sexta-feira, 31 de julho de 2009

Deputado utilizou 62% da verba oficial

SEM EXAGERO

1/8/2009


Desde que assumiu o mandato, o deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB)fez uso de 62% da verba de gabinete que cada um dos 94 deputados estaduais têm direito, no valor de R$ 19,8 mil mensais. No total, Bigardi utilizou R$ 49,2 mil desde o dia 23 de março.
As despesas com materiais e serviços gráficos representam 41,5% do total, seguidas de contratação de serviços técnicos de consultoria e pesquisa (23,7%), locação de imóveis (20,7%) e combustível (8,9%). A verba de gabinete é paga por meio de reembolso, mediante a apresentação de notas fiscais pelos produtos adquiridos e serviços prestados aos deputados estaduais.

fonte: JJ

O que 'A Voz do Cidadão' acha do P.M.L.

Sociedade organizada continua de olho após as eleições
25/11/2008

Como nunca é demais lembrar, o processo de participação política do cidadão não termina com o final das eleições. É preciso um acompanhamento permanente dos cidadãos eleitos para cargos públicos. Nesta questão, a sociedade civil organizada vem ano após ano marcando posição cada vez mais firme pelo controle social de mandatos, pela transparência na utilização do dinheiro público e, sobretudo, pelo respeito aos anseios e necessidades dos cidadãos, garantidos em nossa Constituição Federal.

Hoje vamos comentar alguns casos que ilustram bem o trabalho dessas entidades. O primeiro vem do Espírito Santo, onde a ong Transparência Capixaba acaba de lançar uma campanha de conscientização sobre a importância das Mesas Diretoras no processo político municipal. Afinal de constas, as Mesas Diretoras são responsáveis pela direção dos trabalhos legislativos e pela deliberação de assuntos internos da Câmara e os cargos de presidente e vice são muito disputados politicamente.

O segundo exemplo vem de Jundiaí, município que acaba de ter cassado o registro de seu prefeito eleito, Miguel Haddad, por abuso de poder econômico durante as eleições. Pois bem, em Jundiái, a ong Voto Consciente - Jundiaí lançou na internet um abaixo-assinado pela adoção de um Plano de Metas Legislativas na câmara de vereadores. Dentre as mudanças propostas pela entidade estão mudanças nos horários da sessões legislativas (de modo que os cidadãos possam acompanhar de perto o que acontece na Casa), ampla divulgação dos assessores e funcionários da Câmara, prestação de contas detalhada dos gastos dos gabinetes, além de divulgação mensal de um balanço da produção legislativa. Um Plano de Metas que deve ser conhecido, divulgado e sugerido para adoção em outros municípios.

Também vale citar as vitórias da Asajan, no norte de Minas Gerais, e do Projeto Segurança de Ipanema, no Rio de Janeiro, que conseguiu reunir vereadores eleitos para discutir um compromisso com a transparência legislativa.

Por fim, temos um caso que é na verdade um demonstrativo de que a disseminação do conceito de plena cidadania e da participação política cidadã não pára de crescer. Em Santos, litoral de São Paulo, está em processo de criação uma nova entidade dedicada ao controle social, o movimento Nossa Santos Sempre Ética. Assim como o Voto Consciente Jundiaí, o Nossa Santos também tem como inspiração o movimento da capital paulista, o Nossa São Paulo. E promete muita dedicação à causa da cidadania.

Aqui na Voz do Cidadão vocês têm links diretos para as páginas digitais da Transparência Capixaba e do Voto Consciente Jundiaí. E também temos a íntegra do manifesto de lançamento do Nossa Santos Sempre Ética, que é apoiado pela regional da Ordem dos Advogados do Brasil, Universidade Católica de Santos e Rotary Club, dentre outras 30 associações da sociedade civil.

Seja bem-vindo!

fonte: AVozdoCidadão

Sessões voltam na terça-feira

CÂMARA

31/7/2009


A primeira sessão ordinária da Câmara de Jundiaí no segundo semestre será na próxima terça-feira (4). A última vez que os vereadores se reuniram em plenário foi no dia 14 de julho, e depois a Câmara entrou em recesso parlamentar - período em que não são realizadas atividades ordinárias. A pauta da primeira sessão depois do recesso ainda não foi definida pelo presidente da Câmara.

A população pode acompanhar pela internet todas as propostas dos vereadores jundiaienses, além dos projetos que tramitam no Legislativo local. No site da Casa de Leis local, (www.camarajundiai.sp.gov.br), é possível pesquisar os projetos de leis, de lei complementar, propostas de emendas à Lei Orgânica do Município, decretos, resoluções e indicações apresentadas por cada vereador.

O site informa o teor inteiro das propostas e o último andamento, permitindo que a população tenha conhecimento da situação atual das ações. Basta acessar o link "Consulta Pública" existente na relação de canais do site.

fonte: JJ

Tem coisa boa na fila da Câmara

PROJETOS

31/7/2009


Com base nos projetos pendentes na Câmara de Jundiaí, as sessões ordinárias neste segundo semestre serão repletas de temas importantes para a população. Na lista de espera de 153 propostas que tramitam no Legislativo local, estão projetos que definem se aposentados e pensionistas que pagam aluguel poderão ficar isentos do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano); se bairros poderão ser fechados como forma de aumentar a segurança; ou ainda se será permitida a instalação de cemitérios verticais no município.

Outras propostas que poderão ser votadas até o final do ano preveem a realização de plebiscitos ou referendos populares na cidade, ações de preservação e uso racional de água e normas para regular a criação, comercialização e doação de cães e gatos.

Estes projetos ainda não foram levados para votação por vários motivos. Embora uma grande parte esteja apta para ir a plenário, há propostas que necessitam de audiências públicas ou ainda aguardam os pareceres jurídicos e das comissões permanentes da Câmara Municipal.

O projeto de lei complementar 868, que prevê a isenção de IPTU para imóveis alugados por aposentados e pensionistas com renda de até três salários mínimos, por exemplo, está apto para ser votado.

Outra proposta pronta para ser apreciada em plenário é o projeto de lei 10.199, autorizando o município a celebrar acordos com a Prefeitura de Várzea Paulista para a realização de obras de urbanismo e pavimentação em áreas de divisa intermunicipal. Várzea já possui lei com o mesmo fim desde dezembro de 2007.

Em entrevista ao Jornal de Jundiaí Regional, o presidente da Câmara, José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), que define quais projetos serão levados para votação, disse que, após o recesso, serão priorizadas as ações mais importantes. "Sempre são colocados em pauta os projetos que estão prontos e têm caráter de urgência", disse Tico.

O projeto de lei complementar 835, que prevê a criação de bolsões de segurança, também está apto para votação. A proposta consiste na restrição do acesso de veículos a alguns bairros por solicitação dos moradores. A questão já foi discutida em audiência pública realizada, em abril, na sede do Legislativo, mas o tema ainda não foi levado para votação em plenário. A discussão do projeto de lei 10.189, que regula a realização de plebiscito, referendo e iniciativa popular no município, foi adiada por solicitação do próprio autor da proposta.

ELTON FERNANDES
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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Jundiaí tem 153 projetos na lista de espera

CÂMARA

30/7/2009


A Câmara de Jundiaí entrou em recesso tendo 153 projetos na lista de espera para serem levados para votação em plenário. O número representa mais que o dobro do que foi apreciado pelos vereadores entre fevereiro e julho. O balanço, divulgado pela assessoria legislativa da Câmara, inclui projetos aptos, adiados, aguardando audiência pública, sustados e com parecer contrário da Comissão de Justiça e Redação do Legislativo.

Levantamento preliminar da ONG Voto Consciente, que acompanha os trabalhos na Câmara jundiaiense, indica que no primeiro semestre deste ano foram votados 70 projetos de lei e de lei complementar, de autoria dos vereadores.

O presidente da Câmara, José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), disse que considera normal o número de projetos aguardando votação. Segundo ele, a situação atual não traz prejuízos para a cidade. "Procuramos sempre priorizar os projetos de maior relevância e necessidade para a população", afirma Tico. "É importante que ele tramite por mais tempo para que seja apresentado de maneira correta e constitucional", disse o presidente da Câmara.

Henrique Parra Parra Filho, coordenador da ONG Voto Consciente em Jundiaí, afirmou que defende um número menor de projetos. "Entendo que poderia ser melhor apresentar menos projetos e favorecer o debate de temas importantes para a população", defendeu. A última sessão ordinária da Câmara de Jundiaí ocorreu no dia 14 e a primeira após o recesso será realizada na próxima terça-feira (04).

Trâmite - Antes de ser levado para votação em plenário, o projeto de lei passa por um rigoroso processo de análise. De acordo com o presidente do Legislativo, o objetivo é evitar a inconstitucionalidade das propostas. O vereador protocola um anteprojeto de lei junto à Secretária Legislativa. É feita análise pela consultoria jurídica e, depois do parecer favorável, a ideia é enviada para consolidação final do texto que será protocolado como projeto de lei.

Após protocolado, o projeto é lido em plenário, entra na rede e todos podem ter acesso ao texto. A Consultoria Jurídica vai indicar quais Comissões Permanentes serão necessárias para avaliar a proposta. Após o parecer das comissões, o projeto está apto a ser votado e é o presidente quem define quando colocá-lo na pauta das sessões.



