na população”, disse Miguel, negando que houvesse algum tipo de constrangimento em receber seu rival político.

Miguel ainda ressaltou que a visita de cortesia faz parte do protocolo de pessoas públicas, independente de partidos.
“Não podemos nos ater a estas questões pequenas”, resumiu Miguel, sobre os recursos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), movidos por Bigardi contra sua posse.

“Não misturo o pessoal com minha posição política”, enfatizou Bigardi.

Segundo o prefeito, não foi solicitado qualquer apoio direto a Bigardi, apenas um encaminhamento feito, a pedido do secretário de Esportes, Alaércio Borelli.

“O Alaércio pediu apoio do ministro dos Esportes, Orlando Silva, [que também é do PC do B] para uma questão do Paulista,”, observou, sem fornecer detalhes.

O secretário da Casa Civil, Juca Rodrigues, acompanhou o encontro, já o vice-prefeito, Luiz Fernando Machado, chegou de um compromisso na saída do deputado.

Saúde será foco de emendas
O deputado estadual Pedro Bigardi afirmou que deverá analisar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) estadual nos próximos dias.

“Pretendo propor emendas no Orçamento estadual para conseguir recursos, sobretudo nas áreas de saúde e assistência social”, exemplificou Bigardi.

Para ele, a primeira visita a Miguel serviu para demonstrar que haverá, de fato, uma separação entre o deputado e o ex-candidato a prefeito.

“Nunca tive problemas em encontrar políticos de outros partidos.”

O encontro com Miguel, segundo Bigardi, foi marcado pessoalmente sem nenhuma demora.

Conforme a agenda de Bigardi, os próximos municípios a serem visitados serão Cabreúva e os integrantes da região de Atibaia.

fonte: BOMDIA

Miguel recebe Bigardi no Paço

AGENDA POLÍTICA

19/5/2009

DIVULGAÇÃO Prefeito Miguel Haddad recebeu, em reunião fechada, o deputado estadual Pedro Bigardi, que apoia a cassação do tucano

Prefeito Miguel Haddad recebeu, em reunião fechada, o deputado estadual Pedro Bigardi, que apoia a cassação do tucano

O que poderia gerar uma saia justa, ontem à tarde no oitavo andar do Paço, terminou aparentemente em clima de confraternização. A visita do deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB) ao prefeito Miguel Haddad (PSDB), rivais políticos, transcorreu com cordialidade. Para o tucano, a visita mostrou que a oposição "mudou". Para Bigardi, o encontro propôs a abertura de um canal entre o município e a Assembleia Legislativa de São Paulo.

A imprensa não teve acesso ao encontro e conversou em separado com os dois políticos. Bigardi afirmou que a reunião faz parte de sua agenda política de visitar todos os municípios da Região. "Na medida do possível, vou atender às demandas, já que sou o único deputado da Região." Bigardi lembrou também que fará emendas parlamentares no final do ano e que irá priorizar as áreas sociais e de saúde do município.

Bigardi afirmou que não houve dificuldade em manter diálogo com o prefeito. "Temos que garantir uma relação e precisamos construir esta relação político-institucional", afirmou. Candidato à reeleição na Assembleia, Bigardi acredita que precisará de 60 mil a 70 mil votos na Região e lembrou que neste ano completaria 30 anos de trabalho na Prefeitura de Jundiaí (ele pediu demissão em 2000). O deputado afirmou também que não precisou de um quebra-gelo para falar com o prefeito. "Não podemos misturar nossa relação política com a pessoal."

Bigardi confirmou que haverá três recursos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra os processos de cassação revertidos no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e favoráveis ao prefeito tucano.

Mudança - Para o prefeito, a oposição mudou. "Esta visita mostra que a oposição amadureceu. Não é mais uma oposição sistêmica e automática. Bigardi está disposto a buscar os melhores caminhos para a população." Miguel afirmou que não teve dificuldades em atender o rival político, que trabalhou nos pedidos de cassação do tucano. "Estamos aqui à frente da administração para buscar o interesse da cidade", salientou o prefeito.

