segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Câmara vota amanhã títulos honoríficos

HOMENAGENS

31/8/2009


A sessão ordinária de amanhã, a partir das 9 horas, na Câmara Municipal de Jundiaí, vota projetos de decreto legislativo para conceder títulos honoríficos a pessoas ou instituições. Segundo a assessoria de imprensa da Casa, foram apresentadas 44 propostas para serem apreciadas. Cada vereador indicou dois nomes e a Mesa Diretora apresentou 12. Os nomes, porém, serão divulgados após a votação. Já a entrega dos títulos está prevista para o fim do ano, em sessão solene no Teatro Polytheama.

São considerados títulos honoríficos as categorias Cidadão Jundiaiense, Cidadão Benemérito, Exportador do Ano, Ordem do Mérito "Conde de Parnaíba", Ordem do Mérito "Comendador Giuseppe Franco", Ordem do Mérito "Professor Joaquim Candelário de Freitas", Funcionário Público Municipal do Ano, Ordem do Mérito Municipal, Medalha Petronilha Antunes, Diploma do Mérito Operário, Diploma de Reconhecimento, Diploma do Mérito Policial, Diploma do Mérito Esportivo, Diploma do Mérito Ecológico, Diploma do Mérito Administrativo, Diploma do Mérito Jornalístico, Medalha "Professor José Feliciano de Oliveira", Medalha "Monsenhor Hamilton José Bianchi" de Direitos Humanos, Diploma de Homenagem Póstuma, Diploma do Mérito Religioso, Diploma de Benemérito Amigo da Criança, Medalha "Zumbi dos Palmares", Medalha "Herbert de Souza - Betinho", Medalha "Cornélio Pires", Diploma "Mulher Cidadã Clara Zetkin", Diploma de Amigo do Meio Ambiente e Diploma Jovem Especial de Talento.

Regimento - Conforme regimento interno da Câmara, cada vereador só poderá apresentar anualmente dois projetos e a proposta será admitida pela Mesa se estiver instruída com a biografia completa de quem se pretende homenagear.

No ano passado foram apresentados 45 projetos e, entre os homenageados, estiveram a dupla Rosa e Rosinha, padre Luiz Marin, maestro Mário Luiz Borin, Padaria Avenida, Programa de Esportes e Atividades Motoras Adaptadas (Peama), pastor Vanderlei Humberto Coco, Movimento de Cursilhos de Cristandade da Diocese de Jundiaí e Walter da Costa e Silva, entre outras pessoas ou instituições.

PAULA MESTRINEL

fonte: JJ

domingo, 30 de agosto de 2009

I Seminário Multidisciplinar de Saúde da População Negra de Jundiaí

DIA 15/09/09 na Faculdade de Medicina de Jundiaí


Inscrições até 13/09/09 na Secretaria FMJ ou

email: grupozama@ig.com.br


Contatos: Grupo Materno-Infantil
grupo.maternoinfantil@gmail.com
Tel: (11) 8385-4578 – Karen
Grupo Zama
grupozama@ig.com.br
(11) 3446-5809 e (11) 9567-8289 – Jorge Reis

Prefeituras lançam diferentes meios para garantir participação no orçamento

Domingo, 30 de agosto de 2009 14:30
No início de agosto consulta já tinha mais de 700 participantes

Agência BOM DIA

Com métodos diferentes, prefeituras da região buscam garantir a participação da comunidade em seus orçamentos para 2010, que devem ser enviados para aprovação dos vereadores em setembro. Em Jundiaí, o uso do computador para o envio de sugestões foi adotado há três anos e funciona no portal da prefeitura (www.jundiai.sp.gov.br) com prazo até este domingo.

No início de agosto a consulta já contava com mais de 700 participantes (contra 512 no ano passado). Para turbinar o resultado, em julho ocorreu uma pesquisa de opinião ouvindo 2 mil pessoas nos bairros.

Em Várzea Paulista, as reuniões ao vivo nas seis regiões de orçamento participativo tiveram mais de 2 mil pessoas. Algumas áreas cresceram 140% sobre 2008. Outras cidades da região também inovam no orçamento. A Prefeitura de Cajamar fez audiências públicas entre 18 a 21 de agosto. Em Itatiba, a consulta on-line foi reforçada pelo estímulo a sugestões nas reuniões de bairro. Em Campo Limpo Paulista, uma experiência online no ano passado teve pouco interesse popular.

fonte: BOMDIA

Chinaglia se mantém contra a proposta de mais vereadores

Domingo, 30 de agosto de 2009 14:35
Ex-presidente da Câmara, Chinaglia defende texto inicial

Robson Moura
Agência BOM DIA

O deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados Arlindo Chinaglia (PT) reafirmou neste sábado em Jundiaí sua posição contrária a PEC 336/09 que prevê o aumento no número de vereadores nas Câmaras Municipais de todo o país. No passado, ele se recusou a promulgar a medida.

Em visita à cidade, ele disse que ainda acredita no bom senso dos colegas para barrar a proposta. A PEC aumenta em 8 mil o número de vereadores no país. Para a medida entrar em vigor, deverá ser votada pelo plenário em dois turnos.

“Infelizmente algumas pessoas têm interesses distintos na aprovação da PEC”, afirmou. Ele se referiu a suplentes e prefeitos que podem ganhar ou perder a maioria na Câmara. “Para a proposta ser aprovada precisaria ser desmembrada e voltar ao texto original que prevê uma redução maior dos gastos públicos”, disse.


Serviço
E-mail de Arlindo Chinaglia: dep.arlindochinaglia@camara.gov.br


‘PT local ainda não desabrochou’
O deputado Chinaglia reconhece que Jundiaí é um reduto tucano e que essa hegemonia ainda pode ser quebrada. “O PT local tem uma representatividade importante, mas ainda precisa crescer. Acredito que a seiva do PT jundiaiense ainda não desabrochou”, disse.

Chinaglia afirma que uma das formas do partido conquistar uma vitória expressiva nas urnas é manter seus nomes. Ele lembrou das saídas de Mauro Menuchi e Pedro Bigardi da legenda. “São pessoas representativas.”

Em sua visita à sede do Sindicato dos Alimentícios, o deputado conversou com a direção local sobre a política nacional e as eleições internas. “Hoje o PT vive um raro momento de unidade”, afirmou. Todas as alas do partido estiveram presentes no encontro que se estendeu até o final da tarde.

fonte: BOMDIA

'Seiva do PT não desabrochou em Jundiaí', afirma deputado

ARLINDO CHINAGLIA

30/8/2009

ALEXANDRE MARTINS Arlindo Chinaglia - Deputado federal se reuniu com membros do partido na cidade

Arlindo Chinaglia - Deputado federal se reuniu com membros do partido na cidade

O deputado federal Arlindo Chinaglia (PT) está visitando a Região desde sexta-feira e passou por Jundiaí na tarde de ontem, quando reuniu-se com filiados do partido. "Nos últimos cinco anos viajei pouco por conta do trabalho e agora quero retomar os contatos, conhecendo a realidade de cada local", destacou.

Ex-presidente da Câmara dos Deputados e líder do PT em 2004-2005, Chinaglia veio a Jundiaí em várias ocasiões e comentou que o movimento sindical é forte. "A cidade formou quadros importantes, mas também teve alguns tropeços. Tivemos o mesmo candidato a prefeito por duas vezes, Pedro Bigardi, que acabou saindo do partido. A seiva do PT ainda não desabrochou em Jundiaí. Há uma forte hegemonia do PSDB aqui", destacou.

Com 18.300 votos obtidos na Região, o deputado federal visitará mais três cidades neste domingo, completando 12 municípios desde sexta. Para ele, o PT está redescobrindo caminhos em Jundiaí. "A cidade tem números acima da média em vários aspectos e qualidade de vida. Mas mesmo havendo hegemonia do PSDB, sabemos que houve divergências seríssimas deste partido", cita.

Chinaglia ainda comentou sobre a crise no Senado e as denúncias contra José Sarney. "Quando falamos nessa crise, parece até que o Sarney é do PT, e que o Renan é do PT. As sucessivas administrações do Senado são irregulares e os atos secretos não têm validade. Quem é que vai devolver o dinheiro?", afirma.

Recebido pelo presidente do PT local, Sérgio Dutra; ex-vereador e ex-candidato a prefeito Gerson Sartori; vereadora Marilena Negro; e filiados do partido, Chinaglia também foi cobrado por emendas que trariam benefício a Jundiaí. Entre elas, uma proposta sobre a criação de um centro cultural e esportivo na Vila Comercial.

PAULA MESTRINEL

fonte: JJ

"O foco é a gestão de resultados"

MIGUEL, EXCLUSIVO

30/8/2009

FABIANO MAIA Miguel:

Miguel: "O empresário tem confiança para investir aqui"

O prefeito de Jundiaí, Miguel Haddad (PSDB), disse que o seu terceiro mandato será marcado por uma gestão profissional e de resultados, tendo como foco a área social. "Cada vez mais, o chefe do Executivo tem um viés de administrador com perfil de resultados. E a nossa administração tem como bandeira a área social, com 60% do orçamento municipal", afirmou o prefeito, em entrevista exclusiva ao Jornal de Jundiaí Regional. O tucano falou sobre a possibilidade de criar uma fundação para administrar o trânsito no município, aulas em período integral com dois professores nas salas e descartou a possibilidade de estatizar a DAE S.A.

O prefeito se orgulha de conseguir atrair para Jundiaí novas empresas - como a Arconvert, que nessa semana anunciou que investirá R$ 40 milhões em sua unidade na cidade.