ELTON FERNANDES

Fonte: JJ

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Rede de Cidadania!

Rede De Cidadania, Do Movimento Voto Consciente
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Pela Ordem 29/07

Confira notas sobre a cena política jundiaense


Capacitação - O alto escalão da Prefeitura de Jundiaí participa de um treinamento sobre "Liderança estratégica e modelo de gestão centrado em resultados para secretários municipais". O curso, ministrado em um hotel da cidade, teve início ontem e termina hoje com a participação de aproximadamente 30 pessoas entre secretários, diretores, superintendentes e presidentes de autarquias.

Inspiração - A ideia para a realização do curso foi do secretário municipal de Recursos Humanos, Carlos Umberto Rossi, que antes de assumir a pasta trabalhava na iniciativa privada. Desde que assumiu o cargo na Prefeitura de Jundiaí, Rossi tem procurado promover a integração entre os secretários buscando um modelo de gestão focado em resultados práticos.

Planejamento - A Prefeitura de Jundiaí já contratou a empresa responsável pela organização de concurso público na cidade. Mas até o momento ainda não foram definidas quais e quantas vagas serão preenchidas por meio desta seleção. De acordo com informações da assessoria de imprensa, ainda não foram finalizados os estudos que vão definir estes detalhes do processo seletivo.

Prestando contas - Os moradores das vilas Rami, Maringá, Comercial e região se surpreenderam, ontem, com um vereador batendo de porta em porta. Gustavo Martinelli (PSDB) compareceu distribuindo jornal que divulga o que já fez pela região nos primeiros seis meses de mandato. Na capa da publicação, ele aparece ao lado do prefeito Miguel Haddad (PSDB). (Ivan Marcos Machado)

Região - O deputado estadual Bruno Covas e o vice-prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado, ambos do PSDB, são esperados hoje em Várzea Paulista. Eles devem participar do Encontro Jovem, que está sendo promovido pela Juventude PSDB de Várzea Paulista. O evento tem como objetivo elaborar a Carta da Juventude, com reivindicações às autoridades regionais e estaduais.

Fim do recesso - A Câmara de Jundiaí volta a realizar as sessões ordinárias a partir da próxima terça-feira (4). Ainda não foi divulgada a pauta de atividades a serem discutidas no plenário. Tudo indica que o primeiro encontro dos parlamentares, pós-recesso, seja calmo. Alguns vereadores aproveitaram o período para prestar contas; outros foram viajar e há aqueles que mantiveram presença fiel na sede do Legislativo.


Fonte: JJ

Moradores podem ajudar na definição

ORÇAMENTO PÚBLICO

29/7/2009


As administrações municipais de várias cidades brasileiras passaram a adotar, nos últimos anos, a participação popular na definição de obras e ações consideradas prioritárias para os municípios. Na prática, a iniciativa vai ao encontro dos anseios da população, mas é necessário que seja dada atenção aos que participaram do processo após a elaboração do orçamento.

Essa é a opinião da advogada Gisele Germano de Lemos, presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), em Jundiaí. "É fundamental que as prefeituras deem uma resposta à população que participou deste processo, mesmo que seja um parecer contrário ao que foi sugerido e às justificativas", diz a advogada.

A Prefeitura de Jundiaí realiza desde 2006 a Consulta Pública Eletrônica, que permite à população sugerir diretamente à administração municipal a realização de obras e ações como, por exemplo, a construção de escolas, instalação de postos policiais e pavimentação de ruas, entre outros serviços. Os pedidos são analisados por técnicos de cada secretaria competente, que levam em consideração a disponibilidade financeira para a execução ou não da obra.

No ano passado, segundo consta no site da Prefeitura de Jundiaí, foram sugeridas 512 demandas por meio da Consulta Pública. Investimentos em Segurança foram definidos como prioridade para 28,5% dos participantes.

Em Várzea Paulista, o Orçamento Participativo (OP) é realizado desde 2005, por meio de reuniões e assembleias nas quais a população define as demandas e vota quais serão priorizadas pela administração. Segundo informou a assessoria de imprensa da Prefeitura de Várzea, em quatro anos o OP contou com a participação de 6,5 mil pessoas e a expectativa é de que o número seja de 3 mil moradores em 2009. Somente neste ano, foram definidas 150 demandas, sendo que 90 delas foram priorizadas para a votação.

O bancário Alan Frederico Monteiro Barbosa, 29 anos, mora em Jundiaí e diz ser adepto da participação popular. "Acho muito interessante e procuro participar sempre, porque isso representa um exercício democrático que permite opinar diretamente com o poder público", afirma Barbosa. "Acredito que tudo seja analisado e que a nossa contribuição sempre é levada em conta", complementa o bancário.

ELTON FERNANDES

fonte: JJ

terça-feira, 28 de julho de 2009

Comdema cobra Plano Diretor Ambiental para Jundiaí

SÓ NO PAPEL

28/7/2009


FABIANO MAIA
Sílvio Drezza: Plano Diretor do Meio Ambiente e Recursos Naturais está na Lei OrgânicaProcurado para comentar a importância do seminário, o presidente em exercício do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema), Sílvio Drezza, lembrou que, até hoje, Jundiaí não possui um Plano Diretor Ambiental. Segundo ele, a proposta está prevista na Lei Orgânica do Município. "Esta é uma discussão que deveria envolver Executivo e Legislativo", afirma. "O mais importante quando se fala em meio ambiente é regulamentar o plano."

O capítulo IV, da Lei Orgânica, afirma no 2º parágrafo, artigo 161, que é "dever do Poder Público instituir por lei um Plano Diretor do Meio Ambiente e Recursos Naturais, através do qual defina sua política de atuação sobre o assunto, estabelecendo critérios e estímulo à proteção e preservação que possam ser praticados pela população".

O texto é seguido por um parágrafo único: "O Plano Diretor vincular-se-á, no que couber, ao Plano Diretor do Meio Ambiente e Recursos Naturais, tanto no que diz respeito a zoneamento e setorização quanto a normas de proteção do patrimônio histórico, cultural e ambiental do Município".

FABIANO MAIA

Fonte: JJ

domingo, 26 de julho de 2009

Creches e plebiscito: 'estrelas' do mandato de Durval Orlato

CÂMARA

26/7/2009

MATEUS VIEIRA Durval Orlato (PT) é o único vereador que decidiu, até o momento, falar sobre as realizações dos primeiros seis meses de mandato em evento aberto ao público

Durval Orlato (PT) é o único vereador que decidiu, até o momento, falar sobre as realizações dos primeiros seis meses de mandato em evento aberto ao público

Único vereador a prestar contas em evento aberto ao público, o petista Durval Orlato reuniu cerca de 70 pessoas, na tarde de ontem, na sede do Legislativo jundiaiense. Além de aproveitar para falar de sua trajetória política, Orlato fez um balanço do primeiro semestre na Câmara. Entre os destaques, a representação feita no Ministério Público sobre a falta de vagas em creches na cidade e a proposta que facilita a realização de plebiscito e referendos na cidade.

"Há 13 anos faço este tipo de evento, além de distribuir o jornal", disse o petista. "Sempre tive este costume. Quando era deputado, fazia isso a cada seis meses, em toda a Região." Para o parlamentar, plenárias como esta são a chance de a população saber mais sobre a atuação do vereador, além de fazer sugestões. "Muitos reclamam que os políticos só aparecem em época de campanha."

Orlato avalia que alguns temas por ele levados à Casa de Leis se destacaram durante estes seis meses. Um deles é o projeto de lei número 10.189, que regula, no âmbito municipal, o plebiscito, o referendo e a iniciativa popular. "Ele permite que a população se mobilize e envie projetos à Câmara com assinaturas que tenham apenas o RG e o bairro onde o cidadão mora", detalha. Outra ação se refere à representação encaminhada ao Ministério Público questionando a falta de vagas nas creches da cidade. A reclamação partiu, entre outros, de moradores do bairro Mato Dentro.

O petista também esteve envolvido nas discussões sobre o projeto de lei complementar número 854, que condicionava a execução de obras de grande porte até a edição de novo Plano Diretor e definia que os processos enviados pelo Executivo à Casa de Leis deveriam trazer, entre outros, o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). "Promovi três ou quatro encontros aqui. Acredito que a Câmara deveria também ter se envolvido mais na discussão de grandes temas, como segurança e a obra da Ponte São João."

Em dia com o eleitor - Marilena Negro (PT) deve prestar as contas desta legislatura em setembro, quando, segundo ela, terá mais tempo para avaliar o trabalho. Gustavo Martinelli (PSDB) está distribuindo pela cidade 8 mil exemplares de um informativo com prestação de contas. Leandro Palmarini, o Leandro do Bicho Legal (PV), vai lançar um informativo anual. A internet é o trunfo do pedetista Fernando Bardi, que elabora um site para divulgar as ações. Já Antonio Carlos Pereira Neto (PP), o Doca, Ana Tonelli (PMDB) e Júlio César de Oliveira (PSDB), o Julião, declararam não sentir necessidade de prestar contas.

fonte: JJ

Câmara de Jundiaí já teve 105 assessores

MEMÓRIA

26/7/2009


A Câmara de Jundiaí já teve 105 assessores de vereadores. Isso ocorreu entre 2001 e 2004, período em que vigorou uma lei municipal que permitia a contratação de até 5 assessores para cada um dos 21 vereadores que exerciam mandato na época. Em 2004, o Ministério Público determinou que a Câmara reduzisse o número de assessores que atuavam junto aos parlamentares. A decisão da Justiça culminou no afastamento de 63 assessores.