A conversa, que durou 40 minutos, foi acompanhada pelo secretário da Casa Civil, Juca Chaves Rodrigues, que se mostrou satisfeito com o resultado da reunião. Miguel afirmou ainda que levou até Bigardi um pedido do secretário-adjunto de Esportes, Alaércio Borelli, para que o Ministério dos Esportes apoie o Paulista F.C. "Temos os nossos próprios canais de comunicação com o Governo do Estado, mas fiz o pedido que o Borelli me passou", afirmou o prefeito.

ARIADNE GATTOLINI

fonte: JJ

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Vereador da base vota contra

REBELADO

6/5/2009


A maior surpresa da votação da Câmara de Jundiaí em projeto para admissão de agentes comunitários pelo Executivo foi o posicionamento do vererador Paulo Sérgio Martins (PV). Componente chave da base de sustentação do prefeito Miguel Haddad (PSDB), o parlamentar foi contrário à proposta apresentada pelo Executivo Municipal.

Em seu discurso de justificativa de voto, Paulo Sérgio foi ainda mais incisivo. "Não tenho de dar satisfação a ninguém, mas tecnicamente sou favorável ao parecer jurídico da Câmara", iniciou. "De qualquer forma serve para dizer a que a gente veio e que ningúem aqui é office-boy", disparou, em claro recado às tentativas da Prefeitura em influenciar o voto dos aliados.

Além do vereador verde, apenas os petistas Marilena Negro e Durval Orlato votaram contra o projeto de contratação dos agentes por concurso público. "Todos nós (vereadores) já nos declaramos a favor da contratação por CLT. Vocês têm a obrigação de salvar o prefeito dessa enrascada", argumentou Orlato. "Eu manterei a coerência e gostaria que vocês mantivessem seus discursos", disse Marilena antes da votação.

fonte: JJ

sábado, 25 de abril de 2009

Ferrinho deixa 20 anos de oposição e critica o PDT

Sábado, 25 de abril de 2009 03:42
O mais jovem a ser eleito vereador na cidade assume vaga na Cultura

Gustavo Beraldi


O advogado Alexandre Ricardo Tosetto Rossi, o Ferrinho, foi nomeado assessor municipal nível 5 (CC-5), para a Casa da Cultura. Depois de duas décadas na oposição, ele troca de lado.

O mais jovem vereador eleito na história de Jundiaí (aos 20 anos, em 1989), Ferrinho chega aos 40 anos tendo sido presidente do PPS e membro do PDT. E faz um mea-culpa: “Fiquei 20 anos fazendo críticas e o que aconteceu de prático?”

Qual é a proposta do PDT para a cidade?“, indaga. Essas, segundo Ferrinho, são perguntas que para ele continuam sem resposta e, por conta disso, um dos motivos que o levou a mudar o estilo de fazer política agora.

Mas ele enfatiza que não deixará o partido, mesmo enfrentando resistência dentro da sigla. Sobre esse assunto, garante: “Não deixaram que eu saísse candidato na última eleição e fizeram uma reunião para tentar enquadrar os vereadores em infidelidade partidária. Uma manobra para beneficiar o primeiro suplente do partido (João Henrique dos Santos)”, disse, referindo-se à última reunião do partido, em março, na qual os vereadores Zé Dias e Fernando Bardi foram chamados a votar como oposição, na Câmara.

Quanto à experiência na área, ele garante que vontade é o que não lhe falta. “Estou aqui para arregaçar a manga e suar a camisa. A gente mudar de opinião não é nenhuma vergonha. Quero contribuir”. Ele receberá salário mensal de R$ 1.692,38.

fonte: BOMDIA

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Petista cede à pressão e retira projeto polêmico

Quarta-feira, 15 de abril de 2009 01:13
Aliados se comprometeram a cobrar do prefeito envio do Plano Diretor

Gustavo Beraldi

O vereador Durval Orlato (PT) cedeu à pressão da bancada aliada ao prefeito Miguel Haddad (PSDB) e retirou o projeto que condicionava a execução de obras de grande porte ao envio, pela prefeitura, da revisão do Plano Diretor.


