Dos 48 nomeados, 60,4% têm nível superior contra 56,2% dos parlamentares
Gustavo Beraldi
Uma visita rápida aos gabinetes dos 16 vereadores é suficiente para perceber a variedade de perfis dos assessores parlamentares.
Do total de 48 assessores nomeados – três por cada vereador –, 60,4% (29) têm nível superior, 66,6% (32) já possuíam experiência na função e 75% são nascidos em Jundiaí.
A média no índice de escolaridade dos assessores supera a dos parlamentares. Dos 16 legisladores, nove possuem nível universitário, ou seja, 56,2%.
A lei eleitoral não exige como pré-requisito diploma para candidatos.
Verba extra
Já para os assessores, embora a lei exija que apenas o chefe de gabinete possua ensino superior completo, o número 29 é 80% acima do esperado, já que somente 16 funcionários seriam obrigados a ter cursado uma faculdade para estar ali.
A explicação vem do fato de muitos almejarem a nomeação para o posto maior, cuja remuneração ganharia um acréscimo de 40% (é a gratificação quando se tem um diploma).
Cada cargo comissionado nomeado em nível 4 recebe R$ 2.043. Já o chefe de gabinete ganha R$ 4.368, incluída a gratificação.
Quanto à experiência anterior na função, o número só não é maior devido a renovação no quadro de vereadores (nove no total), ocorrida na última eleição.
E os 25% dos assessores não nascidos em Jundiaí são unânimes em afirmar que, apesar da naturalidade não ser jundiaiense, se consideram da cidade, pois estão há muito tempo aqui.
Do total de 48 assessores nomeados – três por cada vereador –, 60,4% (29) têm nível superior, 66,6% (32) já possuíam experiência na função e 75% são nascidos em Jundiaí.
A média no índice de escolaridade dos assessores supera a dos parlamentares. Dos 16 legisladores, nove possuem nível universitário, ou seja, 56,2%.
A lei eleitoral não exige como pré-requisito diploma para candidatos.
Verba extra
Já para os assessores, embora a lei exija que apenas o chefe de gabinete possua ensino superior completo, o número 29 é 80% acima do esperado, já que somente 16 funcionários seriam obrigados a ter cursado uma faculdade para estar ali.
A explicação vem do fato de muitos almejarem a nomeação para o posto maior, cuja remuneração ganharia um acréscimo de 40% (é a gratificação quando se tem um diploma).
Cada cargo comissionado nomeado em nível 4 recebe R$ 2.043. Já o chefe de gabinete ganha R$ 4.368, incluída a gratificação.
Quanto à experiência anterior na função, o número só não é maior devido a renovação no quadro de vereadores (nove no total), ocorrida na última eleição.
E os 25% dos assessores não nascidos em Jundiaí são unânimes em afirmar que, apesar da naturalidade não ser jundiaiense, se consideram da cidade, pois estão há muito tempo aqui.
fonte: BOMDIA
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