A juíza Ana Lúcia Xavier Goldman, autora da liminar que concedeu a redução no número de assessores na época, justificou a decisão alegando que "faltou justificativa plausível para as contratações". A magistrada também destacou o risco de prejuízos ao erário público por conta das despesas com o pagamento dos assessores.

fonte: JJ

Miguel Haddad anuncia ampliação do Parque da Uva

Quinta-feira, 30 de julho de 2009 05:56
De acordo com prefeito, obras começam sábado; capacidade será para 30 mil

Gláucia Mazzei
Agência BOM DIA

O Parque da Uva será ampliado em 9 mil m. A expectativa da Prefeitura de Jundiaí é concluir as obras até dezembro.

A ampliação, anunciada ontem, pelo prefeito Miguel Haddad, será possível com a demolição da área antes usada pelo Centro de Serviços da Prefeitura, atrás da concha acústica. “Com a reforma teremos mais espaço para o público durante as festas”, disse.

Portas e janelas das construções já foram retiradas e serão reaproveitadas pela prefeitura.

Já a demolição das paredes começam neste sábado, 22 dias antes do início da 16ª Festa do Morango. “Para esta festa a demolição atende parcialmente à população, mas para as futuras, o parque já estará totalmente concluído.”

A expectativa é aumentar a capacidade de público de 17 mil para 30 mil pessoas.

Com esta expansão, Associação Agrícola de Jundiaí e prefeitura acreditam que será possível diminuir o valor da entrada na festa (R$ 5 durante o dia e R$ 15 à noite).

“Com mais gente logicamente o rateio fica melhor e com isso poderemos melhorar o preço do ingresso.”

O custo maior da obra, segundo o prefeito, foi pequeno, apenas o da transferência do Centro de Serviços para outros pontos da cidade. Ele não citou valores.

Festa do Morango
Quando: 21, 22, 23, 28, 29 e 30 de agosto

fonte: BOMDIA

O ´faz-tudo´ dos vereadores

SOMBRA

26/7/2009

RUI CARLOS O Legislativo jundiaiense conta com 48 assessores parlamentares, que também acompanham as sessões

O Legislativo jundiaiense conta com 48 assessores parlamentares, que também acompanham as sessões

Popularmente, eles são chamados de ´sombras´. Isso porque sempre são vistos junto com os vereadores, tão próximos que parecem seguir os seus passos. Eles são os assessores de vereadores, funcionários que desempenham as mais variadas funções dentro e fora da Câmara Municipal com o objetivo de construir e preservar a imagem de seus chefes.

Atualmente, o Legislativo jundiaiense conta com 48 destes profissionais, divididos entre os gabinetes dos 16 vereadores. A formação dos ´sombras´ varia: alguns têm apenas Ensino Fundamental, outros são técnicos, publicitários, jornalistas, advogados e aposentados, entre outras profissões.

No dia a dia, atendem o público, orientam moradores sobre como resolver problemas dos mais variados, cuidam da agenda dos legisladores, pesquisam leis, elaboram estratégias de relacionamento com os eleitores e acompanham os vereadores em diversos eventos.

"É bem diferente o trabalho, a gente não para nunca, mas é bom e eu gosto deste contato com a população", diz Maria Lúcia de Oliveira Gonfinete, advogada que no início do ano trocou a rotina no próprio escritório para trabalhar como chefe de gabinete de um vereador. "Não deixei de atuar na área, pois oriento juridicamente as pessoas que vêm procurar o vereador e precisam de ajuda", afirma a advogada, que também é responsável por manter atualizada a agenda de compromissos do parlamentar.

Apesar de atuarem no poder público, eles não precisam fazer provas e participar de concursos. São indicados pelos vereadores logo após as eleições. Porém, têm os mesmos deveres que os concursados: cumprem horários e não recebem por horas extras trabalhadas.

Por não prestarem concurso público e atuarem em órgão governamental, chegam a sofrer discriminação. "Quando estava para começar o trabalho na Câmara, cheguei a ouvir piadas sugerindo que eu não faria nada nesta função", diz Andréia Aparecida Souza Alves Baumgarte, advogada de 33 anos que trabalha há oito como assessora. "Quando comecei, foi para aproveitar a oportunidade de trabalho, mas hoje eu gosto da dinâmica da função, com um trabalho nada metódico", diz ela.

Apesar de gostar do trabalho, as assessoras dizem não fazer planos de seguir a carreira política. "Penso em prestar concurso para atuar no ramo jurídico", diz Andréia. "Gosto de ser advogada, que é a minha profissão há 18 anos", diz Maria Lúcia. Há casos de assessores que tentam seguir o caminho dos ´chefes´. Thiago Maia Pereira, que trabalhou como assessor e chefe de gabinente de um vereador na legislatura anterior, disputou uma vaga no Legislativo jundiaiense nas últimas eleições.

ELTON FERNANDES
Notícias relacionadas: fonte: JJ

Cartilha vai esclarecer limites de atuação

FUNÇÃO DO PARLAMENTAR

25/7/2009


O vereador Gustavo Martinelli (PSDB), de 23 anos, está em seu primeiro mandato na Câmara jundiaiense. O pouco tempo no cargo - sete meses - não é obstáculo para que o jovem invista em uma proposta que poderá causar polêmica na Câmara. Eleito com 3.081 votos em outubro de 2008, o legislador disse que pretende lançar uma cartilha para explicar aos eleitores quais são as reais funções do vereador.

A ação foi motivada, segundo o tucano, pelo grande número de moradores que o procuram com pedidos que vão muito além das funções do parlamentar. "Sem contar que quando eu era mais novo, lembro de ter visto autoridades e candidatos oferecendo churrascos, latas de tintas e outras coisas em troca de votos, e pretendo evitar e combater isso", disse Martinelli.

Questionado pela reportagem do Jornal de Jundiaí Regional se já presenciou atos característicos de 'clientelismo' ou 'assistencialismo' na Câmara de Jundiaí,ele preferiu despistar o assunto. "Seria antiético de minha parte falar algo a respeito dos demais vereadores, pois não acompanho o trabalho nos outros gabinetes", explicou.

Martinelli já tinha conversado sobre a ideia de lançar uma cartilha em recente almoço realizado com os novatos da Câmara. Participaram, além dele, Paulo Sérgio Martins (PV), Mingo Fontebasso (PSDC) e Leandro Palmarini (PV). Apenas Fernando Bardi (PDT) não compareceu ao encontro, que teve o objetivo principal de fazer um balanço do primeiro semestre de trabalho na Câmara Municipal.

fonte: JJ

Vereadores já enviaram 5,4 mil pedidos à prefeitura

LEGISLATIVO

25/7/2009

MATEUS VIEIRA Maioria das indicações é referente à poda de árvores e iluminação, diz Oraci

Maioria das indicações é referente à poda de árvores e iluminação, diz Oraci

Os vereadores da Câmara de Jundiaí fizeram 5,4 mil pedidos formais à Prefeitura de Jundiaí entre janeiro e julho deste ano. O dado foi divulgado pela Secretaria Municipal de Assuntos Parlamentares, pasta responsável pelo relacionamento entre os Poderes Executivo e o Legislativo. Os pedidos são feitos por meio de ofícios e indicações pelos legisladores a partir do atendimento que fazem junto à população.

De acordo com Oraci Gotardo, titular da pasta, a maioria das indicações é referente à poda ou remoção de árvores, manutenção e iluminação em vias públicas. De janeito até agora, foram encaminhados 2,6 mil indicações e 2,8 mil ofícios pelos legisladores. As indicações são um instrumento jurídico da Câmara utilizados para solicitar pequenos serviços junto à administração municipal. Já os ofícios são utilizados sempre que os vereadores têm interesse em solicitar ou pedir informações à prefeitura.

A média mensal, segundo os dados da Secretaria de Assuntos Parlamentares de Jundiaí, é de 771 pedidos, equivalente a 48 solicitações de cada vereador. "Se há esse número de indicações e ofícios é porque há demanda da população", diz o vereador Júlio César de Oliveira (PSDB), o Julião, presidente da Comissão de Ética da Câmara de Jundiaí.

Em entrevista ao Jornal de Jundiaí Regional, o presidente da União dos Vereadores de São Paulo (Uvesp), Sebastião Misiara, disse que a entidade vem realizando um trabalho com o objetivo de evitar e combater o 'assistencialismo ou clientelismo' nas câmaras municipais no Interior de São Paulo. "O legislador deve se conscientizar de que o interesse coletivo deve estar acima do interesse individual dele ou de seus eleitores", afirmou Misiara.

