quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Pela ordem 16/09

>CENA POLÍTICA

16/9/2009
Voto aberto I - O vereador Paulo Sérgio Martins (PV) encampou a bandeira pelo fim do voto secreto aos vetos do Executivo na Câmara de Jundiaí. O tema já foi discutido em outras legislaturas, principalmente proposto pela bancada do PT, mas nunca evoluiu sob a alegação de que não é legal e constitucional. Paulo Sérgio, que é delegado e bacharel em Direito, diz que o Legislativo local tem autonomia para tratar a questão.

Voto aberto II - O vereador-delegado já protocolou na Câmara local projeto que prevê alteração no regimento interno para o fim do voto secreto. Ontem, começou a colher assinaturas junto aos vereadores para que a proposta entre no trâmite da Casa e seja levada para discussão e votação. Até o momento, nove parlamentares já assinaram a lista, o que garante a continuidade do projeto.

Comitiva - O presidente da Câmara de Jundiaí, vereador José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB), e o líder do governo na Câmara, Julio César de Oliveira (PSDB), saíram da sessão ordinária de ontem antes do término. Os dois viajaram para Brasília junto com o prefeito Miguel Haddad (PSDB), que tem agendadas quatro reuniões entre hoje e amanhã. Na agenda, temas como o Pronasci e recursos do BID.

Real - Um retrato de como funciona o Legislativo jundiaiense. Ontem, ao final da sessão ordinária,12 vereadores registraram presença para o Grande Expediente, ocasião na qual os parlamentares podem ir à tribuna para se manifestarem sobre o que quiserem. Por volta das 12h, quando acabou o Grande Expediente, somente quatro estavam ainda no plenário.

Atenção - O vereador Roberto Conde (PRB), que é pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, não estava no plenário no momento da votação de projeto de lei sobre a inclusão de uma festa da Igreja Católica no calendário de eventos do município. "Não teve nada a ver com religião. Estava atendendo munícipes no meu gabinete. Sempre dou essa atenção a eles", justificou o pastor.

Sinal dos tempos - Marilena Negro (PT) representou bem, na justificativa de um projeto de lei de sua autoria, um sinal da evolução tecnológica que se faz presente no mundo atual. Para esclarecer o significado das palavras órteses e próteses, ela utilizou como referência não o Houaiss ou o Dicionário Aurélio, e sim o Wikipedia, dicionário eletrônico participativo que existe somente na internet.

fonte: JJ

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