Jornal de Jundiaí - Qual é a análise que o senhor faz sobre o início de seu terceiro mandato e qual o comparativo em relação às suas administrações anteriores?
Miguel Haddad - Temos aí seis, sete meses que são o processo de maturação natural para que você dê o seu ritmo e imponha as suas características e prioridades. Diagnosticamos em que ponto estava a administração para, a partir daí, estabelecer quais ações poderíamos desenvolver. Não faço uma avaliação dos desdobramentos e das ações que foram desenvolvidas no governo Ary Fossen. Está mudando o perfil do gestor público e o chefe do Executivo tem cada vez menos viés populista e cada vez mais viés de administrador, com um perfil de resultados.

JJ - Logo após a sua eleição, o senhor disse que iria nomear um secretariado técnico. A oposição alega que isso não foi adotado na prática. Como o senhor analisa essas críticas?
Miguel - Você não pode confundir a formação profissional com a qualificação para ocupar o cargo. Eu diria que 90% do secretariado, inclusive a sua formação acadêmica, é compatível com a atividade que ele desenvolve. Aqueles que não são têm qualificação técnica de gestão que permitem ocupar o cargo. Não podemos confundir a formação técnica com a competência para o cargo. O fundamental é que cada secretaria possa obter resultados.

JJ - Há a possibilidade do Hospital Regional não sair do papel ou do hospital ser implantado em outro local?
Miguel - Tudo caminha para implantarmos o Hospital Regional na Casa de Saúde. Nesse momento, os estudos caminham nessa linha e não há nenhum estudo diferente.

JJ - Existe algum estudo para que a DAE S.A., que hoje é uma empresa de economia mista, volte a ser uma autarquia municipal?
Miguel - Não. A transformação da DAE em Sociedade Anônima foi feita com uma avaliação muito detalhada. O Banco do Brasil, a Petrobras, a Sabesp, Caixa Econômica Federal... todas são S.A.. Será que todos estão errados? A DAE só tem melhorado desde então. Jundiaí é referência em saneamento. Dez anos depois, a DAE continua bem, implantou o Parque da Cidade, continuou investimentos na rede de esgoto e água de Jundiaí, ampliou a represa e continua ampliando. A DAE passou a ter mais liberdade e pode buscar linhas de crédito para ampliar quando necessário. A S.A. é um passo rumo à modernidade.

JJ - Tendo em vista esse resultado obtido com a DAE, existe a intenção em transformar outras autarquias em S.A.?
Miguel - Nesse momento não existe a possibilidade de outras transformações. Temos pensado em criar uma fundação ou algo do tipo para o sistema de trânsito, como existe em São Paulo, com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). Estamos avaliando essa possibilidade.

JJ - Que tipo de investimentos estão previstos na área de Educação?
Miguel - Jundiaí tem pela primeira vez uma proposta pedagógica única. Temos a Fundação Vanzolini desenvolvendo um programa de capacitação para os educadores. Estamos analisando a questão do segundo professor nas salas de aula e discutindo o número de horas de aula por dia, que poderiam ser num período integral, e também a possibilidade de uma equipe de apoio para crianças com dificuldade de aprendizado. Precisamos ver onde isso poderia ser implantado em Jundiaí. Essas propostas já foram encaminhadas para o Judiciário analisar.

JJ - A implantação de uma universidade pública no município já está sendo sendo discutida?
Miguel - Estamos conversando com três universidades públicas para tentar viabilizar. Há conversas com a Unicamp, pela proximidade, com a Unesp e com a USP. Estamos trabalhando para isso. E tentando ampliar os cursos oferecidos na Fatec.

JJ - Recentemente o prédio onde o senhor reside foi alvo de um roubo. Enfim, a violência está crescendo. Existe a ideia de se criar a Secretaria Municipal de Segurança Pública?
Miguel - Não. Reuniões vêm sendo feitas com a Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal visando maior integração entre as polícias e possibilitando otimização dos recursos. A primeira coisa que fizemos foi colocar toda a Guarda Municipal nas ruas. Estão chegando 20 novas viaturas para a GM, pois os recursos já foram liberados. Investimos em armamentos, coletes e motocicletas. Vamos começar a dar cursos para capacitar os vigilantes para estarem integrados ao sistema de segurança da cidade e comunicação com as forças policiais.

JJ - Centenas de crianças conseguiram vagas em creches públicas municipais por meio da Justiça. Há previsão de investimentos em novas creches?
Miguel - Até o término deste ano, serão inauguradas três novas creches no Jardim Tamoio, Residencial Jundiaí e Jardim Novo Horizonte, o que possibilitará a criação de 380 novas vagas. Estamos pensando em outras alternativas para atender a essa demanda que parece que explodiu nos últimos três ou quatro anos. Estamos respeitando as determinações do Judiciário e as solicitações que nos são feitas através do poder público. Nós respeitamos as posições. Só precisamos ter mecanismos para viabilizar e fazer com qualidade.

JJ - Como o senhor avalia o relacionamento do Executivo com a oposição em Jundiaí?
Miguel - Não dá para falar em democracia se não houver espaço e respeito à oposição, e cabe a ela construir a sociedade. Este é o papel da oposição, e não a desconstrução. É natural que você tenha divergências e opiniões totalmente distintas. É importante que existam opiniões contrárias. O que não pode é ter uma oposição que se posiciona contrária para não viabilizar os projetos, para que a administração municipal não tenha êxito. Em Jundiaí, basta fazer uma reflexão de como foram as eleições, o discurso e a forma como a oposição agiu e você consegue avaliar se nós temos tido oposição construtiva ou não.

ELTON FERNANDES

fonte: JJ

Governo vetou 30 projetos

ESTATÍSTICA

29/8/2009


A Câmara de Jundiaí derrubou 53% dos vetos apresentados pela Prefeitura de Jundiaí aos projetos de lei votados neste ano. Dos 30 vetos do Executivo às propostas dos vereadores nas 27 sessões ordinárias realizadas até agora, 16 foram rejeitados e 14 mantidos.

Entre os 30 projetos vetados, 21 tiveram parecer favorável da consultoria jurídica da Câmara e, posteriormente, receberam parecer contrário do Executivo. As consultorias jurídicas da Câmara e da Prefeitura alegam, em suas justificativas nos pareceres, diferentes jurisprudências para explicar a legalidade dos projetos ou vetos.

O prefeito Miguel Haddad (PSDB), em entrevista à reportagem, disse que não se preocupa com a quantidade de vetos derrubados. "É natural, pois a Câmara é independente. Temos uma harmonia boa, sem dificuldades para trabalhar", afirmou o prefeito.

fonte: JJ

Câmaras começam a adotar medidas em sites

LEGISLATIVO

28/8/2009


As Câmaras Municipais da região de Jundiaí também procuram mostrar transparência na administração do dinheiro público por meio da internet. Ontem, a Câmara de Louveira reuniu a imprensa para apresentar um projeto chamado "Transparência Total", em que prevê a divulgação diária dos processos de compra realizados pelo Legislativo local.

O sistema estará disponível para consulta pública dentro de 40 dias e trará dados retroativos a janeiro deste ano. Também serão disponibilizados os nomes e as funções dos servidores concursados e comissionados que atuam no local. As informações, segundo a assessoria de imprensa, serão disponibilizadas dentro de 15 dias.

O site da Câmara de Jundiaí permite ao internauta acompanhar o andamento dos processos de licitação para compra de materiais e contratação de serviços para o Legislativo jundiaiense.

Segundo informou a assessoria de imprensa da Câmara jundiaiense, há a intenção de aumentar a quantidade de informações disponíveis à população na internet. Atualmente, é possível acessar as despesas, projetos de leis, leis, informações sobre os vereadores e vídeos das sessões e audiências públicas na íntegra.

De acordo com a assessoria de imprensa da Câmara, a orientação do presidente do Legislativo jundiaiense é a de continuar esse processo de melhoria da transparência e dos canais de interação com a população.

As Câmaras de Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista não apresentam dados detalhados de prestação de contas e não possuem projetos que preveem a divulgação de tais informações. A Câmara de São Paulo informa as despesas do gabinete de cada vereador da Casa.

fonte: JJ

Miguel Haddad (PSDB) faz visita à Casa de Saúde e anuncia orçamento de obra

Sexta-feira, 28 de agosto de 2009 05:11
De acordo com prefeito, reforma vai consumir até R$ 18 milhões dos cofres públicos

Agência BOM DIA

O projeto arquitetônico do futuro Hospital Regional de Jundiaí foi apresentado nesta quinta-feira pela secretária de Saúde, Tânia Pupo, e pelo prefeito, Miguel Haddad (PSDB), durante mais uma visita ao antigo prédio da Casa de Saúde, desativado já há quase três anos, onde funcionará o novo hospital.

O projeto foi feito pela Secretaria Estadual de Saúde e entregue há cerca de um mês à prefeitura, conforme informou o secretário de Obras, Sinésio Scarabello, presente também durante as checagens das instalações do prédio, nesta quinta-feira.

Ainda sem nenhuma previsão de início das obras, muito menos de funcionamento do hospital, Miguel disse que a reforma pode consumir até R$ 18 milhões dos cofres públicos. O valor foi confirmado pelo secretário de Obras e calculado de acordo com os gastos que estão sendo feitos na reforma do AME (Atendimento Médico de Especialidade), no Centro.

“Não é um valor certo, podendo variar de R$ 16 milhões a R$ 18 milhões. No entanto, é maior do que estávamos prevendo, que era a metade disso”, disse Sinésio.