Julião afirmou que até o momento não recebeu nenhuma informação ou crítica referente ao tema. De acordo com ele, a questão 'assistencialismo' ou 'clientelismo' não chegou a ser comentada pelo grupo responsável por discutir a ética entre os vereadores. "Para que a Comissão de Ética se pronuncie, ela deve ser provocada para discutir o tema, e isso ainda não ocorreu", explicou Julião.

ELTON FERNANDES

fonte: JJ

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Pela ordem 23/07

CENA POLÍTICA

23/7/2009


Confira notas sobre as ações dos políticos jundiaienses

  • Prefeito retorna ao trabalho depois de 12 dias de férias.
  • Câmara Municipal entra em recesso.
  • "Assembleia Convida", da TV Assembleia, que vai ao ar amanhã, às 21 horas, discurte a legislação em prol da defesa animal.
  • O PSDB Jovem de Várzea Paulista promove encontro, na próxima quarta-feira (29), para elaborar a "Carta da Juventude"

Fonte: JJ

Na ativa - O prefeito de Jundiaí, Miguel Haddad (PSDB), retorna ao trabalho amanhã, depois de 12 dias de férias com a família viajando pela Alemanha e Bélgica. O vice-prefeito Luiz Fernando Machado sairá de licença assim que o chefe do Executivo reassumir a função. No sábado pela manhã, o prefeito deverá prestigiar a festa julina promovida pelo Fundo Social de Solidariedade de Jundiaí, no Parque da Cidade, que será realizada no final de semana.

Recesso - Alguns vereadores aproveitam o recesso da Câmara para resolver questões pessoais ou simplesmente descansar. O presidente do Legislativo, José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), tirou uma semana de férias fora da cidade. Paulo César Martins, do PV, vice-presidente da Câmara, também esteve, ontem, fora da cidade. Ana Tonelli foi para Sorocaba, onde visitou uma pessoa da família que recupera-se de um problema de saúde. E Leandro Palmarini (PV) passou o dia em Campinas.

Proteção animal - O vereador Palmarini, por sinal, será um dos entrevistados do programa "Assembleia Convida", da TV Assembleia, que vai ao ar amanhã, às 21 horas. Além dele, também participa do programa um vereador de Campinas. O assunto em pauta será a legislação em prol da defesa animal. A atração pode ser conferida também pelo site da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (www.alsp.gov.br), no link "TV Alesp", e também pelo canal 4, da operadora NET em Jundiaí.

Juventude - O PSDB Jovem de Várzea Paulista promove encontro, na próxima quarta-feira (29), para elaborar a "Carta da Juventude" com pedidos e sugestões para o município. O documento será entregue às autoridades municipais e estaduais.
Participam do evento o vice-prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado (PSDB), e o deputado estadual Bruno Covas (PSDB). Para atrair a atenção dos jovens, haverá coquetel, palestra e descontos para cursos profissionalizantes.

Nepotismo - Decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado ontem, no Diário Oficial da União, obriga os ministros de Estado e ocupantes de altos cargos comissionados a declararem, no prazo de 60 dias, se têm parentesco com alguém no Executivo Federal que ocupe cargo em comissão ou de confiança ou com estagiário, funcionário terceirizado ou consultor de organismo internacional que preste serviço para o órgão em que o agente trabalhe. As declarações serão depois cruzadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) com o banco de dados do Executivo na tentativa de identificar casos de nepotismo.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Prestação de Contas será feita via mídia

CÂMARA

22/7/2009

Os vereadores de Jundiaí têm escolhido diversos métodos para prestar contas à população dos primeiros seis meses de mandato. Muitos optam por divulgar seus feitos em sites e informativos próprios. Poucos se interessam por prestar contas em eventos com a presença de público e há quem não use nenhum desses métodos, acreditando que o trabalho do dia a dia é a principal arma para manter a população informada sobre as ações.

O vereador Durval Orlato (PT) vai prestar contas para qualquer pessoa interessada, na Câmara Municipal, neste sábado, a partir das 14h30. "Acho importante esse contato com a população, mas eu gosto de todos os formatos de comunicação. Já fiz um jornalzinho também e vou lançar um site", comenta.

A petista Marilena Negro também prestará contas em evento aberto ao público, mas só em setembro. "Seis meses é pouco tempo para fazer um balanço. Já aos nove meses, é possível gerar alguma coisa. É um jeito feminino de encarar o mandato. Até lá, talvez eu já tenha alguns projetos aprovados", afirma, ressaltando que também divulga seus trabalhos em site.

Os métodos - Antonio Carlos Pereira Neto, o Doca (PP), Ana Tonelli (PMDB) e Júlio César de Oliveira, o Julião (PSDB), não sentem a necessidade de prestar contas. "Gosto do trabalho de campo. Eu vou muito para a rua", afirma Julião. "Sou vereadora há mais de 20 anos e nunca fiz prestação de contas. Acredito é no dia a dia. Recebo muitos e-mails da população e procuro atender. Vou aos bairros e vou muito à Prefeitura", diz Ana. "Mas não condeno quem opta por prestar contas."

"Nunca fiz isso (prestar contas). Os eleitores sabem do meu trabalho. Nunca deixei de atender a população e sempre dou retorno às pessoas, mesmo que o pedido não tenha sido atendido", diz Doca. Sílvio Ermani (PV) também não programou nada em termos de prestação de contas. "Acho que seis meses é pouco tempo para poder falar algo, mas acho interessante que os vereadores estejam tomando essa iniciativa."

Gustavo Martinelli (PSDB) está distribuindo, pela cidade, 8 mil exemplares de um informativo com prestação de contas. "Estamos indo de casa em casa e também divulgando as ações pelo meu site. Acredito no alcance disso, pois, se você pensar que uma família tem quatro pessoas em média, imagine quanta gente vai ler o jornal!", calcula.
Leandro Palmarini, o Leandro do Bicho Legal (PV), vai lançar um informativo anual.

"E tudo o que faço é divulgado no meu site também. Além disso, envio correspondências para as pessoas. Todo tipo de prestação de contas é bom. Trata-se de transparência".
Fernando Bardi (PDT) diz que está terminando de montar um site. "A internet é uma linguagem que a maioria acessa. Um jornal, por exemplo, daria um gasto a mais. O site pode ser sempre atualizado", avalia. Enivaldo Ramos de Freitas, o Val (PTB), também tem um informativo. "E sempre presto contas também em reuniões com lideranças de bairros".

PATRÍCIA BAPTISTA

Fonte: JJ

terça-feira, 21 de julho de 2009

Para comissão, investir na GM reduzirá criminalidade

CÂMARAS/GUARDAS

21/7/2009

ARQUIVO JJ Propostas são de melhorar equipamentos e intensificar o patrulhamento

Propostas são de melhorar equipamentos e intensificar o patrulhamento

Vereadores que compõem a Comissão de Segurança Pública da Câmara de Jundiaí acreditam que investimentos para melhorar o trabalho da Guarda Municipal ajudarão a diminuir a violência em Jundiaí. Eles consideram que dobrar o número de câmeras de monitoramento, aumentar patrulhamento em bairros distantes e investir no policiamento comunitário da GM são ações importantes.

Essas melhorias são as primeiras propostas que o Executivo Municipal enviou ao Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Governo Federal. Por meio do programa, será possível obter recursos. A Prefeitura estima que o valor para realização dessas ações será de R$ 1,4 milhão, mas já elabora a complementação do projeto, para obtenção de mais verba.

Na opinião do vereador e delegado Fernando Bardi (PDT), todo investimento em segurança pública é bem-vindo. "As prefeituras, de modo geral, costumam se preocupar com saúde e educação e acabam deixando um pouco mais de lado a segurança, até porque o comando das polícias civil e militar é estadual", comenta. "É muito importante investir na GM, não só no aspecto material, como no humano. É preciso aumentar o efetivo e, com mais viaturas, a guarda consegue ir a bairros mais distantes e carentes de segurança, como Varjão, Almerinda Chaves e Tulipas".

Bardi acrescenta que as câmeras de monitoramento ajudam muito as polícias. "Em relação a furtos e roubos de veículos, por exemplo, fazemos estatísticas e, com câmeras de monitoramento nos locais, muitas vezes é possível identificar os autores, desmantelar quadrilhas inteiras e recuperar veículos".

Reclamação geral - O vereador Antonio Carlos Pereira Neto, o Doca (PP), também gostou das propostas do poder Executivo. "Tudo o que vai para a GM é ótimo, pois ela trabalha em conjunto com a Polícia Militar. Isso tudo ainda é muito novo e, por isso, temos que aguardar. Mas, se virar realidade, a segurança, principalmente com as câmeras, vai melhorar 75% ou 80%". Doca acrescenta que as reclamações da população sobre violência são gerais. "Hoje, todos os bairros estão com problemas. Eles (criminosos) não estão escolhendo." O presidente da Comissão de Segurança Pública, Paulo Sérgio Martins (PV), também delegado, não foi encontrado no domingo nem ontem para comentar o assunto.

Para participar do Pronasci, os municípios foram escolhidos a partir de análise dos índices de violência e de criminalidade e de investimentos das prefeituras na área de segurança. O termo de adesão ao programa foi assinado no último dia 14. Os projetos enviados pelas prefeituras serão analisados por técnicos e financiados com recursos do Ministério da Justiça. Ontem, o comandante da GM, Paulo Sérgio Stel esteve em Brasília para tratar de detalhes do projeto, que entra numa nova etapa até a apresentação de todos os documentos necessários para a liberação do recurso.