A decisão foi tomada após horas de negociação, na manhã de ontem, durante a sessão ordinária da Câmara que por duas vezes foi suspensa para a discussão do item.


Diferentemente das demonstrações de apoio à proposta, ocorridas na semana passada, ontem o discurso dos vereadores da situação era incisivo pela retirada do mesmo.

A mudança de postura é fruto da reunião realizada entre os vereadores da base e o prefeito, na noite de anteontem, conforme o BOM DIA divulgou com exclusividade.

“Embora não tenhamos nada contra a proposta, entendemos que o prefeito tem, legalmente, o prazo até o final do ano para promover as alterações necessárias e enviar a revisão para a Câmara. Não há porque duvidarmos da palavra dele”, sustentou o presidente José Galvão, o Tico (PSDB).

Durval tenta manter manobra
O autor da proposta, Durval Orlato (PT) ainda tentou, em vão, um adiamento da apreciação do projeto para o dia 23 de junho.

“Esse tempo seria suficiente para o prefeito mostrar boa vontade e enviar, pelo menos, o projeto do Estudo de Impacto de Vizinhança.”

Com a retirada, o projeto pode ser reapresentado a qualquer momento, possibilidade que Durval preferiu não desperdiçar, forçando a votação.

Como contrapartida, as bancadas do PV, PMDB e PSDB, se comprometeram de cobrar o envio do Estudo de Impacto de Vizinhança.

“Entendo que está implícito que o envio tenha que ser feito até junho”, acrescentou Durval.

“Não temos como cobrar data”, ressaltou Júlio de Oliveira (PSDB). Já Enivaldo de Freitas, o Val (PTB), frisou que não assumiu qualquer compromisso.

Cobrar estacionamento gera imposto
Sem discussão, os vereadores aprovaram o Projeto de Lei Complementar 857, de Durval Orlato (PT), que tributa os estabelecimentos comerciais, que cobrarem por suas vagas de estacionamento.

Aprovado por 14 a zero, o projeto segue para o prefeito Miguel Haddad, que tem dez dias para vetar ou sancioná-lo. A lei entra em vigor assim que for publicada na “Imprensa Oficial”.

Ela aumentará em 50% o valor do IPTU (Imposto sobre Propriedade Territorial Urbana), além de tributar em 5% de ISSQN (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza) o estabelecimento que fizera a cobrança de estacionamento.

“Hoje, um shopping não paga tributo sobre suas vagas e, por isso, não poderia explorá-las comercialmente.”, diz Durval.

fonte: BOMDIA

Pela ordem 15/04

CENA POLÍTICA

15/4/2009

CI do Samu afundou - Foi rejeitado em Plenário, ontem, o pedido do PT para instauração de Comissão de Investigação (CI) sobre possíveis irregularidades no Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) na cidade. Apenas metade dos vereadores estava em Plenário no momento da votação. Resultado: 6 votos da base aliada pela rejeição da CI, contra apenas os dois votos petistas (Marilena Negro e Durval Orlato). Entre as suspeitas no Samu estão uso indevido da Unidade de Suporte Avançado (USA), funcionários 'fantasmas' e descaso na formatação de relatórios de ocorrências.

fonte: JJ

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

PDT sai do muro e vota junto com aliado

EX-OPOSIÇÃO?

26/2/2009


A previsão do secretário de Assuntos Parlamentares da Prefeitura de Jundiaí, Oraci Gotardo, sobre o caminho do PDT na Câmara de Jundiaí, parece que já está sendo cumprida.

Em entrevista exclusiva publicada no JJ Regional, no último domingo, ele afirmou que "não existe tendência de oposição" nos vereadores pedetistas José Dias e Fernando Bardi. "A bancada tem votado a favor dos projetos e eles dizem que se o projeto for positivo para a sociedade será discutido e votado a favor", afirmou Gotardo.