Embora não haja previsão de quando as obras terão um início, Sinésio explicou que uma reforma desse porte não dura menos do que um ano de execução. Na ocasião, também foi confirmada a Unicamp como futura gestora do hospital.

fonte: BOMDIA

Salário e nome na net? Aqui não

SERVIÇO PÚBLICO

28/8/2009

MARCELO LANGUE Nomes e salários dos servidores na rede é só na Capital

Nomes e salários dos servidores na rede é só na Capital

As Prefeituras de municípios na região de Jundiaí não pretendem divulgar na internet o salário dos servidores públicos municipais, medida adotada pela Prefeitura de São Paulo há cerca de dois meses. No site www.prefeitura.sp.gov.br, há um link chamado "De Olho nas Contas", em que é possível visualizar o nome dos servidores, cargo, secretaria a qual está subordinado e o salário de cada um deles.

O Jornal de Jundiaí Regional entrou em contato com as Prefeituras de Jundiaí, Louveira, Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista. Segundo informaram as assessorias de imprensa das quatro administrações, nenhuma tem planos para fazer a divulgação por meio do site ou outro canal de comunicação.

Em Jundiaí, a Secretaria de Finanças informou que já disponibiliza uma série de dados pelo link "Finanças Públicas" e prevê uma reformulação no layout do site, informando o quanto o município gasta com o pagamento de salários.

A Prefeitura de Várzea Paulista informou, pela assessoria de imprensa, que disponibiliza no site a publicação dos atos oficiais, licitações e pregões, bem como a legislação atual. No novo portal que está sendo desenvolvido, o acesso a estas informações será facilitado para os visitantes. Em Louveira e Campo Limpo Paulista, também estão previstas reformulações nos sites, mas sem a divulgação detalhada de gastos com a folha de pagamento.

Polêmica - A divulgação dos salários de todo o funcionalismo da Prefeitura de São Paulo, anunciado no dia 16 de junho pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM), foi parar na Justiça. A Federação das Associações Sindicais e Profissionais de Servidores da Prefeitura de São Paulo entrou com pedido de liminar pedindo a retirada das informações da internet. O pedido foi suspenso no final de junho pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

ELTON FERNANDES
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Câmaras poderão ter mais 8 mil vereadores

PROJETO/APROVAÇÃO

27/8/2009


A proposta de emenda à Constituição que aumenta o número de vereadores no país, a chamada PEC dos Vereadores, foi aprovada na madrugada desta quinta-feira (26) pela comissão especial da Câmara criada para analisar o assunto. Pela proposta, o país terá 8 mil novos vereadores. O projeto aumenta o número de vereadores de 51,7 mil para 59,7 mil. A proposta que reduz os gastos com os legislativos municipais também foi aprovada. Ela reduz de 5% para 4,5% o percentual máximo das receitas tributárias e das transferência municipais para financiamento da Câmara Municipal.

A matéria precisou de nova tramitação na Casa porque no ano passado a Câmara aprovou uma PEC que aumentava o número de vereadores, mas previa a redução de gastos com as câmaras municipais. Na votação da proposta no Senado, a PEC foi dividida em duas: uma trata do aumento do número de vereadores, e a outra, dos gastos com os legislativos municipais. A PEC que eleva o número de vereadores foi aprovada pelos senadores, mas não chegou a ser promulgada.

O então presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), recusou-se a promulgar a proposta com o argumento de que o acordo era a elevação do número de vereadores com a redução das despesas. De lá para cá, a pressão dos suplentes de vereadores para resolver o impasse tem sido grande. Agora, a proposta segue para o plenário da Câmara, onde passará por dois turnos de votação. Se os deputados aprovarem o texto sem alterações, a PEC poderá ser promulgada e incluída na Constituição. Se o texto dos deputados for diferente do aprovado pelos senadores no ano passado, terá que ser enviado para nova análise no Senado.

AGÊNCIA BRASIL

fonte: JJ

Campanha para doação de sangue recebe apoio

MOBILIZAÇÃO

27/8/2009


Outro projeto que tramita na Câmara de Jundiaí e foi discutido em audiência pública realizada ontem prevê a instituição de uma campanha permanente de incentivo à doação de sangue no município.

O projeto é de autoria dos vereadores Leandro Palmarini (PV) e Gustavo Martinelli (PSDB) e recebeu apoio de representantes da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Jundiaí, Corpo de Bombeiros e da Colsan (Associação Beneficente de Coleta de Sangue), que participaram da audiência pública do Legislativo.

Segundo os vereadores, foram convidados diretores de hospitais e de bancos de sangue de instituições públicas e particulares da cidade, mas eles não compareceram ontem. "Nós atendemos em média 400 doadores por semana, sendo que temos capacidade para atender até 800 pessoas", disse João Augusto Gonçalves, gerente médico da Colsan em Jundiaí.

ELTON FERNANDES

fonte: JJ

Fica aqui uma pergunta: Por que será que esses diretores não puderam comparecer?
Uma possível resposta: Eles estavam trabalhando, como todos fazem às nove horas da manhã de uma terça-feira.

Secretário admite falha

SOLUÇÃO

27/8/2009


O secretário municipal de Planejamento e Meio Ambiente, Jaderson Spina, reconheceu durante a audiência pública que houve falha na elaboração dos projetos para instalação dos núcleos habitacionais de interesse social no município. "Não foi prevista área comercial e deveríamos ter visto isso no passado", afirmou o secretário. "Agora precisamos corrigir e evitar que aconteça novamente", disse Spina.

De acordo com ele, será apresentada ao prefeito Miguel Haddad (PSDB) a possibilidade de se desapropriar áreas junto aos núcleos habitacionais existentes na cidade para montar centros comerciais nestas regiões. "Se isso for viável, deveremos abrir licitação para os interessados em montar estabelecimentos comerciais naquelas áreas. O que não podemos é regular o comércio nas residências."

fonte: JJ

Câmara nega transporte gratuito para creches

PROJETO REJEITADO

25/8/2009

FABIANO MAIA Transportadores escolares levaram faixas na Câmara para pedir rejeição do projeto de lei

Transportadores escolares levaram faixas na Câmara para pedir rejeição do projeto de lei

A Câmara de Jundiaí negou ontem (25) a concessão de transporte gratuito para alunos de zero a seis anos de idade que frequentam creches e escolas públicas no município. O projeto de lei 10.188/2009, de autoria do vereador Durval Orlato (PT), que previa o transporte gratuito, foi rejeitado por 13 votos contrários e um a favor, do autor da proposta. Sua colega de bancada, Marilena Negro (PT), não estava no plenário no momento da votação.

O projeto estava em trâmite no Legislativo jundiaiense desde abril e teve a votação adiada em duas ocasiões - a última delas por solicitação do Sindicato dos Transportadores Escolares de Jundiaí e Região (Sintrejur).

A pressão dos sindicalistas voltou a motivar a decisão ontem, quando cerca de 20 transportadores escolares acompanharam a votação carregando faixas com dizeres contrários à aprovação do projeto. Eles alegaram que o serviço gratuito iria prejudicar cerca de 400 pessoas que trabalham nesta área.

A sessão chegou a ser suspensa por alguns minutos para que a bancada governista discutisse o projeto a portas fechadas, no gabinete do presidente da Câmara, José Galvão de Braga Campos, o Tico (PSDB). "Só fomos contrários à proposta porque não tivemos tempo de analisá-la", disse Moacir Biazin, presidente do Sintrejur.

No sábado, representantes do sindicato participaram de reunião com o vereador para definir eventuais alterações à proposta e evitar possíveis prejuízos aos trabalhadores.
"Não entendi essa manifestação contrária e as faixas criticando a aprovação do projeto", disse o vereador . "Talvez tenha sido motivação política, já que ele foi candidato por um partido que apoia o governo", afirmou Orlato.

Biazin foi candidato a vereador pelo PP no ano passado e teve cerca de mil votos. "Não teve nada a ver com política. Acho que prevaleceu a consciência de cada vereador", afirmou o sindicalista.

O vereador petista disse que pretende orientar os pais que necessitam do transporte gratuito para recorreram ao poder Judiciário para conseguir o serviço para as crianças do município. "A Câmara perdeu uma excelente oportunidade de dar uma contribuição para a cidade", disse o petista, no plenário.

ELTON FERNANDES
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fonte: JJ

Pastoral e mães ficam insatisfeitas

OUTRO LADO

26/8/2009


Ao mesmo tempo em que os sindicalistas comemoravam a rejeição ao projeto de lei que previa transporte gratuito para crianças de zero a seis anos, representantes da Pastoral da Criança e mães de alunos reclamavam.

"Acompanhamos o trabalho da Pastoral da Criança no Jardim Fepasa e pelo menos 40 crianças precisariam deste transporte para creches", afirma Maria de Fátima Della Libero, líder da comunidade da paróquia Santa Terezinha, na região da Vila Rio Branco. "A Câmara de Jundiaí é uma Casa de Leis que tirou da população algo que já é lei prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente", afirma Maria.

Renata Maria Gomes, que mora no bairro Champirra, disse que se sentiu prejudicada. "Pago IPTU de Jundiaí e tenho quatro filhos que estudam em Itupeva, já que não tenho condições de pagar transporte para eles irem a uma escola de Jundiaí", disse. "A Prefeitura de Itupeva é que disponibiliza ônibus gratuito para nós", complementou.