PATRÌCIA BAPTISTA

fonte: JJ

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Custo do legislativo - Custo Brasil?

A cidade de Jundiaí é considerada umas das que melhor remuneram seus políticos. Sabemos que é grande sua responsabilidade, mas que por isso, devem prestar serviços adequados à população que paga seus salários.
Não podemos esquecer que além de criar leis e deliberar o dia a dia da Câmara Municipal, o vereador deveria exercer uma ampla fiscalização sobre as contas do Executivo, isto é, fiscalizar as ações do prefeito.
Não serem meros coadjuvantes, como ocorre na maioria das casas de leis pelo Brasil, pelo simples fato da existência de um grupo da situação que dá as cartas, cria-se assim, uma cúpula de proteção sobre o executivo.
A atividade fiscalizadora da Câmara se dá através de pedidos de informações formulados ao prefeito, convocação de representantes do Executivo para que prestem esclarecimentos sobre as suas respectivas áreas de atuação e, pela instalação de Comissões Especiais de Inquérito (CEI).
Para auxiliar as Câmaras no seu papel de controle externo, existem os Tribunais de Contas dos Estados, as ONGS e a população.
É importante salientar que em 2009 em Jundiaí, o prefeito que venceu as eleições teve garantido um salário de R$ 17,8 mil mensais assim que assumiu o cargo. O aumento foi votado em sessão extraordinária no dia 20 de dezembro de 2007 que assegurou para os 16 vereadores um ganho mensal de R$ 7,4 mil. O vice e os secretários devem recebe algo entorno de R$12,2 mil por mês.

Professor Marcelo Pilon
http://www.marcelopilon.com.br/
http://twitter.com/marcelopilon

NOTA PÚBLICA: Reforma eleitoral beneficia candidatos que praticaram atos ilícitos

O Projeto de Lei 5498/09, que trata da reforma eleitoral, recebeu 136 ementas, mas apenas pouco mais de 30 foram incluídas no projeto, demonstrando além de pressa para a votação, a falta de debates aprofundados sobre o PL.

Antes de o projeto ser levado à votação, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) apresentou ao seu relator sugestões sobre os aspectos considerados problemáticos do PL, na avaliação do movimento. No entanto, o esforço foi derrotado pelas articulações políticas que tentam minar a escolha de candidatos idôneos para a política do país.

Duas ementas apresentadas pelo MCCE tentaram reaver pontos preocupantes do PL e considerados um retrocesso às regras eleitorais do país. O primeiro deles é o art. 3º, segundo o qual a certidão de quitação eleitoral, necessária no ato da candidatura, mencionará exclusivamente a apresentação de contas de campanha eleitoral.

Ou seja, de acordo com o artigo, estas mesmas contas não precisam ser aprovadas, apenas apresentadas pelo proponente a candidato para que o candidato obtenha a quitação eleitoral.

Com essa redação, o texto autoriza que o candidato obtenha a quitação eleitoral ainda que as contas tenham sido rejeitadas por qualquer motivo.
Essa medida torna possível a candidatura de pessoas que comprovadamente fraudaram contas apresentadas à Justiça Eleitoral.

O segundo ponto polêmico torna possível que mesmo candidatos inelegíveis participem do processo eleitoral.

Hoje funciona assim: o candidato tem uma data limite para fazer seu registro de candidatura, provando que preenche todos os requisitos. Com a mudança aprovada pela Câmara, essa data limite deixa de existir e o candidato tem todo o período de campanha para tentar reverter a sua situação. É o que acontece com candidatos que têm suas contas rejeitadas, por exemplo. Para poder tirar o registro de candidatura, eles precisam apresentar uma liminar da Justiça, até o último dia de registro, que permita sua candidatura.

De acordo com o PL aprovado, agora ele pode pedir o registro da sua candidatura e fazer campanha normalmente, mesmo tendo sido legalmente declarado inelegível, enquanto luta para obter alguma medida liminar.

Por meio desta, o MCCE denuncia a falta de transparência na condução do PL, assim como o descaso de muitos parlamentares em relação a conquistas da sociedade no que se refere ao sistema eleitoral brasileiro.

Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) Abong •Abramppe •Ajufe •AJD •AMB •Ampasa •ANPR •ANPT •APCF •Bahá’i •Cáritas Brasileira •CBJP •CFC CFF •Coffito •CNBB •CNS •CNTE •Confea •Cofen •Conam •Conamp •Conic •Contag •Conter •Criscor •CUT •Fenafisco Fenaj •Fisenge •FNP •Ibase •IFC •Inesc •Instituto Ethos •MPD •OAB •Rits •Unafisco Sindical •Unasus •Voto Consciente

domingo, 19 de julho de 2009

A rotina dos vereadores 24 horas por dia

LEGISLATIVO

19/7/2009

FABIANO MAIA MARILENA NEGRO, GUSTAVO MARTINELLI, SÍLVIO ERMANI, ZÉ DIAS, DOCA e LEANDRO PALMARINI

MARILENA NEGRO, GUSTAVO MARTINELLI, SÍLVIO ERMANI, ZÉ DIAS, DOCA e LEANDRO PALMARINI

O que a petista Marilena Negro, o tucano Gustavo Martinelli, o pedetista José Dias, os ´verdes´ Sílvio Ermani e Leandro Palmarini, além do ´progressista´ Antônio Carlos Pereira Neto, o Doca, têm em comum? Os seis vereadores da Câmara de Jundiaí deixaram de lado as profissões para se dedicar apenas ao trabalho parlamentar. A opção, de acordo com os legisladores, rende frutos. Um dos parlamentares, por exemplo, soma oito mandatos consecutivos.

Embora não pareça das mais árduas e seja recompensada com um salário de R$ 7,4 mil mensais para cada um dos 16 legisladores - "condizente com o tamanho da responsabilidade", dizem - a tarefa de criar leis para o município e fiscalizar o Executivo exige dedicação extrema, de acordo com os entrevistados. Marilena Negro é assistente social e precisou se licenciar do cargo público desde que assumiu pela primeira vez, em 2004. "É uma exigência do Estatuto do Servidor Público", destacou a petista. "Deixei o cargo, não a minha profissão! Aliás, minha formação e experiência profissional no servico público como assistente social têm influência direta na minha atuação política."

A oposicionista fez questão de esclarecer que não considera "profissão o trabalho de vereador", mas admitiu que, no caso dela, "não há como conciliar 40 horas de trabalho na Prefeitura com todas as ações decorrentes da vereança."

Sem vantagem - Para Gustavo Martinelli (PSDB), 23 anos, não há vantagem dos ´vereadores 24 horas´ sobre aqueles que precisam se dividir entre o trabalho parlamentar e as ações exigidas pela profissão. "Toda a cidade sabe quem são os vereadores e onde eles estiverem sempre farão contatos. Não se perde isso, mesmo tendo outra atividade", comentou. Martinelli foi administrador do centro esportivo Francisco Dal Santo, na Vila Rami, durante quatro anos. O trabalho, agora, envolve peregrinação pelos bairros e muita conversa. "Precisamos conscientizar as pessoas que trabalhamos de segunda a segunda e não apenas uma vez por semana."

Sem citar nomes, o tucano fez críticas ao assistencialismo praticado na Câmara. "Não estou aqui para dar botijão de gás, pagar conta de energia elétrica. São vícios que alguns ainda têm e isso só mantém a população distante do Legislativo", cutucou.

Mesmo ideal - Sílvio Ermani (PV), 42 anos, é administrador de empresas. Pela segunda vez no Legislativo, Silvinho usa novamente a tática de se dedicar exclusivamente ao cargo eletivo. "Quem continua exercendo suas funções leva mais vantagem, porque mantém contato com o público cativo", ressaltou. "Mas admito que posso programar melhor o tempo, fazer visitas e ver problemas in loco. Sempre tive contato direto com as pessoas." A exemplo do tucano Gustavo Martinelli, Silvinho fez questão de dizer que não faz média. "Frequento todos os locais, mas não pago cerveja para ninguém. Quem vem me pedir algo sabe que tem de ser pela comunidade. Se for pessoal, não pode ser nada financeiro."

Com o povo - Ex-líder comunitário do Jardim São Camilo, José Carlos Ferreira Dias, o Zé Dias (PDT), demonstra orgulho pela dedicação em tempo integral à população. "Não tenho profissão paralela e, por isso, faço de coração esse trabalho. Tenho meu escritório mas, para mim, ele acaba sendo a rua." O pedetista contou já ter atendido pessoas na porta de casa, inclusive de madrugada. "Já fui de guarda-chuva e chinelos em casos de desabamento. Quando ocorrem falecimentos, também me procuram." Além dos assessores, o vereador também é auxiliado no trabalho pelos filhos. "Tenho quatro mandatos, o que mostra que a dedicação exclusiva acaba sendo reconhecida", comentou.