Ontem, durante a análise de requerimentos de informação solicitados pelos vereadores da oposição, Marilena Negro e Durval Orlato, ambos do PT, Dias e Bardi mantiveram o silêncio e reforçaram a bancada aliada na reprovação de todos os pedidos vindos dos petistas.

Desde o início dessa legislatura, foi criado um suspense sobre o rumo que a bancada do PDT iria tomar na Câmara. Isso porque o partido apoiou o candidato de oposição a prefeito, Pedro Bigardi (PCdoB), nas eleições municipais do ano passado.

O próprio secretário municipal de Assuntos Parlamentares disse ao JJ Regional que a reprovação de requerimentos do PT é arma para proteger o prefeito Miguel Haddad (PSDB). "A bancada de situação tem de blindar o prefeito, senão ele não consegue governar."

fonte: JJ

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Preenchidas chefias das comissões

NOVA CÂMARA

3/2/2009

CRISTINA HAUTZ JUSTIÇA E REDAÇÃO Titular será o delegado Paulo Sérgio (PV)

JUSTIÇA E REDAÇÃO Titular será o delegado Paulo Sérgio (PV)

Em reunião, ontem à tarde, os 16 vereadores da Câmara de Jundiaí definiram os nomes dos presidente de todas as Comissões Permanentes do Legislativo. Já confirmado nos bastidores, o delegado-vereador, Paulo Sérgio Martins (PV), ficou com o cargo mais disputado: a presidência da Comissão de Justiça e Redação. Ele também será presidente da Comissão de Segurança Pública. O delegado foi eleito pelo PV como 3.528, sendo o terceiro mais votado de Jundiaí.

O segundo posto mais concorrido, o de presidente da Comissão de Economia, Finanças e Orçamento, fica com Marcelo Gastaldo (PTB). Das 14 comissões apenas duas serão presididas por vereadores considerados de oposição ao governo do prefeito Miguel Hadadd (PSDB), em cadeiras menos disputadas. José Carlos Ferreira Dias (PDT) será o presidente da recém-criada Comissão de Participação Legislativa e o petista Durval Orlato comandará os trabalhos da Comissão de Direitos Humanos.

Para a composição das comissões há limite de quatro participações por vereador em cada um dos grupos, exceto nas ´novas´ comissões de Comissão de Participação Legislativa e Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. Assim, a peemedebista Ana Tonelli consta como integrante de seis comissões. Já Enivaldo de Freitas, o Val (PTB), vereador mais votado nas eleições de outubro do ano passado, integra cinco Comissões Permanentes.


Os 14 presidentes - Comissão de Justiça e Redação: Paulo Sergio Martins (PV); Comissão de Economia, Finanças e Orçamento: Marcelo Gastaldo (PTB); Comissão de Obras e Serviços Públicos: Sílvio Ermani (PV); Comissão de Educação, Cultura, Esportes e Turismo: Gustavo Martinelli (PSDB); Comissão de Saúde, Higiene e Bem-Estar Social: Antônio Carlos Pereira Neto, o Doca (PP); Comissão de Transportes e Trânsito: Júlio César de Oliveira (PSDB); Comissão de Defesa do Meio Ambiente: Leandro Palmarini (PV); Comissão de Defesa do Consumidor: Enivaldo Ramos de Freitas (PTB); Comissão de Assuntos do Trabalho: Ana Tonelli (PMDB); Comissão de Direitos Humanos: Durval Lopes Orlato (PT); Comissão de Segurança Pública: Paulo Sérgio Martins (PV); Comissão de Defesa da Criança, do Idoso e da Pessoa Portadora de Deficiência: Domingos Fonte Basso (PSDC); Comissão de Participação Legislativa: José Dias (PDT); Comissão de Ética e Decoro Parlamentar: Júlio César de Oliveira (PSDB).

THIAGO GODINHO

fonte: JJ

Vereadores iniciam trabalhos com maioria da situação / Sessões voltam hoje, às 9h

Terça-feira, 03 de fevereiro de 2009 0:01:00
Quatro projetos serão votados na sessão da Câmara de hoje, a primeira do ano, com apenas quatro políticos da oposição

Roberta de Sá

Uma Câmara pró administração Miguel Haddad (PSDB) faz hoje, às 9h, a primeira sessão ordinária de 2009.