ELTON FERNANDES

fonte: JJ

sábado, 29 de agosto de 2009

Pelo fim do voto secreto

CÂMARA

29/8/2009

RUI CARLOS Para autor do projeto, vereador Paulo Sérgio (centro), os demais parlamentares devem concordar com a iniciativa

Para autor do projeto, vereador Paulo Sérgio (centro), os demais parlamentares devem concordar com a iniciativa

A Câmara de Jundiaí poderá dar um passo à frente no quesito transparência. Projeto de emenda à Lei Orgânica do Município protocolado ontem no Legislativo, de autoria do vereador Paulo Sérgio Martins (PV), prevê o fim do voto secreto nas discussões sobre vetos do Executivo. Atualmente, esta é a única ocasião em que os vereadores locais não precisam revelar como votaram. Em todas as outras situações, o posicionamento de cada legislador é público.

O veto do Executivo geralmente ocorre quando os vereadores aprovam determinado projeto na Câmara, mas a Prefeitura veta por entender que aquela proposta não poderia ser de iniciativa do Poder Legislativo, conforme determina a Constituição Federal. Geralmente, isso ocorre quando os projetos implicam em custos para a administração municipal.

"Analisando a questão junto com a minha assessoria jurídica, entendemos que a Câmara é autônoma para acabar com o voto secreto", afirmou o autor do projeto. "Tudo que é secreto é temeroso, e acredito que os demais vereadores serão favoráveis à proposta." "As Câmaras Municipais têm regimento interno próprio, e já temos conhecimento de que isso ocorre em algumas cidades", disse Rafael Lamardo, um dos coordenadores do Movimento Voto Aberto Já, com sede em São Paulo.

Criado em 2006, o movimento conta atualmente com cerca de 10 mil apoiadores em todo o Brasil. De acordo com ele, o fim do voto secreto em todas as esferas do Legislativo brasileiro é um caminho natural e inevitável. "Mais do que abrir o voto, é preciso ter meios de tornar essa informação acessível e disponível para a população."

"O voto secreto é válido para as eleições públicas, mas dentro das instituições o voto aberto é importante, traz transparência porque o vereador vai ter que assumir a sua postura para a população", afirmou Gisele Germano de Lemos, presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Jundiaí.

José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), presidente da Câmara de Jundiaí, disse que considera a proposta interessante. "A princípio, não vejo problemas em abrir o voto, pois sempre fui transparente, mas preciso avaliar o projeto antes de falar a respeito", considerou.

Para Henrique Parra Parra Filho, coordenador da ONG Voto Consciente em Jundiaí, a proposta vai ao encontro aos objetivos da entidade. "A ideia é apoiarmos a proposta e tentar mobilizar outras entidades para conseguir a aprovação", afirma Filho. "Se for aprovado, os vereadores terão a preocupação de explicar porque mudaram o voto."

ELTON FERNANDES
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Maioria é contra mexer na Câmara de Jundiaí, mas só agora

Sábado, 29 de agosto de 2009 04:09
Vereadores são unânimes em um ponto: mudança não vai acontecer nesta legislatura; PV duvida que emenda seja aprovada na cidade

Agência BOM DIA

O inchaço da Câmara divide as opiniões dos vereadores de Jundiaí. A única certeza de 14 deles (dos 16) ouvidos na sexta feira é que não se deve mexer nessa legislatura — até porque isso implicaria em recontagem de votos e alguns poderiam perder o cargo.

Metade aprova um número maior de cadeiras, desde que isso ocorra nas eleições de 2012. Esse é o caso Ana Tonelli, Mingo Fontebasso, Gastaldo, Roberto Conde, Gustavo Martinelli, Val e Marilena. Durval quer número ímpar, portanto opta por mudanças. Outros dois se esquivaram de responder: Julião e Doca.

Se aprovada na Câmara dos Deputados, a emenda constitucional 336/09 prevê que a Câmara de Jundiaí chegue a ter até 23 vagas. O BOM DIA é contra esse projeto, a exemplo do que garantiram ontem Tico, Leandro Palmarini, Silvinho e Paulo Sérgio.Não foram encontrados durante todo o dia Zé Dias e Fernando Bardi.

Os representantes do PV se mostraram contra a emenda agora ou depois. “Se for levado à votação na Câmara de Jundiaí, duvido que seja aprovado. Isso me parece mais uma medida de interesses eleitorais”, disse Leandro. Já Paulo Sérgio foi o mais enfático: “Sou contra e acho que a Câmara também deveria votar imediatamente contra essa medida primeiro para tirar a ansiedade de quem ficou de fora e segundo para que não se crie mais vagas só para uma possível reeleição”, disse.

A petista Marilena Negro se disse favorável ao aumento de cadeiras, mas só para 2012. “Dezesseis é pouco para Jundiaí. Mas é preciso ser racional e não ter um inchaço desnecessário. Além disso, poderíamos ter mais mulheres.”


Proteste
Onde: Escreva não à farra dos vereadores no site www.câmara.gov.br

fonte: BOMDIA

Hospital Regional de Jundiaí vai custar até R$ 18 milhões

Quinta-feira, 27 de agosto de 2009 20:10
Projeto foi apresentado pela Prefeitura durante visita ao antigo prédio da Casa de Saúde; obra irá durar pelo menos um ano

Thais Nucci
Agência BOM DIA

O projeto arquitetônico do futuro Hospital Regional de Jundiaí foi apresentado nesta quinta-feira pela secretária de Saúde, Tânia Pupo, e pelo prefeito, Miguel Haddad (PSDB), durante mais uma visita ao antigo prédio da Casa de Saúde, desativado há quase três anos. O novo hospital funcionará neste antigo prédio.

O projeto foi feito pela Secretaria Estadual de Saúde e entregue há cerca de um mês à prefeitura, conforme informou o secretário de Obras, Sinésio Scarabello, presente também durante as checagens das instalações do prédio.

Ainda sem nenhuma previsão de início das obras, muito menos de funcionamento do hospital, Miguel disse que a reforma pode consumir até R$ 18 milhões dos cofres públicos.

O valor foi confirmado pelo secretário de Obras e calculado de acordo com os gastos que estão sendo feitos na reforma do AME (Atendimento Médico de Especialidade). “Não é um valor certo, podendo variar de R$ 16 mi a R$ 18 mi. No entanto, é maior do que estávamos prevendo, que era a metade disso”, disse Sinésio.

Embora não haja previsão de quando as obras irão começar, Sinésio explicou que uma reforma desse porte não dura menos do que um ano de execução. Na ocasião, também foi confirmado que a Unicampo será a futura gestora do hospital.

fonte: BOMDIA

Convênio com Prefeitura de Várzea Paulista é aprovado

OBRAS CONJUNTAS

26/8/2009

RUI CARLOS Aprovação de projeto vai possibilitar obras em áreas como o Núcleo Balsan

Aprovação de projeto vai possibilitar obras em áreas como o Núcleo Balsan

Os vereadores jundiaienses aprovaram ontem o projeto de lei 10.199/2009, de autoria do Executivo, que autoriza a Prefeitura de Jundiaí a celebrar convênio com a Prefeitura de Várzea para realizar obras de urbanização nas divisas entre os dois municípios.

A reportagem do JJ Regional publicou no domingo (23) matéria mostrando as dificuldades de quem reside naquela região. Moradores da rua Carlos Angelo Mathion, no Núcleo Residencial Balsan, reclamaram de alguns problemas, como a pavimentação realizada somente em uma parte daquela rua. "Cansamos de pedir às Prefeituras", contou o operador de máquinas Paulo Roberto Souza, que mora há 16 anos no local. Várzea Paulista já possui lei com o mesmo objetivo aprovada em dezembro de 2007.

Outros itens - Também foi aprovada na sessão de ontem proposta, de autoria do Executivo, que adequa empreendimento habitacional destinado aos servidores públicos ao programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal. Os três vetos do Executivo a projetos de lei dos vereadores foram mantidos. As propostas vetadas previam a isenção da taxa de coleta de lixo para associações de moradores de bairros, exigência de informações em braile em estabelecimentos públicos e privados e a exigência de grades de segurança nas edificações verticais. Os projetos barrados são dos vereadores José Dias (PDT) e Júlio César de Oliveira (PSDB).

ELTON FERNANDES

fonte: JJ

Comércio nas casas do CDHU regularizado?

CÂMARA

27/8/2009

VALTER TOZETTO JR. Moradores dos conjuntos habitacionais, na Câmara

Moradores dos conjuntos habitacionais, na Câmara

Tramita na Câmara de Jundiaí projeto de lei que prevê a instalação de empreendimentos comerciais nos novos núcleos habitacionais a serem implantados no município. A proposta, de autoria dos vereadores Enivaldo Ramos de Freitas, o Val (PTB), e José Dias (PDT), foi discutida ontem em audiência pública na Câmara. O projeto contribuiria para evitar o surgimento de estabelecimentos irregulares nestes locais.

Nos núcleos habitacionais de interesse social, construídos pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano), o contrato determina que os moradores usem os imóveis para fins estritamente residenciais. Reportagem publicada pelo Jornal de Jundiaí Regional, no início do mês, mostrou que na região do Parque Centenário o loteamento abriga cerca de 20 comércios (entre mais de 360 casas). A mesma situação se repete nos imóveis do Jardim Novo Horizonte, o Varjão, e no Vista Alegre.

Segundo apurou a reportagem, a CDHU chegou a enviar notificações aos moradores solicitando o fim das atividades comerciais sob risco de perder a moradia. "Que tipo de projeto foi feito para colocar gente nesses locais sem que houvesse espaço para o comércio e outras atividades essenciais para os moradores?", questiona Roseli Lázara de Jesus, que mora no Jardim Novo Horizonte desde 2006 e mantém, na própria residência, um espaço para preparar e comercializar lanches e bebidas. "Sempre fui ambulante, não tenho outra fonte de renda, e queremos nosso espaço", afirma a comerciante.