Experiência - Antônio Carlos Pereira Neto, o Doca (PP), tem 72 anos e está no oitavo mandato. Aposentado do serviço federal desde dezembro de 1986, ele afirmou que "nasceu para o atendimento público". "Trabalhei na Cooperativa Paulista, na Companhia de Estradas de Ferro e no Iapetec (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes de Cargas). Era procurado em minha casa, aos sábados, domingos e feriados, devido às viagens constantes dos motoristas", lembrou. "Até hoje atendo os moradores da mesma maneira, agora como vereador."

Perguntado se levaria vantagem sobre os outros legisladores por se dedicar exclusivamente ao mandato, Doca citou Deus. "Ele designa certas funções às pessoas. Tenho 32 anos de vida legislativa, não é vantagem ou desvantagem. O grupo de assistentes bons, bem treinado, também me ajuda a atender a população", comentou o progressista.

É o bicho - Leandro Palmarini (PV), 35 anos, é servidor público municipal há 13 anos. Neste, entretanto, teve de se licenciar da atividade profissional para exercer o primeiro mandato. Apesar disso, o vereador tem de se desdobrar entre a atuação parlamentar e o trabalho voluntário na ONG Bicho Legal. "Tenho sempre de fazer adaptações na agenda devido ao trabalho de campo nos casos de maus-tratos aos animais, averiguações, mutirões de castração e campanhas", contou. "Mas por poder me dedicar em tempo integral, tenho facilidade no contato com a comunidade."

Divisão de tarefas - Os outros 10 representantes da Câmara de Jundiaí, que não têm este privilégio, se desdobram para conseguir cumprir as tarefas do dia. Em entrevista recente ao JJ Regional, os delegados Paulo Sérgio Martins (PV) e Fernando Bardi (PDT) admitiram ser procurados por eleitores nas delegacias onde atuam. A lista de profissões prossegue com cargos de radialista (Ana Tonelli/PMDB), comerciante (Domingos Fonte Basso/PSDC e José Galvão Braga Campos, o Tico/PSDB), engenheiro (Marcelo Gastaldo/PTB), administrador de empresas (Durval Orlato/PT e Enivaldo Ramos de Freitas, o Val/PTB) e pastor evangélico (Roberto Conde/PRB).

"Exceto pelo tempo que não é integral ao mandato, não vejo desvantagem. Quando estou no consultório, não deixo de fazer política", afirmou o dentista Júlio César de Oliveira, o Julião (PSDB). "Eu gosto de ir à população, mas por conta da profissão preciso dividir isso com os assessores. Eles têm de ser a continuação do vereador."

EMERSON LEITE

fonte: JJ

Em Jundiaí, os 16 vereadores custam o dobro dos colegas de Rio Preto

Sábado, 18 de julho de 2009 23:39
Na comparação, Câmara local é uma das que gasta menos


Fernando Zanelato
Agência BOM DIA

Cada um dos 16 vereadores de Jundiaí custou o dobro do que a Câmara de Rio Preto gastou individualmente com os seus 17 parlamentares no primeiro quadrimestre de 2009.

Levantamento feito pelo BOM DIA nas câmaras das duas cidades – mais Bauru e Sorocaba – mostra que Jundiaí consumiu R$ 4,470 milhões entre janeiro e abril para manter o Legislativo.

No mesmo período, a despesa de Rio Preto foi de R$ 2,475 milhões.

O custo em Sorocaba chegou a R$ 5,168 milhões e em Bauru a R$ 2,467 milhões.

Proporcionalmente, cada vereador jundiaiense custou R$ 279.413 contra R$ 145.638 dos de Rio Preto, uma diferença de 91,85% entre as duas cidades. Já na Câmara de Bauru, o gasto com cada parlamentar – são 16 no total – foi de R$ 154.201. Na de Sorocaba – que tem 20 parlamentares –, foi de R$ 258.445.

O orçamento do Poder Legislativo é calculado de acordo com o orçamento do município. A lei determina que sejam repassados até 6% da receita corrente líquida arrecadada nos últimos 12 meses.

Como não há regra, cada Câmara gasta o dinheiro como bem entender. Jundiaí, por exemplo, com 342.983 habitantes, vai receber R$ 19,8 milhões da prefeitura nesse ano.

Bauru, com uma população de 347.601 pessoas, receberá, até dezembro, R$ 7,4 milhões. Em Sorocaba, que tem 559.157 habitantes, a previsão orçamentária da Câmara é de R$ 24 milhões. Em Rio Preto, com 402.770 habitantes, serão R$ 10,8 milhões.

Folha de pagamento é a maior fonte de gastos
A Câmara de Sorocaba gastou 79% de toda a sua receita do primeiro quadrimestre com folha de pagamento. São 195 servidores, sendo 107 comissionados, ou seja, não prestaram concurso público para trabalhar. O vereador de Sorocaba recebe, por mês, R$ 7,6 mil.

Dos R$ 5,168 milhões gastos nos primeiros quatro meses do ano, os salários consumiram R$ 4,088 milhões.

A Câmara de Jundiaí vem logo atrás, com 150 funcionários – 90 desses comissionados. São quase 10 servidores por vereador. Os salários, assim como Sorocaba, também custaram muito. Foram R$ 3,9 milhões só com essa despesa. O subsídio dos parlamentares é de R$ 7,4 mil.

A Câmara de Rio Preto tem 95 servidores – somente 27 são de carreira. Os vereadores recebem R$ 4,8 mil.

A Câmara de Bauru tem 81 funcionários – 40 em cargos de confiança.

No primeiro quadrimestre, foram gastos R$ 1,8 milhão só com folha de pagamento. Em Bauru, o salário de vereador é de R$ 7,2 mil.

fonte: BOMDIA

Vereadores traçam metas de mandato

EM RECESSO

18/7/2009

FABIANO MAIA Tico procura descanso após primeiro semestre no comando da Câmara

Tico procura descanso após primeiro semestre no comando da Câmara

A Câmara de Jundiaí já entrou oficialmente em recesso, mas a maioria dos vereadores pretende aproveitar o tempo sem sessões ordinárias para dar encaminhamento a outras demandas legislativas.

Para o delegado-vereador, Fernando Bardi (PDT), a dupla jornada continua entre o gabinete e a delegacia. "Continuo trabalhando normalmente já que as férias dos dois locais não irão coincidir. O atendimento ao público continua normal, assim como a ação dos meus assessores nas ruas", afirma.

Um dos novatos na Câmara, o tucano Gustavo Martinelli (PSDB), revela que pretende investir os 15 dias de férias no setor de comunicação do seu mandato. Ele e sua equipe trabalham na distribuição de jornal de prestação de contas, impresso recentemente com tiragem de 8 mil exemplares. "Entregaremos o jornal de casa em casa."

O JJ Regional teve acesso a um exemplar do material. Em oito páginas, o parlamentar apresenta ações nesse primeiro semestre da Câmara e enfatiza seu relacionamento com o prefeito Miguel Haddad (PSDB).

Oposição - A rotina entre os vereadores da oposição também segue praticamente igual. Marilena Negro (PT) revela que ainda não conseguiu se sentir em recesso. "Passei esses últimos dias entre acompanhamento de processos e idas à Prefeitura." Ela diz que o período também será utilizado para o protocolo de novas denúncias no Ministério Público (MP). "Também é um período de balanço. Não pretendo nem viajar por enquanto."

A petista investirá, ainda, na manutenção do site pessoal na internet e na resposta às questões do seu ´padrinho´, na campanha ´Adote um Vereador´ - onde eleitores escolhem um dos parlamentares do Legislativo para acompanhar os trabalhos de forma virtual. Com as atribuições de presidente da Câmara e vereador, José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), optou por uns dias de descanso. Durante o recesso parlamentar, ele pretende passar o tempo com a família. Uma pescaria com amigos também está planejada.

Na última sessão ordinária antes do recesso parlamentar, os vereadores discutiram e aprovaram o projeto de lei que dispõe sobre as diretrizes para elaboração da Lei Orçamentária de 2010. Oficialmente, o recesso vai de 18 a 31 de julho, mas o funcionamento dos outros setores do Legislativo continua normal. A única diferença é que nesse período não ocorrem as sessões ordinárias. No entanto, extraordinárias podem ser convocadas, o que não está previsto até o momento.

THIAGO GODINHO

fonte: JJ

Novatos fazem balanço do semestre

CÂMARA

16/7/2009

FABIANO MAIA

"Foi apenas uma troca de ideias", disse Martinelli

Quatro dos cinco vereadores novatos da Câmara de Jundiaí se reuniram na terça-feira, logo após a sessão ordinária, para fazer um balanço do primeiro semestre de mandato.
Gustavo Martinelli (PSDB), Leandro Palmarini (PV), Mingo Fontebasso (PSDC) e Paulo Sérgio Martins (PV) decidiram almoçar para, segundo eles, fazer um balanço dos primeiros seis meses de trabalhos legislativos. Todos, que integram a base de sustentação ao prefeito Miguel Haddad (PSDB), descartaram, no entanto, o início da formação de um ´subgrupo´ na Câmara.

"Não teve nada disso. Foi apenas uma troca de ideias", afirmou o tucano Martinelli. "Como cada um tem o seu estilo, sua ideologia, aproveitamos para debater sobre o que passou nesse período", confirmou Palmarini. Cada um dos quatro vereadores representa um setor diferente da sociedade local.

