sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

TRE julga 1º processo de cassação de Miguel Haddad

Sexta-feira, 06 de fevereiro de 2009 3:03:00
Recurso será analisado na terça-feira; ainda restam outras 6 acusações

Roberta de Sá


O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) julga na terça-feira o primeiro processo de cassação do prefeito Miguel Haddad (PSDB).

O recurso que será analisado em segunda instância foi movido pelo Ministério Público de Jundiaí contra Miguel, o vice-prefeito Luiz Fernando Machado (PSDB) e o “Jornal da Cidade”. Eles foram acusados de mau uso de meio de comunicação, porque houve tratamento diferenciado à candidatura tucana no jornal.

A sentença saiu em setembro, às vésperas das eleições. A Justiça Eleitoral da cidade, além de cassar o registro dos candidatos, multou os dois e o editor do jornal.

No entanto, no fim de novembro a Procuradoria Regional Eleitoral deu parecer pela derrubada da sentença.

Depois de terça-feira, ainda restará no tribunal seis processos de cassação de Miguel que não têm data para serem julgados.


Novo parecer
Anteontem, a Procuradoria Regional Eleitoral deu outro parecer contrário aos tucanos, mantendo decisão pela cassação dos dois no caso de uso da Guarda Municipal.


‘Dará em nada’, diz oposição
A oposição, apesar de ter interesse em novas eleições, acredita que esse caso não dará em nada.

“Dos processos [sete], esse é o mais frágil e só foi movido pelo MP. Não tenho grandes perspectivas em relação a ele”, afirma o candidato derrotado Pedro Bigardi (PC do B).

Miguel Haddad e o vice-prefeito, Luiz Fernando Machado, não acompanharão o júri em São Paulo. Miguel estará em Brasília, em encontro de prefeitos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o vice ficará na prefeitura – será a primeira vez que comandará o município. Somente os advogados devem ir para a Capital.

A expectativa do PSDB é que o julgamento do primeiro recurso pedido ao TRE seja favorável aos tucanos.

Luiz Fernando (PSDB) voltou a afirmar ontem que está tranqüilo. “Entendo que o TRE tem isenção e imparcialidade para fazer a análise dos casos”, diz. “Temos certeza que não cometemos irregularidades.”

fonte: BOMDIA

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