Maria Clara Aparecida Andrea Leme também adequou um espaço em sua residência que se transformou em um minimercado. "Eu trabalhava como empregada doméstica antes de vir para cá. Minha mãe é uma pessoa acamada e, por problemas de saúde, usa até cilindro de oxigênio. Além disso, tenho dois filhos pequenos. Não posso sair de casa para trabalhar fora", afirma ela, que mora no mesmo bairro.

O presidente da Fumas, Eduardo Palhares, disse ontem, durante a audiência pública, que todos os moradores sabiam das condições do empreendimento. "Ninguém foi obrigado a ir para esses locais e sem saber que era residência e não podia ter comércio", afirmou Palhares.

ELTON FERNANDES
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O CIDADÃO-VEREADOR

Ao acompanhar os trabalhos de uma Câmara de Vereadores paulista, tive mais um momento de revolta e indignação. Os nobres edis desta cidade paulista, votaram contra um projeto para fornecer, de uma forma gratuita, transporte para creches.
Parti da indignação para indagação sobre este projeto de lei e, com observância ao seu mérito, temos como prejudicados centenas de cidadãos que são pais e familiares. Acredito que os nobres edis devam fazer uma autoreflexão sobre seu papel quanto vereador, como agente político que atua no âmbito dos municípios, a nível legislativo.


O vereador tem a função de representar, ele deve trazer para o debate na Câmara de Vereadores questões relacionadas ao interesse dos cidadãos como um todo e não atuar para uma minoria. Como representante da população, ele deveria ser a voz dos menos favorecidos, do cidadão, dos grupos organizados, das associações, ele deveria estar consciente de seus deveres e dos direitos dos cidadãos e das preocupações coletivas da sociedade.Em relação ao projeto, para fornecer de uma forma gratuita transporte para creches, há uma fragrante falta de consciência em preservar os direitos dos cidadãos e das preocupações coletivas da sociedade, pois, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é dever solidário dos entes estatais prestar o transporte escolar gratuito das crianças e adolescentes matriculados na rede pública de ensino, sendo cabível o bloqueio de valores para atendimento do direito fundamental à educação. Os prejudicados neste caso, além de serem cidadãos, são eleitores. A meu ver, deveriam se lembrar nas próximas eleições daqueles que foram contrários a seus interesses e da clara ação contra a cidadania. Os edis brasileiros ficam cada vez mais distantes do verdadeiro papel do vereador, deveriam se lembrar que a Cidadania está presente em todos nossos dias. Cidadania é a tomada de consciência de seus direitos e deveres, e, desta forma, ser realmente um cidadão.Eu acredito que a culpa deste desatino é minha e da população como um todo, pois nosso dever não termina no ato de votar, precisamos cobrar e participar. O voto serve para escolhermos representantes que, em nossa opinião, tenham a verdadeira intenção de nos assegurar os valores que formam a cidadania. Temos o dever de lembrar os políticos eleitos que eles nos representam e caso não estejam fazendo o que prometeram, devemos nos manifestar.
Professor Marcelo Pilon
http://twitter.com/marcelopilon

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Vergonha! Vereadores jundiaienses votam contra projeto para fornecer de uma forma gratuita transporte para creches.

Vergonha! Vereadores jundiaienses votam contra projeto para fornecer de uma forma gratuita transporte para creches. A mobilização contrária a aprovação do transporte gratuito para creches foi feita por um membro do PP. E ai Doquinha o que tem a dizer? Cartão vermelho aos nobres edis de Jundiaí. Acho que precisamos propagar esta informação, pois temos a pastoral e as centenas de mães e familiares que saíram prejudicados. Os prejudicados são em maior numero em relação aqueles que ali estavam se manifestando.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Vereador defende comunicação integrada entre Polícia, Samu e Bombeiros

Terça-feira, 25 de agosto de 2009 19:13
Câmara analisa os resultados de Pré-Confederência de Segurança; número de ocorrências assusta presidente da OAB

José Arnaldo de Oliveira
Agência BOM DIA

A Câmara de Jundiaí analisou nesta terça-feira os resultados da Pré-Conferência Municipal de Segurança, realizada em maio na cidade.

“Os números de ocorrências são alarmantes”, afirma Gisele Fleury Germano de Lemos, presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Jundiaí. No último final de semana, o BOM DIA divulgou que os roubos de carros dobraram do primeiro semestre de 2008 para o de 2009 na cidade.

“Achamos que é urgente uma central de comunicação integrada para gerenciar serviços como as polícias, o Samu, a defesa civil ou os bombeiros”, afirma Fernando Bardi (PDT).

Para Paulo Sérgio Martins (PV), “as guardas municipais precisam de mais autonomia federal”.

fonte: BOMDIA

Câmara derruba 59% dos vetos do Executivo

SEGUNDO PODER

25/8/2009


A Câmara de Jundiaí não aceitou 59% dos vetos apresentados pela Prefeitura de Jundiaí aos projetos de lei votados neste ano. Dos 27 vetos do Executivo às propostas dos vereadores nas 27 sessões ordinárias realizadas até agora, 16 foram rejeitados e 11 mantidos.

O veto é justificado pela Prefeitura porque, na maioria dos casos, a proposta implicaria em custos para o município executá-la, o que é considerado inconstitucional pela legislação federal brasileira. Também ocorre o veto quando os projetos estão relacionados a determinações que não podem ser feitas pelo poder Legislativo, sendo válidas somente quando apresentadas pelo governo federal, estadual ou pelas próprias prefeituras.

Os vereadores têm justificado o posicionamento alegando que seguem o parecer jurídico do Legislativo. Entre os 27 projetos vetados, 18 tiveram parecer favorável da consultoria jurídica da Câmara e, posteriormente, receberam parecer contrário do Executivo.
As consultorias jurídicas da Câmara e da Prefeitura alegaram, em suas justificativas apresentadas nos pareceres, diferentes jurisprudências para explicar a legalidade dos projetos ou vetos.

"Acho que isso é favorável, pois mostra que a Câmara é autônoma e independente", afirma José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), presidente da Câmara de Jundiaí. "Mas não há confronto com o Executivo, muito pelo contrário, pois temos uma relação harmoniosa", disse o vereador.

O prefeito Miguel Haddad (PSDB), em entrevista ao Jornal de Jundiaí Regional, disse que não se preocupa com a quantidade de vetos derrubados pelos vereadores. "É natural, pois a Câmara é independente. Temos uma harmonia boa, sem dificuldades para trabalhar", afirma o prefeito.

Exemplos - Um dos projetos mais polêmicos que tiveram posições contraditórias entre a consultoria jurídica da Câmara e do Executivo é o de número 10.317, da vereadora Marilena Negro (PT). A proposta prevê prazos e multas aos estabelecimentos bancários nos casos em que o cliente permaneça por mais de 35 minutos na fila. O texto foi aprovado pela Câmara, porém vetado pelo Executivo. Em seguida, a maioria dos parlamentares decidiu por manter o veto.

Já o projeto de lei 10.229, do vereador Paulo Sérgio Martins (PV), teve o veto derrubado pelos vereadores. A proposta regulamenta a contratação de serviço de vigilante pelas casas noturnas. Não é raro ocorrer a votação de projetos reconhecidamente inconstitucionais para que se promova a discussão de um tema. Nestes casos, depois do veto do Executivo ser mantido pela Câmara, a Prefeitura pode enviar a mesma proposta para ser regulamentada.

ELTON FERNANDES

fonte: JJ

Prefeitura quer discussão de impactos do trem-bala

Terça-feira, 25 de agosto de 2009 02:42
Representantes da ANTT vão apresentar projeto para cidades da região

Agência BOM DIA

A Prefeitura de Jundiaí agendou reunião para o próximo dia 2 com represententes da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), de prefeituras vizinhas e diversas entidades, como associações de bairros para discutir o impacto do TAV (Trem de Alta Velocidade), principalmente ambiental.

Segundo o secretário de Planejamento e Meio Ambiente, Jaderson Spina, o TAV passará por Jundiaí em uma extensão de 25 km e a prefeitura prevê a desapropriação de ao menos 1,25 milhão de m.

“Daí vem a nossa preocupação com o impacto ambiental: além das rodovias e rios, o TAV será mais uma linha cruzando o município”, afirmou.

Outro problema, conforme o secretário, é o incômodo sonoro: o TAV alcança 95 decibéis. Segundo o secretário, a opção seria talvez criar barreiras acústicas para as comunidades vizinhas ao traçado do projeto.

“Mas não se pode negar que a população e a cidade vão ganhar em velocidade e qualidade de transporte”, comentou.

Spina explicou que o traçado prevê três linhas: a primeira ligando São Paulo ao Rio de Janeiro, chamada Expresso, que fará o percurso em 90 minutos. A segunda é a Parador, que terá paradas nos aeroportos do Galeão, Guarulhos, Campo de Marte e Viracopos, além das cidades de Barra Mansa e Volta Redonda (RJ), São José dos Campos e Campinas (SP). A terceira linha é a Pendular, que vai ligar São Paulo, Jundiaí e Campinas, para que os passageiros possam embarcar no Expresso com destino ao Rio de Janeiro.

“Está praticamente descartada uma estação em Jundiaí, da Linha Parador, por conta da desaceleração e da proximidade com Campinas. Os jundiaienses teriam que utilizar a linha Pendular.”