O delegado Paulo Sérgio foi eleito pelos votos de quem clama por segurança; Martinelli representa a juventude da cidade; Palmarine é tido como o ´defensor dos animais´ e Mingo apoia o setor rural de Jundiaí. "Falamos sobre o real papel do vereador. Quando estávamos fora da Câmara, achávamos uma coisa. Como vereador, vemos que a realidade é outra", disse Martinelli.

Ilegais - A mudança de mentalidade, de acordo com o vereador do PSDB, é baseada na dificuldade em legislar. Tanto que o próprio presidente da Câmara, José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), reduziu o número de projetos de lei (PLs) inconstitucionais e ilegais em discussões no Legislativo. Desde que assumiu a presidência do Legislativo, o tucano quer acabar com o desconforto causado durante todo o mandato anterior por conta dos projetos de lei ilegais e inconstitucionais apresentados por quase todos os vereadores.

Para isso, ele criou medida interna para evitar as saias-justas entre os setores da Casa. Assim, após constatação de todos os projetos ilegais e inconstitucionais pela Consultoria Jurídica, os autores são chamados para uma conversa de orientação. "Aprendemos muito já. Mas, é muito complicado criar medidas que não sejam ilegais", disse Martinelli.
Durante o almoço, ele sugeriu, ainda, a criação de uma cartilha de conscientização aos eleitores. "Muita gente ainda procura o vereador para ajudar a pagar uma conta, para fazer assistencialismo mesmo. E esse não é nosso papel."

THIAGO GODINHO

fonte: JJ

sábado, 18 de julho de 2009

Vereadores discutem mais vetos na sessão

CÂMARA DE JUNDIAÍ

22/6/2009

ARQUIVO JJ Vereadores se reúnem amanhã, a partir das 9 horas, para mais uma sessão ordinária: previsão é de pouca polêmica

Vereadores se reúnem amanhã, a partir das 9 horas, para mais uma sessão ordinária: previsão é de pouca polêmica

Os 16 vereadores da Câmara de Jundiaí discutem amanhã, a partir das 9 horas, durante a sessão ordinária, uma pauta com 10 itens. Dois deles se destacam por serem mais vetos do Executivo a projetos de lei aprovados pela própria Câmara. Desde o início do ano, os parlamentares alcançaram a marca de 19 vetos do prefeito Miguel Haddad (PSDB) rejeitados no Legislativo.

Na ordem do dia de amanhã, o primeiro veto do Executivo refere-se ao projeto de lei complementar 864, de autoria do vereador-delegado Paulo Sérgio Martins (PV), que altera legislação para modificar disposições sobre instalação de sistema de aquecimento de água por energia solar em edificações novas.

O outro veto da pauta é em relação ao projeto de lei complementar 867, dos vereadores Fernando Bardi (PDT) e Ana Tonelli (PMDB), que altera o Código de Obras e Edificações, para regular destinação a tanque desativado de armazenamento subterrâneo de combustível. Descontando os projetos de lei de denominação, o Executivo vetou neste ano 75% dos projetos de autoria dos vereadores aprovados em plenário. Porém, os vereadores derrubaram a maioria dos vetos e a Câmara promulgou as leis respectivas.

Outros itens - Os vereadores também votam nesta terça o projeto de lei complementar 838/2008, do vereador José Dias (PDT), que altera a lei complementar 204/96, para isentar da taxa de coleta de lixo as associações de moradores de bairros.

O tucano Júlio César de Oliveira, o Julião, tem três projetos na pauta. Um deles é o 848/2008, que altera o Código de Obras e Edificações, para exigir grades de segurança nas edificações verticais de uso coletivo. A outra proposta é a 10.125/2008, que proíbe uso de telefone móvel no interior de instituições financeiras. O último projeto de Julião é o de nº 9.680/2007, que denomina ´Praça dos Tucanos´ área pública do Jardim Paulista. A pauta também traz o projeto de lei 10.303/2009, da vereadora Marilena Negro (PT), que inclui no calendário municipal de eventos o ´Baile Anual de Aniversário do Clube Beneficente, Cultural e Recreativo 28 de Setembro´.

Entre os itens, também está o projeto de lei 1.037/2009, de Domingos Fonte Basso (PSDC), que declara de utilidade pública a Associação Amigo Especial. Já o projeto 10.315/2009, do vereador Roberto Conde Andrade (PRB), exige nos salões de beleza cartaz sobre hepatite. A pauta também conta com uma moção, de Sílvio Ermani (PV), que apela ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para o acompanhamento dos processos de confisco das cadernetas de poupança nos planos Collor I e II.

DA REPORTAGEM LOCAL

fonte: JJ

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Convite: Pizzaria do Senado‏

Participe na segunda-feira, 20 de julho, de um evento político-gastronômico-onírico de proporções homéricas.

Compareça. E envie o convite abaixo para amigos e conhecidos.

Realização:
  • Educa- União dos Educadores
  • Biotema
  • Instituto Brasil Verdade
  • Instituto de Combate à Fraude e Defesa da Concorrência - ICDE
  • Instituto PNBE de Desenvolvimento Social - IPNBE
  • Grupo Metropolitano Paulista do Programa Agenda 21
  • Marília Transparente - Madra
  • Pensamento Nacional das Bases Empresariais - PNBE
  • Site Brasil Sem Corrupção
  • Vitae Civilis
  • Voto Consciente

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Projeto de Jundiaí é considerado modelo

VERBAS PARA A GUARDA

15/7/2009


O projeto de Jundiaí para conseguir fundos para a Guarda Municipal no Ministério da Justiça foi considerado modelo, ontem, durante assinatura de convênio que habilitou a cidade ao recebimento de verbas do Programa Nacional de Segurança (Pronasci).
Dentre onze cidades participantes, o prefeito de Jundiaí em exercício, Luiz Fernando Machado (PSDB), foi o único convidado pelo ministro, Tarso Genro, a discursar.

"O projeto da cidade foi citado publicamente como modelo", disse, por telefone, o tucano, que foi ao encontro acompanhado do comandante da Guarda, Paulo Sérgio de Lemos Giacomelli Stell, o Jacó. Foram poucas as cidades com projetos já credenciados no ministério. No Estado, apenas os projetos de Jundiaí e Rio Claro foram aceitos. A formação de um policiamento comunitário está entre os pedidos prioritários da cidade em Brasília.

O tucano afirmou que encontros com o senador Romeu Tuma (PTB-SP) foram fundamentais para credenciar a cidade ao recebimento das verbas. "Ele nos abriu muito espaço", afirmou Luiz Fernando.

O que é - Desenvolvido pelo Ministério da Justiça, o Pronasci é um projeto que articula políticas de segurança com ações sociais. Entre os eixos, destacam-se valorização dos profissionais de segurança pública, reestruturação do sistema penitenciário, combate à corrupção policial e envolvimento da comunidade na prevenção da violência. Para o desenvolvimento do programa, o governo federal investirá R$ 6,707 bi até o fim de 2012.

fonte: JJ

LDO aprovada. Com votos da oposição

UNÂNIME

14/7/2009

RUI CARLOS Marilena Negro questionou métodos de intervenção popular no orçamento

Marilena Negro questionou métodos de intervenção popular no orçamento

Os vereadores do PT na Câmara de Jundiaí foram os únicos a discursar na Tribuna, ontem, durante apreciação do projeto de lei sobre as diretrizes orçamentárias da cidade.
Marilena Negro e Durval Orlato citaram "falta de participação popular" na discussão do orçamento. Ambos falaram por 20 minutos na Tribuna - tempo estipulado para cada vereador em projeto deste gênero. Em seguida, sem nenhum pronunciamento da bancada aliada, a proposta foi aprovada por unanimidade, inclusive com votos favoráveis dos dois oposicionistas. A sessão ordinária, com pauta única, foi encerrada com menos de uma hora de duração.

Contestação - A vereadora Marilena Negro iniciou o debate em tom crítico às audiências públicas realizadas sobre o tema. "Há receios de ouvir discursos, mas a população está preparada sim para opinar. Não é preciso copiar nenhum modelo petista para se fazer isso", disse.

Para rebater as declarações da parlamentar, o líder do PSDB na Câmara, Júlio César de Oliveira, classificou o posicionamento da oposicionista como "elucubração mental" (suposições exageradas). "Fico pasmo de ver como são colocadas palavras na boca do prefeito e dos vereadores", defendeu.

O texto do projeto de lei foi aprovado pelos parlamentares sem qualquer emenda - as sete apresentadas foram rejeitadas pela Comissão Mista (que reúne a Justiça e Redação e a Economia, Finanças e Orçamento). Marilena cutucou, ainda, o sistema de consulta pública ao orçamento, desenvolvido pela Prefeitura em site na internet. "Então, temos de investir mais em inclusão digital."

Orlato seguiu linha de raciocínio semelhante. "Apenas um terço da população tem acesso à internet. Então, não podemos dizer que há o clamor popular inserido no orçamento", argumentou.

Anteontem, o presidente da Câmara, José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), justificou a reprovação às emendas já que, segundo ele, "qualquer mudança poderia estragar a peça orçamentária". "É de praxe a recusa de emendas há alguns anos. Vejo isso com muita naturalidade", analisou.

