25/5/2008
O fim de tarde do dia 24 de maio de 2008 vai ficar marcado na história de 20 jovens carentes de Jundiaí. Eles não pisaram em um tapete vermelho para receber o Oscar, mas conquistaram o certificado de conclusão da Oficina Cultural do Cine Tela Brasil, promovida em Jundiaí.
O chão era de terra vermelha e os jovens vestiam estilo despojado: jeans e camiseta. Na telona, vislumbravam o próprio trabalho, dirigido por eles ou até mesmo interpretado por quem nunca esteve na frente das câmeras.
"Eu achei superlegal. Meu sonho era ser fotógrafo, mas achei o trabalho muito interessante e, sem dúvida, o cinema é a carreira que pretendo seguir", contou o estudante do ensino médio, Rafael Cirino, de 15 anos, que reside no Morada das Vinhas e participou da produção do curta-metragem "Dr. Poporowisky".
Já Sandro Antonio de Moraes, de 21 anos, disse que o trabalho foi maravilhoso. "Eu já trabalhava com mídia e agora estamos empolgados para criar um cineclube para as comunidades carentes de Jundiaí", destacou ele, que participou do curta "Iluminadas pelo Sol".
Para Julian Alves Baialuna Colagrossi, de 18 anos, a produção do filme "Pão com mortadela e meia mussarela" trouxe não só alegria, mas também a possibilidade de informar a comunidade. "Falamos sobre o câncer na adolescência e mostramos que isso não é o fim.
Achei muito legal e nunca tinha pensado em mexer com cinema. Agora vou tentar trabalho nessa área", afirmou o jovem, que foi destaque no curta, contando sua própria história. Julian teve linfoma de rodgkin (tipo de câncer) há três anos e fez um ano de tratamento com quimioterapia e radioterapia. Hoje tem vida normal.
fonte: JJ
O chão era de terra vermelha e os jovens vestiam estilo despojado: jeans e camiseta. Na telona, vislumbravam o próprio trabalho, dirigido por eles ou até mesmo interpretado por quem nunca esteve na frente das câmeras.
"Eu achei superlegal. Meu sonho era ser fotógrafo, mas achei o trabalho muito interessante e, sem dúvida, o cinema é a carreira que pretendo seguir", contou o estudante do ensino médio, Rafael Cirino, de 15 anos, que reside no Morada das Vinhas e participou da produção do curta-metragem "Dr. Poporowisky".
Já Sandro Antonio de Moraes, de 21 anos, disse que o trabalho foi maravilhoso. "Eu já trabalhava com mídia e agora estamos empolgados para criar um cineclube para as comunidades carentes de Jundiaí", destacou ele, que participou do curta "Iluminadas pelo Sol".
Para Julian Alves Baialuna Colagrossi, de 18 anos, a produção do filme "Pão com mortadela e meia mussarela" trouxe não só alegria, mas também a possibilidade de informar a comunidade. "Falamos sobre o câncer na adolescência e mostramos que isso não é o fim.
Achei muito legal e nunca tinha pensado em mexer com cinema. Agora vou tentar trabalho nessa área", afirmou o jovem, que foi destaque no curta, contando sua própria história. Julian teve linfoma de rodgkin (tipo de câncer) há três anos e fez um ano de tratamento com quimioterapia e radioterapia. Hoje tem vida normal.
fonte: JJ
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Dê sua opinião, ela é importante!