Segundo o traçado inicial, a parada da Linha Pendular em Jundiaí seria no cruzamento das rodovias Anhangüera e Bandeirantes. “A prefeitura quer integrar o TAV ao transporte público. Para isso, a parada em Jundiaí deveria ser na rodovia Dom Gabriel, próximo ao aeroporto. Assim, poderíamos interligar com o transporte coletivo.”

A obra

Quanto: Estudos encomendados pelo governo federal apontam que a construção do TAV custará R$ 34,6 milhões, sendo que R$ 3,9 milhões serão com desapropriações.

fonte: BOMDIA

Câmara vota mais 3 projetos "barrados" pela Prefeitura

JUNDIAÍ

24/8/2009

VALTER TOZETTO JR. Vereadores jundiaienses se reúnem para mais uma sessão. Clique na foto

Vereadores jundiaienses se reúnem para mais uma sessão.

Na pauta da sessão que a Câmara de Jundiaí realiza nesta terça-feira (25), a partir das 9h, constam três vetos do Executivo a projetos aprovados pelos vereadores. O projeto de lei complementar 838/2008, de José Dias (PDT), prevê a isenção da taxa de coleta de lixo para associações de moradores de bairros e foi vetado por implicar em custos para o Executivo. Pelo mesmo motivo, foi vetada a outra proposta do pedetista, que prevê método braile nos estabelecimentos públicos e privados.

Grades - Julio César de Oliveira, o Julião (PSDB), é autor da outra proposta cujo veto será votado amanhã. O projeto de lei 848/2009 prevê a exigência de grades de segurança nas edificações verticais de uso coletivo. Os vereadores votam projeto de lei de Durval Orlato (PT) que prevê transporte gratuito para alunos de creches e ensino fundamental da rede pública municipal.

A pauta tem ainda projeto de lei do prefeito Miguel Haddad (PSDB), que autoriza a administração a celebrar convênio com a Prefeitura de Várzea Paulista para urbanização de áreas de divisa intermunicipal. Outro item a ser discutido enquadra empreendimento habitacional para servidores públicos no programa "Minha Casa Minha Vida".

ELTON FERNANDES

fonte: JJ

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Bolsão de segurança é uma Falácia!

Professor Marcelo Pilon

Não devemos nos esquecer que esta história de Bolsão de Segurança é uma falácia. Este tema já gerou multa de R$ 5,5 milhões a ex-prefeito e secretários de uma cidade próxima que transformavam loteamentos em “residenciais” e “condomínios atípicos”.

Nesta ação em uma cidade ao nosso lado, além da prisão, o juiz responsável pela Ação Civil Pública, proferiu sentença obrigando os ex-políticos a devolverem lotes provenientes dos bolsões/residenciais aprovados na época. O juiz também decretou multa de R$ 5,5 milhões e cassou os direitos políticos.

Precisamos estar conscientes da abertura de uma caixa de pandora em Jundiaí. Alguns políticos têm uma visão míope sobre reflexos e ganhos políticos em seu mercado eleitoral, olham para o curto prazo, tenham cuidado, acredito que o tiro pode sair pela culatra.

Este tema é delicado e se aprovarem uma lei onde a minoria nos bairros, contrapõe-se a maioria; haverá brigas, discussões e idas a tribunais. Isso já ocorreu em São Paulo, São José do Rio Preto, Rio de Janeiro, Campinas, etc.

Os políticos geradores da celeuma ficarão marcados.

domingo, 23 de agosto de 2009

Política barra obras em divisas

BUROCRACIA

23/8/2009

RUI CARLOS Moradores de regiões localizadas entre Jundiaí e Várzea Paulista sofrem com problemas por questões políticas e administrativas

Moradores de regiões localizadas entre Jundiaí e Várzea Paulista sofrem com problemas por questões políticas e administrativas

No mesmo bairro, cerca de 3 mil pessoas são moradores de Jundiaí. O restante, aproximadamente 2,3 mil pessoas, reside em Várzea Paulista. São poucos passos que separam uma residência da outra. E poucos metros que impediram que o asfalto fosse prolongado numa mesma rua.

Essa é a realidade dos moradores da rua Carlos Angelo Mathion, no Núcleo Residencial Balsan, um exemplo que ilustra bem um problema típico de regiões localizadas na divisa entre dois municípios. "Cansamos de pedir às prefeituras. E quando tentamos fazer por conta própria o asfalto os moradores não quiseram pagar do próprio bolso", diz o operador de máquinas Paulo Roberto Souza, que mora há 16 anos no local.

O comerciante Edevanildo dos Reis, que possui um bar na mesma rua, disse que, por conta da confusão, tem problemas para fazer cadastro em lojas. "Uso o CEP do vizinho", conta. "Procuramos a Prefeitura de Jundiaí, que disse não ter mais nada a fazer nessa região, e a Prefeitura de Várzea informou que depende de uma documentação para fazer a obra", afirma Miguel Arcanjo, presidente da Associação de Moradores do Núcleo Balsan. De acordo com ele, apesar da diferença geográfica no mapa, praticamente todas as residências são abastecidas com água e luz de Jundiaí, além da coleta de lixo. "Cerca de 98% dos moradores votam em Jundiaí", afirma Souza.

Mesma situação - Caso semelhante ocorre em outra região de Jundiaí que faz divisa com Várzea Paulista. A avenida Gemma Frasson Reynaldo, nas proximidades do Castanho, também conhecida como Estrada da Boiada, serve de ligação entre a rodovia Tancredo Neves, a estrada velha de São Paulo, em Jundiaí, e a avenida dos Manacás, em Várzea Paulista.

O trecho de pouco mais de um quilômetro fica intransitável nos dias de chuva por causa do barro e obriga os moradores a fazerem um caminho alternativo de aproximadamente sete quilômetros. "Asfaltaram só o começo e o finalzinho da estrada, mas o resto continua de terra, fazendo pó nos dias secos e muito barro quando chove", diz a comerciante Ester Souza, que mora nas proximidades.

Pela legislação, a prefeitura só pode realizar obras dentro dos limites do município. Por isso, pode ocorrer de uma rua ficar parcialmente pavimentada, por exemplo, do lado de um dos municípios, enquanto a outra parte da via não irá receber o asfalto por pertencer a outra cidade.

Na semana passada, a Prefeitura de Jundiaí divulgou, na Imprensa Oficial, a abertura de edital para obras de pavimentação e drenagem da rua Joaquim José dos Santos, no bairro Ivoturucaia, que faz divisa com Campo Limpo Paulista. No texto do edital, consta que a obra será "no trecho-limite de pavimento até a divisa de município".

ELTON FERNANDES
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fonte: JJ

Projeto prevê convênio entre cidades

SOLUÇÃO

23/8/2009


Tramita na Câmara de Jundiaí o projeto de lei 10.199/09, de autoria do prefeito Miguel Haddad (PSDB), que poderá solucionar problemas de infraestrutura em regiões localizadas nas divisas de município.

O projeto, que deverá ser votado na sessão de terça-feira, prevê a autorização para que o Executivo celebre convênio com a Prefeitura de Várzea Paulista para a realização de obras conjuntas no limite dos dois municípios - casos do Núcleo Balsan e da Estrada da Boiada. Várzea Paulista já possui lei com o mesmo objetivo aprovada em dezembro de 2007.

Segundo informaram as Prefeituras de Jundiaí e Várzea, por meio da assessoria de imprensa, se o projeto for aprovado deverão ser realizadas reuniões com representantes das duas administrações para definir um cronograma de obras a serem realizadas na divisa entre os dois municípios.

fonte: JJ

Projeto de Zé Dias para criar velório virtual aponta limites do Legislativo

Domingo, 23 de agosto de 2009 03:10
Para Fundação, encontrar local para o 3º cemitério público da cidade deveria ser prioridade

José Arnaldo de Oliveira
Agência BOM DIA

Um serviço típico dos tempos digitais, onde um parente ou amigo distante autorizado pela família pode participar do velório vendo imagens online e enviando mensagens eletrônicas, é previsto no projeto 10.398, do vereador Zé Dias (PDT).

O problema é que, ao criar despesas ao tesouro municipal, está invadindo a competência do Executivo. “Sei que o parecer da Comissão de Redação e Justiça já coloca a proposta como inconstitucional. Mas se ficarmos restritos por isso, não podemos fazer quase nada.”

Em situações desse tipo, o parecer da comissão pode seguir para votação em plenário antes do próprio projeto. Em caso de aprovação, o prefeito também pode vetar a proposta e a Câmara pode derrubar o seu veto. Mesmo virando lei, uma proposta inconstitucional pode ser anulada no Tribunal de Justiça do Estado, como já aconteceu neste ano.

Semana passada, Dias aprovou uma lei prevendo equipamentos para cadeirantes nas praças e parques públicos, outro projeto que gera gastos. “Mas faz parte de nossa função colocar os temas no debate político”, defende-se.

O tempo gasto com projetos inconstitucionais é comum em Jundiaí e já foi apontado como um problema a ser resolvido por grupos voluntários como o do Voto Consciente.

No caso de Jundiaí, a prioridade anunciada pela Fumas (Fundação Municipal de Ação Social) é encontrar um local para o terceiro cemitério público da cidade.