Todas as sete emendas apresentadas e rejeitadas na Comissão Mista foram propostas pelos dois vereadores petistas. Uma das investidas de Marilena solicitava que o Executivo encaminhasse à Câmara cópia dos convênios até 30 dias da formalização do item. Ela também chegou a propor a divulgação da gestão fiscal em meios eletrônicos.

Já Orlato tentou implantar um modelo semelhante ao Orçamento Participativo (OP), uma das bandeiras do PT. A LDO é o documento no qual a Prefeitura estabelece a expectativa de arrecadação para o próximo ano e determina como esse dinheiro será utilizado. O Orçamento Municipal de Jundiaí para 2010 prevê arrecadação de mais de R$ 1 bilhão.

THIAGO GODINHO

fonte: JJ


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Leia [aqui] o que nossos voluntários disseram sobre essa sessão.

População pode opinar na internet

CONSULTA PÚBLICA

14/7/2009


A Prefeitura de Jundiaí, segundo a Secretaria de Finanças, crê que esteja dando ao processo de elaboração do Orçamento Muncipal "um tratamento transparente e profissional, obedecendo o que reza a Lei de Diretrizes Orçamentárias", comentou o secretário José Antônio Parimoschi, responsável pela apresentação dos dados aos vereadores, em recente audiência pública, na Câmara.

"A secretaria já disponibiliza os dados relativos às contas públicas do município na página da Prefeitura de Jundiaí na internet (www.jundiai.sp.gov.br) e está empenhada em desenvolver ferramentas cada vez mais eficientes e práticas, que assegurem a transparência e a participação popular durante a fase de elaboração da peça orçamentária, conforme nos manda o artigo 48 da Lei de Responsabilidade Fiscal", afirma Parimoschi.

Na opinião do secretário, o processo que permite a participação direta da população "fortalece as relações com os cidadãos, aperfeiçoa a definição de políticas governamentais e é um elemento fundamental para a melhoria na gestão pública."

Os dados colhidos até agora na pesquisa, por exemplo, dão especial relevo à preocupação que a população jundiaiense tem com a segurança. "E este detalhe está sendo levado em consideração pela administração no momento de distribuir os seus recursos e priorizar as suas ações, embora a segurança pública seja atribuição do Estado e seja compartilhada pela Prefeitura", destaca.

Em razão disso, a Secretaria de Finanças de Jundiaí, segundo Parimoschi, criou o programa denominado 'Consulta Pública Eletrônica', que consiste na disponibilização na internet de questionário previamente elaborado para colher propostas dos cidadãos, que servirão como importante subsídio ao processo de elaboração do orçamento municipal.

Pode participar do link 'Consulta Pública Eletrônica' todo cidadão que se identificar e preencher os campos com seu nome completo, e-mail para contato e bairro onde mora. A periodicidade da consulta será anual, devendo ser realizada durante o processo de elaboração do orçamento municipal. Tabulados os dados, segundo os técnicos da Prefeitura, os resultados obtidos serão encaminhados para análise técnica de viabilidade pelas respectivas secretarias e órgãos responsáveis pelos apontamentos feitos pela população.

fonte: JJ

Oposição lamenta Lei de Diretrizes Orçamentárias aprovada sem emendas

Quarta-feira, 15 de julho de 2009 01:05
Apenas os vereadores Durval Orlato e Marilena Negro usaram a tribuna para falar do projeto de lei enviado pelo Executivo

Agência BOM DIA

Os vereadores aprovaram, na sessão de terça-feira, por unanimidade a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2010.

Apenas os vereadores petistas, Durval Orlato e Marilena Negro, usaram a tribuna para falar do projeto de lei enviado pelo Executivo.

Durval e Marilena apresentaram sete emendas. Todas foram rejeitadas pela Comissão Mista de vereadores.

“A lei está confusa, fala de participação popular, mas não explica como isso será feito. O secretário de Finanças, José Parimoschi, diz que a consulta é feita pela internet. Então para que toda a população participe teremos que dar computadores para todos”, diz Marilena.

Durval afirma que se o Executivo não rever a forma de participação popular nos próximos Orçamentos, ele irá entrar na Justiça. “A Lei de Responsabilidade Fiscal prevê a participação popular não só pela internet.”

fonte: BOMDIA

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Tico descarta convocações extraordinárias em recesso

CÂMARA

14/7/2009

MATEUS VIEIRA

"Também preciso descansar um pouco", disse o presidente Tico

O presidente da Câmara de Jundiaí, José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), descartou, ontem, a possibilidade da convocação de sessões extraordinárias durante o recesso parlamentar da Câmara de Jundiaí. "Também preciso descansar um pouco", disse, em lembrança à licença de 12 dias do prefeito Miguel Haddad (PSDB), que viajou à Europa com a família.

Oficialmente, os trabalhos em Plenário voltam na primeira semana de agosto. O funcionamento do Legislativo, porém, continua normal no período. Hoje, a partir das 9 horas, os vereadores votam, em pauta única, o projeto de lei relativo às diretrizes orçamentárias da cidade. O texto da lei deverá ser aprovado pelos parlamentares sem qualquer emenda - as sete apresentadas foram rejeitadas pela Comissão Mista (que reúne a Justiça e Redação e a Economia, Finanças e Orçamento). "É de praxe a recusa de emendas há alguns anos. Qualquer mudança poderia estragar a peça orçamentária. Vejo isso com muita naturalidade", analisa Tico.

Sem emendas - A LDO é o documento no qual a Prefeitura estabelece a expectativa de arrecadação para o próximo ano e determina como esse dinheiro será utilizado. O Orçamento Municipal de Jundiaí para 2010 prevê arrecadação de mais de R$ 1 bilhão.
Todas as emendas foram propostas pelos dois vereadores petistas, Marilena Negro e Durval Orlato. Uma das investidas de Marilena solicita que o Executivo encaminhe à Câmara cópia dos convênios até 30 dias da formalização do item. Ela também chegou a propor a divulgação da gestão fiscal em meios eletrônicos.

Já Orlato tentou implantar um modelo semelhante ao Orçamento Participativo (OP), uma das bandeiras do PT. "A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece que tenha consulta popular ao orçamento, não apenas pelo meio eletrônico", justificou. Outra questão apontada pelo vereador é a previsão do uso de parte da verba da Prefeitura à Câmara para ser destinada a emendas dos parlamentares. "Aí, evitaríamos transtornos técnicos e políticos, já que nenhum programa da Prefeitura precisaria ser mexido", argumenta.

As intervenções, entretanto, foram barradas pela Comissão Mista, em reunião fechada no último dia 7. Assim, o mesmo fato de 2008 se repetiu, quando as emendas da oposição sequer passaram pelo crivo da Comissão Mista. Por isso, as propostas nem chegarão a ser discutidas em Plenário.

Entre agosto e setembro, o Plano Plurianual (PPA), que detalha as ações e projetos do Executivo em cada pasta, será encaminhado para o Legislativo. Com ele, será possível aprovar o orçamento para o próximo ano, que também pode, em tese, conter emendas apresentadas pelos vereadores.

THIAGO GODINHO

fonte: JJ

Comissão de Segurança da Câmara visita obras do Centro de Detenção Provisória

Quarta-feira, 15 de julho de 2009 01:00
Vereador diz que cronograma está sendo seguido e prevê conclusão para dezembro

Julianna Granjeia
Agência BOM DIA

Os vereadores da Comissão de Segurança Pública da Câmara visitaram nesta terça-feira à tarde as obras do CDP (Centro de Detenção Provisória), no bairro Tijuco Preto.

O vereador, delegado e presidente da Comissão, Paulo Sérgio Martins (PV), ficou satisfeito com o que viu, apesar da demora de quase dois meses para a autorização para visita da SAP (Secretaria de Administração Penitenciária).

“As obras estão indo bem, as chuvas atrapalharam um pouco. Mas o cronograma aparentemente está sendo seguido.”
Além de Paulo Sérgio, participaram da visita os também vereadores e integrantes da comissão: Fernando Bardi (PDT), Antônio Carlos Pereira Neto, o Doca (PP), Enivaldo de Freitas, o Val (PTB), e José Dias (PDT).

“Um representante da empreiteira responsável pela obra e um diretor da SAP nos acompanhou. A previsão é de que o cronograma seja seguido e o CDP entregue até o fim deste ano”, diz Paulo Sérgio.

O vereador afirma que algumas celas já estão prontas. “Como o prédio está sendo construído com pré-moldados, a obra já está bem evoluída. Acabou aquele mistério.”

O CDP é apontado como a solução para a superlotação do cadeião do Anhangabaú. Com capacidade para 120 presos, o local chegou a abrigar 500 presos esta semana.

“Superlotação não é bom nem para o preso e nem para a polícia. Com o CDP e o fim do Cadeião, os policiais vão voltar a trabalhar na sua função, de investigar e não ficar cuidando de preso”, diz Paulo Sérgio.

Na última visita à região, no dia 1º de julho em Campo Limpo, o governador José Serra (PSDB) reconheceu a superlotação das cadeias públicas da região e reiterou que o CDP ficará pronto até o fim do ano.

fonte: BOMDIA