Dos 16 vereadores desta nova legislatura, somente quatro são oposição. No entanto, Fernando Bardi e José Dias, do PDT, com o discurso de que votarão com a população, não convencem de que vão votar contra o prefeito nas sessões.

“Eu não vejo problemas em sermos poucos. Só que teremos de ser bastante criativos e propositivos para fazer o debate de igual para igual”, diz o petista Durval Orlato.

O vereador estreante Paulo Sérgio Martins (PV) não acredita em um “massacre” da base do governo. “Não é só porque eles estão na oposição que vamos votar contra todas as propostas deles.”

Com esse novo formato, a Câmara votará hoje quatro projetos de lei propostos em 2008. Entre as propostas está uma lei que exige sistema de segurança contra descargas atmosféricas em locais abertos e de aglomeração de pessoas.

Comissões
Ontem, depois de uma reunião, os vereadores definiram os 14 presidentes das Comissões Permanentes da Casa. O PT e PDT, depois de muita conversa, conseguiram uma presidência cada.

fonte: BOMDIA
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FIM DO RECESSO

3/2/2009

A rotina das manhãs de terças-feiras de sessão ordinária na Câmara de Jundiaí volta hoje. Às 9 horas, os vereadores eleitos fazem ´estréia´ com uma pauta enxuta. Quatro itens compõem a Ordem do Dia (Leia mais na coluna Pela Ordem).


O presidente da Câmara, José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), comandará oficialmente pela primeira vez as votações legislativas. E ele já pretende inovar, ao diminuir as discussões entre vereadores da situação e da oposição, durante o Pequeno Expediente. A idéia do tucano é fazer com que as análises paralelas sobre os projetos sejam feitas no Grande Expediente, ou seja, após as votações dos itens da pauta.

fonte: JJ

domingo, 25 de janeiro de 2009

Situação loteia comissões e oposição fica de fora

Domingo, 25 de janeiro de 2009 1:11:00
A lista está fechada há semanas; Paulo Sérgio Martins é o mais beneficiado

Roberta de Sá

Os 12 vereadores da situação lotearam as presidências das 14 Comissões Permanentes do Executivo e deixaram de fora a oposição.

Apesar da escolha oficial dos nomes estar prevista para o dia 3 de fevereiro, quando começam as sessões ordinárias, o BOM DIA apurou que a situação, por ser maioria na Casa, fechou a lista faz algumas semanas.

As Comissões consideradas as mais importantes, Justiça e Redação, e Economia, Finanças e Orçamento - que formam a Comissão Mista durante a avaliação do Orçamento - ficaram com Paulo Sérgio Martins (PV) e Marcelo Gastaldo (PTB), respectivamente.

Paulo Sérgio também ficou com o comando da Comissão de Segurança Pública, por ser delegado de polícia.

Além dele, Júlio César de Oliveira (PSDB), e Mingo Fonte Basso (PSDC) acumularam a presidência de dois grupos.

Julião foi escolhido para Transportes e Trânsito, e Ética e Decoro Parlamentar, enquanto Mingo ficou com as Comissões de Defesa da Criança, do Idoso e da Pessoa Portadora de Deficiência, e de Participação Legislativa. (Veja mais no quadro acima)

Ontem, Mingo confirmou a existência da lista, no entanto, falou uma nova discussão será feita e, talvez, os nomes não sejam mantidos.

Ele não confirmou que a nova discussão estaria ligada a pressão dos quatro vereadores da oposição que também querem estar nas presidências.

“Estava mais ou menos decido, mas outra discussão deve ocorrer no dia 3 e só depois será definido. Não posso mais dizer se serei presidente de dois grupos”, frisa o parlamentar.


PT e PDT rechaçam bloqueio dos cargos
A oposição - PT e PDT - diz que não aceita a suposta divisão. Cada partido, que tem duas cadeiras no Legislativo, pretende conseguir pelo menos a presidência de uma Comissão.