O plano de Zé Dias
Como: Câmeras seriam instaladas nas salas do velório e suas imagens disponibilizadas pela rede mundial de computadores. Elas mostrariam o rosto do morto, a urna e as pessoas presentes
Acesso: Zé Dias quer criar uma senha, para que a família autorize quem desejar que acompanhe o velório
Quanto: Não há esse estudo atualizado. São José dos Campos, que oferece o serviço, serviria de modelo

fonte: JJ

Projeto prevê velório pela internet

VIRTUAL

22/8/2009


A internet está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas e, por meio de um projeto de lei inusitado, poderia permitir a realização de velórios virtuais em Jundiaí.
O projeto de lei 10.398, do vereador José Dias (PDT), já recebeu parecer contrário da Consultoria Jurídica da Câmara e da Comissão de Justiça e Redação, mas o autor pretende levar o tema adiante para provocar discussão.

O projeto prevê a instalação de quatro câmeras no velório para permitir o acompanhamento dos funerais pela internet. "Vou levar para discussão porque a população reivindica", afirma Zé Dias. "Tenho um amigo que mora nos Estados Unidos que não pôde acompanhar o velório de um familiar e vi que o serviço é importante."
Durante o velório virtual, a família receberia mensagens de condolências de amigos e parentes impossibilitados de participar.

Em São José dos Campos, a empresa de economia mista Urban, que é controlada pela administração municipal, oferece o serviço desde 2007. O complexo funerário da empresa possui quatro salas equipadas com uma câmera cada. A família pode optar se deseja ou não que as imagens sejam veiculadas ao vivo pela internet, sem custo adicional.

De acordo com o supervisor da funerária, Rômulo Márcio Mendes Ferreira, a ideia agradou. "Dos cerca de 90 velórios que realizamos mensalmente, entre 20 e 25 são transmitidos pela internet", diz Ferreira. Segundo o supervisor, os funerais on-line já foram acompanhados por pessoas que moram em Portugal, Estados Unidos e Itália, além de diversos estados brasileiros. "É óbvio que para as famílias que já se encontram no município ou estão mais próximas, a ideia não tem serventia, mas para quem tem parentes em regiões distantes, é uma boa possibilidade", afirma o supervisor da Urban.

Segundo ele, o custo aproximado para implantação do serviço, em 1997, estava em torno de R$ 100 mil.

ELTON FERNANDES

fonte: JJ

Pedro Bigardi, deputado do PC do B, protocola projeto para criação de parque estadual, sob administração do Instituto Florestal José Arnaldo de Olive

Sexta-feira, 21 de agosto de 2009 18:08
Pedro Bigardi, deputado do PC do B, protocola projeto para criação de parque estadual, sob administração do Instituto Florestal

José Arnaldo de Oliveira
Agência BOM DIA

Depois da ação consorciada entre os municípios da Serra do Japi, anunciada pelo prefeito Miguel Haddad (PSDB) em junho, um projeto de criação do Parque Estadual da Serra foi anunciado na quinta pelo deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB).

O projeto pode colocar a área tombada (191,7 milhões de hectares) sob administração do Instituto Florestal do Estado, em convênio com as prefeituras de Jundiaí, Cabreúva, Cajamar e Pirapora do Bom Jesus.

Em julho, um estudo feito pelo Instituto Serra do Japi, dirigido pelo secretário de Obras, Sinésio Scarabello, defendeu proposta semelhante. “Já trabalhamos juntos e algumas posições coincidem”, afirma Bigardi.

Em casos extremos, os proprietários particulares podem ser retirados de suas áreas, mas alternativas de uso sustentável serão discutidas em debates previstos nos quatro municípios até o fim do ano e em plano de manejo da área, se for criada a reserva biológica existente em Jundiaí, com 16 milhões de hectares no topo da serra, seria mantida.

Fale com o deputado
Pelo telefone (11) 2709-0965/ 0966

Parque é previsto desde 1959
O prefeito Vasco Venchiarutti desapropriou a primeira área de nascentes, com 4 km, em 1959. Dez anos depois, o primeiro Plano Diretor de Jundiaí preservou acima da cota de 900 m de altitude. Em 1979, passeatas tomaram as ruas pela serra. Em 1983 foi tombada no Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico).

E em 1991 foi criada a Reserva Biológica, em 1998 regulamentada a Área de Proteção Ambiental e no ano passado o Plano de Manejo da Rebio.

“É uma área ecotonal, pois tem ligações com cada tipo de ecossistema do entorno, e por isso manter seus corredores de ligação”, diz João Vasconcellos Neto, zoólogo da Unicamp e especialista na serra.

fonte: BOMDIA

Bigardi ´reprisa´ projeto do parque da Serra do Japi

PRESERVAÇÃO

21/8/2009

MARCELO LANGUE Deputado lança projeto que já está em andamento

Deputado lança projeto que já está em andamento

A preservação da Serra do Japi, considerada o maior patrimônio natural da Região de Jundiaí, entrou de vez no discurso de entidades e agentes políticos. Com propostas semelhantes, o Instituto Serra do Japi e o deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB) pretendem obter o apoio do governo estadual para ampliar as ações de proteção à Serra.

Em entrevista ao Jornal de Jundiaí Regional, Sinésio Scarabello Filho, presidente da ONG (Organização Não-Governamental) Instituto Serra do Japi, disse que a entidade pretende transformar a Serra em um parque estadual, projeto já em andamento.

"Já solicitamos audiência com o secretário estadual do Meio Ambiente, Xico Graziano, para que o Estado assuma o levantamento e desenvolva os estudos das potencialidades da Serra do Japi", disse Scarabello, que também é secretário municipal de Obras da Prefeitura de Jundiaí. "Hoje, a Serra do Japi é uma unidade de conservação de uso sustentável e queremos que ela se torne uma unidade de proteção integral", diz o presidente do Instituto Serra do Japi.

Segundo Scarabello, nestas áreas existem reservas biológicas que precisam ser preservadas por leis e também precisam receber recursos para que a preservação seja contínua.

De acordo com ele, o Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade do Estado de São Paulo, denominado Biota, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), indicou que a Serra foi o único local que recebeu a votação de 800 pesquisadores para que fosse transformada em unidade de conservação.

Objetivo comum - Na mesma linha da proposta do Instituto Serra do Japi, o deputado estadual Pedro Bigardi protocolou, no início da semana, projeto de lei na Assembleia que prevê a criação do Parque Estadual da Serra do Japi. "Tive conhecimento do projeto do Instituto Serra do Japi; não são ideias conflitantes. Dá para caminhar junto", afirmou Bigardi, que reuniu a imprensa de Jundiaí, ontem, para apresentar o projeto de lei.

A proposta prevê normas para utilização da Serra para fins educacionais, científicos, recreativos e de turismo ecológico, além de conceder a administração do parque para a Fundação Instituto Florestal, órgão vinculado à Secretaria do Estado do Meio Ambiente. O projeto prevê, ainda, a celebração de convênios entre o Instituto Florestal e os municípios abrangidos pela Serra do Japi - Jundiaí, Cabreúva, Cajamar e Pirapora do Bom Jesus - individualmente ou por meio de consórcios.

De acordo com o deputado, o objetivo é discutir a proposta junto com a sociedade civil, prefeituras da região e governo estadual em reuniões, assembleias e audiências públicas que serão realizadas até o final deste ano. "O projeto protocolado contém o foco central, mas o trâmite da Assembleia permite que seja alterado até sua versão final, que pretendo apresentar para votação no início de 2010", esclareceu Bigardi.

Em junho, os prefeitos dos quatro municípios que compõem a Serra do Japi já tinham assinado uma carta de intenções do Consórcio Intermunicipal para a Preservação da Serra do Japi.

ELTON FERNANDES
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fonte: JJ

Ambientalistas pedem mais

NECESSIDADE

21/8/2009


A proposta de criação de um parque estadual como forma de preservar a Serra do Japi agrada aos ambientalistas. No entanto, eles fazem ressalvas ao projeto e defendem sua ampliação para que se cumpram os objetivos de preservar o maior patrimônio natural da Região de Jundiaí.

"Mais importante do que definir o projeto de criação do parque é definir os limites desta área", disse João Vasconcellos Netto, professor do Departamento de Zoologia do Instituto de Biologia da Unicamp que faz pesquisas na Serra do Japi há mais de 20 anos,
"Há um grande mosaico de flora e fauna na Serra que não são homogêneos, então é preciso ter uma preocupação com as áreas do entorno."

Opinião semelhante tem a coordenadora do Curso Técnico em Gestão Ambiental do Grupo Anchieta, Eliana Correa de Mattos. "É fundamental pensar em uma forma de unir os municípios para preservar os corredores ambientais. Um felino, por exemplo, não vive se ficar em uma ilha sem opções para sair", afirma Eliana.

"Essa proposta tem que ser amplamente debatida, antes de qualquer coisa, pela população que habita a Serra do Japi e por toda a Região", disse o secretário Municipal de Planejamento e Meio Ambiente de Jundiaí, Jaderson Spina.

fonte: JJ

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Site Cidade Democrática é apresentado às entidades sociais

Reinaldo Oliveira

Os recursos disponíveis na Internet estão possibilitando à população acesso a canais de comunicação, onde o cidadão interage diretamente como os governos municipais.

Por este motivo a ONG Voto Consciente, no dia 14 de agosto, reuniu várias entidades na sede do Sindicato dos Engenheiros de Jundiaí, para falar do site “Cidade Democrática” (www.cidadedemocrática.org.br), criado em São Paulo e que reúne fóruns de discussões, onde você pode participar sugerindo, opinando e participando do governo do seu município.

Mais de 40 cidades do Estado já possuem espaço próprio no site. Participou deste encontro em Jundiaí, o Coati – Centro de Orientação Ambiental Terra Integrada, Fórum Caxambu, Cine Clube Consciência, Sindicato dos Engenheiros de Jundiaí e Região, SOS Animais e o Voto Consciente.

Falando sobre mais esta ferramenta disponível para o exercício da cidadania, o coordenador da ONG Voto Consciente - Henrique Parra Parra Filho, assim se manifestou: “É mais uma ferramenta de fácil acesso para o cidadão, participar e discutir democraticamente os problemas, sugerir propostas e soluções para o município”.

fonte: Jornal de Itupeva

Paulo Skaf anuncia R$ 30 milhões para novos Sesi em Jundiaí

Quinta-feira, 20 de agosto de 2009 07:05
Escolas menores serão agrupadas em três unidades, uma próxima ao Ciesp


José Arnaldo de Oliveira
Agência BOM DIA

O anúncio de investimentos de R$ 85 milhões na região, dos quais R$ 30 milhões em Jundiaí, em novas unidades do Sesi, sintetiza a vinda de Paulo Skaf nesta quarta-feira.

Presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado (Fiesp e Ciesp), ele palestrou no 6º Encontro de Jovens Empreendedores.

“De nossa parte, com 1,5 milhão de alunos nas escolas Senai, um terço na área de inovação, teremos ainda 120 mil alunos em tempo integral nas escolas do Sesi.”

Esses são os investimentos em Cajamar, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Itatiba e Vinhedo. Em Jundiaí, escolas menores serão agrupadas nos complexos do Sesão e novos Vila Aparecida e Vila Bandeirantes (perto do Ciesp), recém-definido, para o tempo integral.

Skaf voltou a defender medidas de longo prazo nas áreas de inovação, tecnologia, educação, capacitação e infra-estrutura. Na oportunidade, também falou do cenário econômico. “Depois de perdermos 500 mil empregos entre outubro e abril, estamos em recuperação ainda lenta, mas é uma tendência.”

Como 80% das vendas do setor industrial são para o mercado interno, ele considera acertadas as políticas de queda dos juros e desoneração tributária. “O crédito é essencial, por isso teremos em setembro um evento com Banco do Brasil, Caixa e Nossa Caixa sobre o fundo garantidor para as micros e pequenas empresas.”

Evento tem palestra com Klink e exposição
Uma palestra do navegador Amir Klink, celebrizado em viagens solitárias aos extremos climáticos da Antártida, foi um dos destaques do 6º Encontro Jovens Empreendedores, organizado neste ano em Jundiaí.

Se você pensou em paralelos entre os desafios de um barco em mares revoltos e a gestão de empresas durante crises, acertou o motivo. A proposta atraiu mais de 500 participantes de todo o Estado de São Paulo.

“A palestra sobre os rumos do design também foi muito boa, passando por aspectos conceituais e ambientais”, comenta Rebeca Rocha, profissional da Ietec.

O dia teve ainda o presidente da Adidas do Brasil, Marcelo Ferreira, entre outros.

Além dos contatos pessoais, chamados de networking, o evento também discutiu a importância de ações culturais com a exposição Quatro Gerações, de artistas jundiaienses que terão obras adquiridas para a sede do Ciesp Jundiaí.

Um dos seus efeitos, para o artista Andrey Zignatto, é ampliar o debate sobre leis de incentivo cultural na cidade.

Para saber mais:
www.ciespjun.com.br

fonte: BOMDIA

Interesse Público: MPF quer que políticos tenham ficha limpa para concorrer às eleições

"Para participar da Campanha Ficha Limpa é preciso imprimir o formulário de assinatura.
Depois de assinar e registrar o número do título de eleitor no documento, basta enviá-lo para o endereço SAS, Quadra 5, Lote 2, Bloco N, 1º andar - Brasília (DF) - CEP. 70.438-900."


+ Conheça a Lei

Os dois caminhos do PDT

CÂMARA

20/8/2009

VALTER TOZETTO JR. Fernando Bardi e José Dias, os dois do PDT

Fernando Bardi e José Dias, os dois do PDT

O diretório municipal do PDT em Jundiaí vive momento turbulento com a possibilidade de ter uma chapa de oposição. Alexandre ´Ferrinho´ Rossi, ex-vereador na legislatura de 1989-1992, e Carmelito Ferreira de Jesus, um dos fundadores da legenda na cidade, encabeçam um grupo que demonstra descontentamento com a executiva municipal do partido.

"Não ficamos sabendo das datas e pautas das reuniões. Até agora não nos informaram sobre a realização da convenção partidária e nunca temos retorno quando pedimos alguma informação", afirma Ferrinho, que é assessor especial da Prefeitura de Jundiaí e trabalha na Casa da Cultura.

"Vamos insistir em tentar um diálogo com a executiva municipal, mas se não conseguirmos teremos que compor uma chapa de oposição", afirma Carmelito. De acordo com ele, o grupo que estaria descontente com a atual executiva do partido é encabeçado por 20 nomes.

"Desconheço a existência de grupo descontente com a legenda. Se existe, esse descontentamento não chegou até mim", diz o presidente do PDT, João Henrique dos Santos. "Depois que o Ferrinho assumiu cargo de confiança na atual administração ele passou a fazer críticas ao PDT."

Segundo informou a consultoria jurídica do PDT de Jundiaí, o diretório municipal ainda aguarda um parecer da executiva estadual do partido para definir a data da convenção no município. O PDT foi fundado em 1982 em Jundiaí e tem cerca de 500 filiados ativos, segundo informou o atual presidente.

Postura - Historicamente, a legenda sempre defendeu a administração municipal em Jundiaí. A exceção ocorreu no ano passado, quando o partido apoiou o então candidato a prefeito Pedro Bigardi, do PCdoB, fazendo oposição ao candidato governista, Miguel Haddad (PSDB).

Na Câmara, os vereadores do partido têm votado sempre favoráveis ao Executivo em projetos de lei e requerimentos de informação protocolados pelos vereadores da oposição. "Em reunião do diretório, ficou decidido que nós deixaríamos os vereadores livres para votar como quisessem", diz o presidente do PDT em Jundiaí.

"Voto de acordo com a relevância da proposta, independente de quem for o autor do projeto", afirma o vereador Fernando Bardi. "Política a gente faz durante a campanha." O outro vereador do partido, José Dias, não retornou ontem aos recados deixados pela reportagem até o fechamento desta edição.

ELTON FERNANDES
Notícias relacionadas: fonte: JJ

Partido pretende lançar dois nomes

ELEIÇÕES

20/8/2009


O presidente do PDT em Jundiaí, João Henrique dos Santos, disse que a legenda pretende lançar até dois nomes para concorrer aos cargos de deputado estadual e federal nas eleições de 2010. De acordo com ele, os nomes mais prováveis até o momento são dos atuais vereadores jundiaienses, Fernando Bardi e José Dias. Os dois já concorreram aos cargos na eleição de 2006.

Outras alternativas apontadas por João Henrique são os ex-prefeitos Dorival Raymundo, de Itupeva, e Toninho Ribas, de Cajamar. "Temos uma reunião na sexta-feira com a cúpula do partido para discutir a nossa participação nas eleições", disse o presidente da legenda em Jundiaí. O encontro, segundo ele, será com o deputado federal Paulinho da Força e o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

fonte: JJ

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Marcha têm grande adesão e pára o trânsito do Centro

APOSENTADOS/JUNDIAÍ

19/8/2009

RUI CARLOS A circulação de veículos ficou prejudicada, mas os aposentados conseguiram dar o seu recado

A circulação de veículos ficou prejudicada, mas os aposentados conseguiram dar o seu recado

A marcha dos aposentados e pensionistas parou o Centro de Jundiaí na manhã desta quarta-feira (19). Por volta das 11 horas, o trânsito nas ruas Marechal Deodoro da Fonseca e Rangel Pestana foi paralisado, causando transtorno aos motoristas e, em especial, aos motoboys que circulavam pela área. A passeata, organizada pela Associação dos Aposentados e Pensionistas, calcula ter reunido duas mil pessoas para pressionar o governo federal a igualar o índice de reajuste do salário dos aposentados ao do salário mínimo.

A Secretaria de Transportes interditou a rua da Padroeira para o evento. Agentes de trânsito acompanharam a passeata e, nos semáforos, se posicionavam em frente aos veículos. Na Marechal, mais de 30 motos esperavam para passar. Houve discussão e um motoboy chegou a pegar um extintor de incêndio, jorrando pó químico para todos os lados.

Na Rangel Pestana, havia mais de cinco ônibus na fila. Os motoristas desligaram o motor ao notar que não conseguiriam passar. Os motoboys também decidiram desligar as motos, mas atravessaram a multidão. "Eles não podem parar o Centro em pleno horário de almoço e logo nas ruas mais movimentadas. Estamos trabalhando", reclamou o fiscal João Piccolo. Na Marechal e na Rangel, um quarteirão inteiro ficou congestionado.

Movimento - A passeata contou com a participação de associações de aposentados de todo o interior do Estado, além de sindicatos. "Temos interesse neste tema, afinal todos irão se aposentar um dia", afirmou o presidente do Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região, Paulo Santos Mendonça. Segundo o presidente da associação dos aposentados de Jundiaí, Edegar de Assis, nos últimos dez anos a categoria tem recebido correção média de 7,3% ao ano, enquanto o salário mínimo aumenta, em média, 13,1% ao ano. "Estamos batalhando", salientou.

O presidente da Federação dos Aposentados e Pensionistas do Estado de São Paulo (Fapesp), Antônio Alves da Silva, disse que espera que o PL01, que trata do assunto, seja votado na Câmara Federal nos próximos 15 dias. "Manifestações como esta são importantes para lembrar o governo de que estamos lutando."

fonte: JJ