“Estamos aguardando para resolver isso. Mas como nós temos dois vereadores, temos o direito, assim como o PT”, fala José Dias (PDT).

Já o petista Durval Orlato, preferiu não comentar a lista.

Contudo, ele adianta que se a legenda não conseguir o comando de um grupo, vai exigir que seja respeitado o Regimento Interno da Câmara, que fala sobre a proporcionalidade.

“Como o artigo não especifica que deve ser respeitada a proporcionalidade só na escolha dos membros, fica claro que a determinação também é válida para a presidência. Então, teremos direito a uma, pelo menos”, diz.

A situacionista Ana Tonelli (PMDB) adianta que um acordo pode ser feito. “As lideranças podem se reunir e acertar isso da melhor maneira. Não tem nada de oposição de fora. Nós vamos conversar direito”, frisa.

O presidente da Casa, José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), apesar de não poder interferir, também aposta em um acerto entre os partidos, antes da sessão.

fonte: BOMDIA

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A oposição será 'responsável'

POLÍTICA

20/1/2009

VALTER TOZETO JR ORLATO Proposta de oposição sem ranço político na Câmara

ORLATO Proposta de oposição sem ranço político na Câmara

Com um vereador a menos que os três da bancada da legislatura passada, os parlamentares eleitos pelo PT estudam estratégias para ´enfrentar´ o grupo de sustentação do prefeito Miguel Haddad (PSDB), na Câmara de Jundiaí. Durval Orlato e Marilena Negro têm como trunfo um pacto de convivência interno para manter a linha de trabalho e, assim, qualificar a atuação oposicionista. "Nossos posicionamentos continuam os mesmos. Sabemos o caminho a seguir com uma postura coerente e definida", promete Marilena.

Apesar do discurso mais ´light´ dos que identificam a vereadora nos ásperos debates em plenário, quem acompanha as sessões ordinárias na Câmara não deve esperar uma figura diferente da apresentada nos últimos anos: a imagem da pedra no sapato do prefeito. Trabalho este, garante, feito com responsabilidade. "O Miguel Haddad pediu que a oposição seja crítica e que contribua com a cidade e assim vai ser. Mas, em alguns assuntos, vamos envolver o Ministério Público (MP)", destaca. "Não vamos poupá-lo porque está iniciando. Vamos trabalhar contra a proposta que é de uma legenda partidária e ele assume esse ônus."

Outra questão lembrada pela petista é o combate ao nepotismo em todos os poderes. No âmbito do Legislativo, a proposta é a de alteração no Regimento Interno para que os requerimentos de informação ao Executivo não sejam mais submetidos à votação em plenário. Dessa forma, as perguntas teriam aprovação automática e iriam direto à Prefeitura. "Isso diminuiria o tempo de discussão em sessão e permitiria mais debate dos projetos. Poderíamos, neste caso, negociar um número limite de requerimentos apresentados", propõe.

Caso não dê certo a proposta, Durval Orlato já ensaia medidas mais ríspidas: divulgar os assuntos questionados e que foram rejeitados, além de apontar os nomes dos vereadores contrários. "Não sei se farei isso por e-mail ou por panfletagem. Mas, acho que todos têm de saber quem foi contra o que", analisa Durval. "Espero que cada vereador, em especial os novos, tenham responsabilidade em responder isso aos eleitores."

Os embates, porém, não devem se intensificar já na primeira sessão ordinária. Durval ressalta que as duas primeiras terças-feiras de trabalho devem ser de estudo entre os adversários políticos. "Acredito que dará para se ter uma idéia das posturas após umas três ou quatro sessões", afirma.

O oposicionista acredita que a redução de números de vereadores na oposição - reforçada ainda pela indefinição da bancada do PDT - não trará mudanças na atuação do PT. "O número já não influi na votação. Desde 2000 não conseguimos atingir os dois terços para mudar diretamente alguma coisa." A primeira sessão do ano acontecerá dia 3 de fevereiro.

THIAGO GODINHO

fonte: JJ